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1368 Words
Larissa sabia exatamente o que estava a fazer. E, ainda assim… Não sabia se conseguiria voltar atrás. --- O guarda-roupa estava aberto há vários minutos, revelando fileiras perfeitamente organizadas de roupas que representavam quem ela era… pelo menos durante o dia. Blazers estruturados. Saias discretas. Camisas de cortes impecáveis. Calças formais.. Disciplina. Controlo. Imagem. --- Mas naquela noite… Ela não queria nada disso. --- Os dedos deslizaram lentamente pelos tecidos, como se procurassem não uma peça… mas uma versão de si mesma que raramente permitia existir. E então encontrou. --- Um vestido preto. Curto. Ajustado. Simples à primeira vista… mas impossível de ignorar. --- Larissa retirou-o do cabide e segurou-o diante do corpo, olhando-se ao espelho. A respiração desacelerou. Os olhos analisaram. --- — Hoje não és a advogada. Disse, em voz baixa. --- Vestiu-se com calma. Sem pressa. Sentindo o tecido moldar-se ao corpo como uma segunda pele. O decote discreto, mas sugestivo. A cintura marcada. As pernas expostas na medida exata para provocar… sem parecer forçado. --- Soltou o cabelo. Deixando-o cair naturalmente pelos ombros. Menos controlado. Mais… livre. --- A maquiagem veio mais intensa. Olhos delineados com precisão. Pele perfeita. E os lábios… Num tom profundo, quase hipnotizante. --- O perfume foi o toque final. Mais quente. Mais envolvente. Notas que não passavam despercebidas. --- Aplicou nos pulsos. No pescoço. E por um instante… Fechou os olhos. --- A mulher diante do espelho não era a Larissa do tribunal. Não era a Larissa dos processos. --- Era alguém que não pedia permissão para ser desejada. --- — Só precisas de uma noite para esquecer disso Repetiu. --- Mas, no fundo… Sabia que estava a fugir. --- Pegou no telemóvel. Digitou. Sem hesitar. --- “Estás por aí?” --- A resposta veio em segundos. --- “Para ti, sempre.” --- Ela não sorriu. Mas também não recuou. --- — Perfeito. --- O bar que escolheu era discreto, sofisticado e envolto numa iluminação baixa que criava sombras suaves entre as mesas. A música era lenta, quase íntima, misturando-se ao som de conversas abafadas e copos a tilintar. O tipo de lugar onde ninguém fazia perguntas. --- Larissa entrou. E como sempre… Chamou atenção. --- Não de forma exagerada. Mas inevitável. --- Alguns olhares seguiram-na. Outros disfarçaram. Mas todos… notaram. --- E ele também. --- Mateo. --- Encostado ao balcão, com um copo na mão e uma expressão tranquila, como se estivesse completamente à vontade em qualquer ambiente. Era alto. Corpo atlético. Traços bem definidos. Pele levemente bronzeada. E um sorriso que carregava confiança… sem precisar de esforço. --- Quando a viu… Endireitou-se. E sorriu. --- — Sempre bonita, começo a pensar que fazes de propósito._ dito isso Larissa sorriu --- Larissa aproximou-se com passos seguros. — Boa noite, Mateo. --- Ele inclinou ligeiramente a cabeça, ainda a observá-la. — Boa noite… embora “boa” não seja suficiente para descrever isto. --- Ela arqueou uma sobrancelha. — Continuas sendo um conquistador nato --- — E tu… — ele olhou-a de cima a baixo, sem pressa — continuas a deixar-me sempre louco --- Ele não fazia ideia de quem ela era de verdade. Para ele… Larissa era apenas uma mulher bonita. Interessante. Disponível naquela noite e em outras --- E isso… Era exatamente o que ela queria. --- Ele estendeu-lhe um copo. — Pensei que ias gostar. --- Ela aceitou. — Ainda te lembras do que eu gosto? --- Mateo deu um pequeno gole no próprio drink. — Algumas coisas não se esquecem. --- A conversa fluiu com facilidade. Sem esforço. Sem profundidade. Sem peso. --- Falavam de coisas leves. Viagens. Música. Situações banais. --- Nada de passado. Nada de compromissos. Nada de consequências. --- E era confortável. --- Mas não completo. --- Porque, em algum lugar da mente dela… Havia um silêncio que não se preenchia. --- Um olhar que não desaparecia. --- Ela desviou o pensamento rapidamente. Bebeu mais um gole. --- — Vamos sair daqui. Disse Mateo, com naturalidade. --- Larissa não hesitou, pois