O sol reluziu sobre a fuselagem do avião quando chegamos ao topo das escadas. Eu esperava que o tempo ainda estivesse agradável quando aterrissássemos em Londres. — Então você não é o dono disso? — perguntou Aziza enquanto olhava ao redor da aeronave. — Não, é muita responsabilidade... e muito espalhafatoso. Ela riu. — É muito espalhafatoso ter um jato particular, mas não é toda vez que opta por voar em um? — É tudo muito relativo — repliquei. Ela se sentou na poltrona de couro bege que, geralmente, eu preferia, então acabei me sentando à frente dela. — Você não precisa ficar aqui para me entreter — disse ela. — O voo é longo. — Eu sei. Aqui é onde normalmente me sento. Bem, quer dizer, na verdade é aí — admiti, indicado o lugar onde ela estava. — Mas aqui está tão bom quanto. Além

