A Casa Nunca Foi Tão Barulhenta

1184 Words

POV Aurora Ravenna acordou a casa inteira às sete da manhã. Eu ouvi passos, portas batendo, a risada dela ecoando pelo corredor… e Leo praguejando baixinho, bem irritado — mas irritado daquele jeito de quem ama e não admite. Eu estava sentada na cama, ainda tentando entender a presença repentina daquela mulher tatuada e elétrica, quando a porta se abriu como se não existisse: — BUONGIORNO, DOLCEZZA! — Ravenna praticamente pulou no quarto. Eu levei um susto tão grande que quase caí da cama. — Meu Deus, Ravenna… — coloquei a mão no peito. — Você sempre entra assim? Ela sorriu, descarada: — Sempre entro onde meu irmão tenta manter segredo. — Depois piscou. — E você… é meu novo segredo favorito. Leo veio atrás dela, já meio sem paciência. — Ravenna… você não pode simplesmente invadir

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