A sala estava quente, mais do que o normal. Talvez fosse o calor da noite, ou talvez o que queimasse ali fosse outra coisa.
O treino caseiro já passava dos vinte minutos, e o suor não vinha só do esforço físico.
Maria e Heitor alternavam olhares, toques “inocentes” demais e sorrisos que diziam tudo sem uma palavra.
Giulia dormia tranquila no quarto, e isso dava ao casal a sensação rara de tempo — algo precioso desde que a rotina de pais começou a consumir os dias.
O som do cronômetro no celular marcava o ritmo dos exercícios. Agachamentos, abdominais, prancha. Mas cada movimento parecia ter outra intenção, um significado que ultrapassava o treino.
Maria segurava a prancha com o corpo firme, o abdômen contraído, o corpo reluzindo de suor. Heitor, ajoelhado ao lado, fingia corrigir a postura, mas o toque demorava mais do que devia. Os dedos escorregavam do braço até a lateral da cintura, explorando, provocando.
Ela tentou manter o foco, mas o olhar dele era uma distração perigosa.
— Tá me provocando desde o agachamento, né? — ela disse, sem levantar a cabeça.
— Eu? Tô só tentando te ajudar a manter o ritmo — respondeu ele, com aquele sorriso que sempre a desmontava.
O clima já tinha mudado. O treino, que começou como parte do Projeto Fitness, agora era claramente mais um episódio do Projeto Quente.
Nada mais era normal, havia provocação no toque, no olhar, a respiração já estava acelerada, e mesmo ainda sem contato direto. Já se via uma faísca antes do fogo.
Heitor se abaixou ao lado dela, e o cheiro da pele suada misturado ao perfume leve o deixou sem fôlego.
— Você não tem ideia do que tá fazendo comigo — sussurrou.
Maria virou o rosto, o olhar firme e provocante.
— Tenho sim. É proposital.
Ele riu, baixo, e passou a mão pelo rosto dela.
— Acha justo me provocar no meio do treino?
— É que você rende mais quando tá sob pressão.
O silêncio que se seguiu carregava algo elétrico. Nenhum dos dois se mexia, mas o ar entre eles parecia vibrar. O corpo dela tremia, não mais de esforço, mas de expectativa.
E claro não precisavam de mais nada. Heitor puxou a regata dela pra cima, revelando os s***s fartos que pulavam livres, como se também estivessem esperando por aquele momento. Os m*****s rosados e duros o hipnotizaram.
— "Caralho... olha esses peitos..." — ele sussurrou, levando a boca direto pra um deles, sugando com força, enquanto a outra mão massageava o outro seio com vontade.
Maria gemeu alto, jogando a cabeça pra trás.
— "Chupa, amor... isso, assim... porra..."
Após um beijo intenso, se afastaram por segundos, ofegantes, riram juntos, meio sem acreditar no rumo que a noite tinha tomado.
— Acho que queimamos mais do que caloria — ela disse, deitando no tapete.
— E o treino ainda nem acabou — respondeu ele, sorrindo.
O olhar dele desceu pelo corpo dela, agora relaxado, mas ainda pulsante de energia. O suor brilhava na pele de Maria, e cada respiração parecia um convite.
— Sabe o que eu percebi? — ele disse, aproximando-se. — O treino em casa é bem mais eficiente.
— E por quê? — ela perguntou, mordendo o lábio.
— Porque a concentração aqui é zero.
Ela riu, e acabou fazendo uma promessa.
— Você poderia se concentrar em talvez comer o meu cuzinho… desde que me faça gozar gostoso primeiro.
Ele nem quis ouvir mais nada, desceu os beijos até a barriga suada, abrindo a calça dela com uma urgência deliciosa. A calcinha preta estava encharcada, colada nela. Ele a puxou com os dentes, sem tirar os olhos dela.
— "Tá toda molhada, sua safada. Isso tudo foi só me olhando?"
— "Foi te imaginando metendo gostoso em mim... desde o aquecimento, porra."
