Emre estava muito feliz com a forma pela qual seus negócios seguiam. Planejou dar uma grande festa, maior do que a última. — Nabir, estou contente com esses números. Creio que nossa empresa só tende a crescer. — Sim, chefe. As projeções são bastante animadoras. Em breve chegaremos ao topo na Turquia. — Esse é o meu sonho. — Emre disse com os olhos brilhando. Elisa entrou na sala do chefe, assim que Nabir saiu. — Oi, meu príncipe lindo. — Oi, minha princesa dengosa. Se beijaram, a mão direita de Elisa estava puxando levemente a gravata vernelha dele. — Você sabe porque eu sou dengosa. — Eu sei muito bem. — Então! Elisa grudou nele, desejando ser toda explorada. As mãos de Emre passearam por todo o seu corpo. Ela foi à loucura. Não demoraram mais do que cinco minutos. Precisavam