é tudo o que ela precisava — Vamos. --- O apartamento dele era moderno. Minimalista. Mas com personalidade. --- Luzes indiretas criavam um ambiente mais íntimo. O espaço era organizado, com poucos elementos, mas bem escolhidos. Um sofá amplo. Uma mesa de centro em vidro. Alguns quadros abstratos nas paredes. --- Nada ali era excessivo. Mas tudo… tinha intenção. --- Assim que entraram, a porta fechou-se atrás deles com um som suave. --- E o ambiente mudou. --- Mais próximo. Mais silencioso. Mais carregado. --- Mateo aproximou-se lentamente. Sem pressa. Sem forçar. --- — Tens certeza? Perguntou, baixo. --- Larissa sustentou o olhar e sorriu . _Continuas delicado e cuidadoso mas hoje não vamos precisar disso _ depois de dizer essas palavras A distância entre eles desapareceu naturalmente. Sem necessidade de palavras. O toque dele era seguro. Confiante. Experiente. Ela respondeu. Sem hesitar. Beijos intensos, que revelaram muito desejo escondido. Mateo segurou em seu queixo, querendo a baixar novamente mas ela recusou fazendo um sinal com os dedos para que ele esperasse, foi quando ela tomou a iniciativa, tirou o cinto dele devagar, depois puxou suas calças e por fim sua cueca mas tirou com os dentes, se colocou de joelhos e fez um boquete , massageava as bolas dele enquanto chupa seu pénis com muita vontade, Mateo soltava gemidos, enquanto segurava os cabelos de Larissa e Larissa continuava, chupando, babando em seu pénis chupando denovo até que Mateo gozou em sua boca, ele suspirou de alívio e se deitou na cama Larissa, não engoliu o líquido foi para a casa de banho se limpar e quando olhou para o espelho, seminua disse _É hoje que eu ti esqueço Zayn! Quando voltou ao quarto Mateo estava a sua espera, ele quis retribuir o prazer, fez com que Larissa se deitasse e abrisse suas belas pernas para ele e então, chupou passou a língua por sua região íntima, tentando retribuir o prazer , a chupou com vontade e Larissa gemia mas gemia falsamente, enquanto ele a chupava ela so conseguia imaginar como seriam os lábios de Zayn ... _Droga!!_ murmurou para si mesma , pediu que Mateo parasse e que a penetrasse logo e sem entender muito bem ele o fez, ela era impossível ela pensar em outra coisa o pénis de Mateo não era grande, nem pequeno, era médio mas bom é que ele sabia muito bem como usar . Ele fodeu, uma, duas, três, quatro... Até que ela finalmente gozou Por um instante, quando fechou os olhos… Outro rosto surgiu. --- Larissa afastou o pensamento imediatamente. --- — Não. Quase sussurrou. Mais para si mesma. --- Mateo não percebeu. Horas depois, o silêncio do apartamento parecia mais revelador do que qualquer palavra Larissa estava deitada, o olhar fixo no teto. A respiração já normal. O corpo relaxado. --- Mas a mente… Não. --- Mateo mexia-se ao lado, despreocupado, confortável, como alguém que não carregava nada além daquele momento. --- E ela percebeu. --- Ele era exatamente aquilo que ela precisava. --- Simples. Leve. Sem complicações. --- Mas não suficiente. --- — Estás bem? A voz dele quebrou o silêncio. --- Ela virou ligeiramente o rosto. — Estou. --- Ele sorriu. — Pareces distante. --- Larissa sustentou o olhar por um segundo. E então respondeu: — Só cansada. --- Ele não insistiu. --- E isso confirmou. --- Não havia profundidade ali. --- E talvez fosse melhor assim. --- Mas ainda assim… Não era o que ela queria admitir. --- Alguns minutos depois, ela levantou-se. --- — Já vais? Perguntou ele. --- — Tenho coisas para fazer amanhã. --- Ele assentiu. Sem drama. --- — Liga quando quiseres. --- Larissa vestiu-se em silêncio. A mesma roupa. Mas agora… Parecia diferente. --- Menos poderosa. Mais… vazia. --- Antes de sair, ele aproximou-se e beijou-lhe o rosto. Leve. --- — Foi bom. --- Ela assentiu. — Foi. --- Mas não acrescentou mais nada. --- Saiu. --- A noite lá fora estava mais fria. --- E, pela primeira vez… Ela sentiu. --- Não tinha fugido. --- Só tinha adiado. --- — Isto não vai funcionar. Murmurou, caminhando. --- Porque no fundo… Ela já sabia. --- O problema… Não era a falta de distração.
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