Heitor empurrou ela contra o tapete, de joelhos, e tirou o próprio short. Seu p*u estava duro, grosso, pulsando. Ele segurou a base com firmeza, batendo a cabeça do p*u contra a b***a dela.
— "Você quer, né?"
— "Quero sua rola inteira me comendo... agora."
Ele penetrou devagar, sentindo cada centímetro sendo engolido pela b****a quente dela. O ritmo foi ganhando velocidade, as estocadas ficando mais intensas, os gemidos ecoando pela sala.
— "p**a que pariu, Amor... que b****a gostosa... aperta minha p**a, caralho..."
— "Vai, mete com força, porra... me fode, Amor... me faz gozar!"
Os gemidos dela ficavam mais altos, mais descontrolados. Ele sentiu o corpo dela tremer.
— "Goza pra mim, vai... quero sentir tua b****a latejando no meu pau."
— "Tô gozan... ahh... Amor... porraaaa!"
O corpo dela arqueou, o g**o veio forte, molhado, espremendo o p*u dele como se quisesse sugar tudo. Ela gemia alto, sem vergonha, olhos fechados, completamente entregue.
Heitor virou ela de quatro, puxando os cabelos levemente e sussurrando no ouvido dela:
— "Agora quero essa b***a. Quero te ver gemendo com minha rola no seu cu, do jeitinho que você prometeu..."
Ela respondeu com um olhar selvagem, empinando ainda mais.
Ele lambeu, lubrificou, e foi introduzindo devagar. Ela mordeu o lábio, mas gemeu em seguida.
— "Vai... mete tudo... mete devagar, mas quero essa p**a toda..."
Ele começou com movimentos curtos, mas logo estava metendo com força, sem piedade. A b***a dela batia nas coxas dele, o som ecoava pela sala.
— "Tá gostando né, caralho... olha essa b***a me engolindo... você nasceu pra isso, porra..."
Maria gritava, delirando com o prazer intenso.
— "Vai, amor... goza no meu cuzinho... enche ele todo... goza pra mim!"
Heitor agarrou a cintura dela com força, deu mais três estocadas violentas e então explodiu.
— "Pooorraaaa... c*****o, Amor... tô gozandooo!"
Ele gozou dentro dela, sentindo o corpo inteiro estremecer. A b***a dela se encheu com a p***a quente dele, e eles ficaram ali, ofegantes, suados, extasiados.
Depois, o silêncio tomou conta da sala. O som do ventilador era o único ruído, misturado à respiração dos dois, ainda pesada.
Heitor caiu de lado no tapete, o corpo exausto, mas o sorriso leve. Maria encostou a cabeça no peito dele, ouvindo o coração acelerar devagar.
— Melhor treino da vida — ela murmurou, com voz rouca.
— Concordo — respondeu ele. — A gente devia patentear isso.
— Como assim?
— “Treino em Chamas”. Ia bombar no t****k.
Ela riu alto, o riso gostoso que sempre fazia ele se apaixonar de novo.
— Você não presta.
— Mas te deixo em forma.
— E exausta — completou ela, rindo.
Ficaram ali por alguns minutos, até que o som do monitor no quarto de Giulia interrompeu o momento. Os dois se olharam e sorriram cúmplices.
— Nossa personal acordou — ela disse, levantando-se.
— Hora do pós-treino.
Heitor segurou a mão dela antes que saísse da sala.
— Ei… — disse, olhando nos olhos dela. — Sabe o que mais gostei hoje?
— O quê?
— A gente. Assim. Rindo, suando, errando o tempo, mas juntos.
Maria ficou em silêncio por um instante. Depois, se inclinou e deu um beijo leve nele.
— Então vamos continuar. Um treino por vez.
Ela seguiu pro quarto, e ele ficou ali, deitado no tapete, com o corpo quente e a alma leve.
Talvez o amor fosse exatamente isso: um exercício diário, uma sequência infinita de respirações que só fazem sentido quando o outro respira junto.