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Projeto Quente

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Blurb

Eles começaram buscando saúde. Mas encontraram algo muito mais intenso.Depois da chegada da filha, Heitor e Maria perceberam que a rotina havia esfriado o que um dia queimava entre eles.Foi então que decidiram iniciar um novo desafio — o Projeto Fitness. O que era pra ser sobre corpo e bem-estar acabou virando uma redescoberta do prazer, da parceria e da cumplicidade.Entre treinos suados, provocações disfarçadas e aventuras fora de hora, o casal aprende que o verdadeiro exercício é manter acesa a chama que o tempo quase apagou.E, no fim, percebem que não existe fórmula para um relacionamento perfeito — apenas o desejo sincero de continuar se escolhendo todos os dias.🔥 “O corpo muda. A rotina muda. Mas o fogo, quando é real, nunca se apaga.”

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Superação: O Treino Mais Intenso
Não é incomum, um casal ter a sua vida completamente mudada após a chegada de um bebê, e com Heitor e Maria, isso não foi diferente, um relacionamento arrebatador que se transformou de namoro para casamento em meses, enfrenta os desafios de manter vivo o desejo e amor que já provou se mostrou tão forte, que trouxe um lindo fruto ao lar. O relógio marcava quase oito da noite quando Heitor estacionou o carro em frente à casa do pai, um avô coruja que se aproveitava de morar perto da academia para ficar diariamente com sua neta. O céu já estava escuro, e o cansaço do trabalho pesava nos ombros de Heitor. Mesmo assim, havia algo que o mantinha desperto: a mensagem de Maria, dizendo que já estava pronta para o treino e que tinha levado sua roupa — “de top e shortinho”, como ela mesma fizera questão de destacar. Ele riu sozinho, sabendo o efeito que aquelas palavras tinham. Depois de semanas falando sobre o tal “Projeto Fitness de Casais” que viram no t****k, os dois finalmente tinham decidido tentar. O plano era simples: cuidar do corpo, da saúde e, de quebra, resgatar a sintonia que o tempo e a rotina haviam desgastado. O nascimento de Giulia tinha sido o auge de um amor intenso, mas também o início de uma fase exaustiva. As noites m*l dormidas, o trabalho, a casa… tudo deixava pouco espaço para o casal que eles eram antes. Agora, a academia Superação parecia mais do que um lugar pra suar — era o cenário onde talvez pudessem se reencontrar. Quando Maria saiu pelo portão do sogro, Heitor sentiu o corpo reagir. O coque bagunçado deixava o pescoço à mostra, o top verde-claro realçava os s***s e o short justo moldava o quadril que ele conhecia tão bem. — Demorou, hein? — ela provocou, abrindo um sorriso que misturava leveza e malícia. — Valeu a pena — respondeu, o olhar descendo devagar. — Se esse é o uniforme do projeto, eu quero ir pra academia todo dia. Ela riu, jogando a ecobag no banco de trás. — Não começa, Heitor. A ideia é treinar, não distrair. — A gente pode fazer as duas coisas — retrucou, piscando. O caminho até a Superação foi cheio de brincadeiras e olhares cúmplices. Havia algo diferente naquela noite. Talvez fosse o desejo de quebrar a rotina, talvez a curiosidade de testar os limites. Quando chegaram, as luzes verdes do letreiro refletiam nos vidros e criavam um clima quase hipnótico. Maria ajeitou o top diante do espelho da recepção e prendeu melhor o cabelo. Heitor observava, sem disfarçar o interesse. — Pronta? — perguntou ele. — Mais do que nunca — respondeu ela, mas o tom tinha mais de provocação do que de foco. O treino começou leve. Esteira, agachamento, risadas entre uma série e outra. Os olhares se cruzavam o tempo todo — e, a cada encontro, pareciam lembrar de algo que ainda ardia entre eles. Heitor percebeu como o corpo dela reagia ao esforço, como o suor desenhava caminhos lentos pela pele. Maria, por outro lado, se sentia observada de um jeito que reacendia algo antigo — aquela sensação de ser desejada, de ter o próprio corpo lembrado e explorado. — A gente devia apostar alguma coisa — disse ele, enquanto ela terminava uma série. — Tipo o quê? — ela perguntou, arqueando uma sobrancelha. — Se eu acertar a cor da tua calcinha, ganho o direito de fazer um pedido. — E se errar? — Aí o pedido é teu. Ela riu, balançando