A mansão de Alexander em Angra dos Reis era uma fortaleza arquitetônica cravada entre o verde da mata e o azul do mar. Paredes altas de vidro se erguiam sobre o penhasco, refletindo o céu carregado daquela manhã. Ali dentro, cada detalhe respirava sofisticação: os pisos de mármore polido, os sofás de linho italiano, as cortinas translúcidas que dançavam com a brisa salgada. Mas naquela manhã, nenhum luxo parecia suficiente para trazer paz. Sophia caminhava pela sala de estar descalça, vestindo apenas uma camisa branca de Alexander, longa o suficiente para cobrir a parte superior das coxas. Seu cabelo ainda estava úmido do banho, caindo em ondas desordenadas sobre os ombros. Ela observava o mar pela enorme janela panorâmica, tentando não se deixar abater pela última ameaça de Brenda. Alex