a cabeça. — Tá maluco. Tu não vai acertar nunca. — Quer apostar? Maria fingiu ignorar, mas o sorriso no canto da boca entregava que já estava dentro do jogo. Heitor se aproximou e passou a mão discretamente na curva da cintura dela, como se buscasse inspiração. — É aquela lingerie verde escura da Loungerie. Aquela que eu te dei. Fina. Delicada. Mas marcante. Ela arregalou os olhos, surpresa com o acerto. — p**a que pariu... tá dando pra ver? — Não, mas já te avisei que seu homem te conhece. Minutos depois, Heitor foi ao vestiário, mas não pra trocar de roupa — e sim pra testar a sorte. Mandou uma mensagem curta, certeira: “Meu pedido: a gente transa aqui no vestiário. Agora.” O coração dela acelerou. “Tá maluco?”, respondeu. “Aposta é aposta”, insistiu ele. “E você perdeu.” Houve um silêncio, longo o bastante pra ele achar que ela não viria. Mas então a porta abriu devagar. Ela então estava ali a pele já aquecida do leve cardio, os olhos brilhando de adrenalina. Assim que fechou a porta, ele a puxou pela cintura, pressionando o corpo dela contra a parede fria do vestiário. — Você é maluco — ela sussurrou, mas o tom de voz era tudo, menos resistente. Ele afundou o rosto no pescoço dela, sentindo o cheiro do suor leve misturado ao perfume. A mão desceu pelas costas até encontrar o cós do short, que puxou com uma firmeza que arrancou um suspiro dela. — Sabia que era essa calcinha... — murmurou, enquanto passava os dedos por baixo da renda verde escura, sentindo a pele arrepiada. Ela respondeu com um beijo urgente, quase desesperado, e os dois se perderam ali. Em segundos, o short e o top estavam jogados num canto, e a língua dele explorava os s***s firmes, as mãos apertavam a b***a e ela ofegante, estava cada vez mais entregue. Ele a virou contra a parede, beijando o pescoço e descendo com beijos molhados pelas costas, até ajoelhar-se atrás dela. Beijou a parte interna das coxas antes de afundar a língua entre suas pernas. O gemido contido dela ecoou abafado no vestiário. Ela segurava na parede, tremendo. O primeiro orgasmo veio intenso, com as pernas vacilando. Ele se levantou, colou o corpo ao dela e a fudeu por trás, forte e firme, os dois ofegantes, tentando controlar os sons entre gemidos e estalos de pele. Ela virou-se e o empurrou para sentar no banco de madeira. Subiu no colo dele e recomeçou os movimentos, lenta, ritmada, encarando ele com olhos cheios de desejo e provocação. Heitor segurava firme sua cintura, gemendo baixo, enquanto sentia o segundo orgasmo dela chegar, com espasmos e a boca entreaberta. Quando ela estava quase desabando em cima dele, ele sussurrou: — Goza e depois se ajoelha. Sem protestar, após chegar ao seu ápice, ela deslizou até o chão e pôs o p*u dele na boca, quente, intenso. Heitor não resistiu por muito tempo. Gozou ali, com as mãos no cabelo dela e o corpo estremecendo. A escolha do local de finalização tinha sido estratégica. — Assim é mais fácil limpar. Depois, os dois ficaram alguns minutos em silêncio, tentando recuperar o fôlego. O barulho distante dos aparelhos voltava a preencher o ambiente, mas ali dentro o tempo parecia ter parado. Maria encostou a cabeça no peito dele, rindo baixo. — Eu devia te odiar por isso. — E odeia? — ele perguntou, acariciando o cabelo dela. — Só um pouco. — Então já valeu o treino. Eles se vestiram rápido, tentando parecer normais ao sair. A academia ainda estava cheia, mas ninguém parecia notar o que havia acontecido ali. Heitor segurou a mão dela discretamente enquanto caminhavam até o carro. — Amanhã tem mais — disse ele. — Só se eu quiser — respondeu ela, piscando. — E da próxima vez, a aposta é minha. No carro, o ar ainda carregava o cheiro de suor, perfume e desejo. Heitor olhou pra ela e pensou que talvez aquele projeto não fosse só sobre corpo, mas sobre reencontrar o que tinham perdido. — A gente devia chamar esse projeto de outro nome — ele comentou. — Tipo o quê? Ele sorriu, provocante. — Projeto Quente. Maria riu, encostando a cabeça no vidro. — Combina. Mas, se for pra continuar assim, é bom preparar o coração. — E o corpo também — completou ele. O letreiro da Superação ficou pra trás, mas a chama que reacenderam naquela noite parecia longe de apagar.

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