Capítulo 3 - Seu local de conforto

1749 Words
Estava ali admirando aquele local... Ela nem conseguia prestar atenção no livro que acabara de pegar, queria primeiramente decorar cada detalhe, chegarás às 17:30 logo após o trabalho e o céu estava alaranjado e com poucas nuvens, não via mais o sol, mas nitidamente onde ele estavam querendo se esconder, batia o seu alaranjado nas prateleiras e nos livros, aquelas janelas velhas pareciam estar no local certo, as colunas que separavam as janelas faziam sombras perfeitas e as mesas encostadas nas janelas para todos admirarem aquele local, mas porque tinha tão poucas pessoas, mas ela agradeceu por não ser um local muito frequentado, tentou prestar atenção em seu livro. Um gole do seu cappuccino e escutou um sono tocando, mas tinha reparado quando entrou, mas logo em cima da porta tinha um pequeno sino que tocava quando a porta de abria, o raio de sol entrou junto com um homem alto que se apagou com a luz do sol, mas ao fechar a porta sua aprecia ficou mais do que nítida e parecia que o mundo tinha parado no exato momento em que ela conseguiu olhar ele. Tudo estava a parecer tão perfeito e desenhado como um quadro, a biblioteca e cafeteira com aquelas madeiras envelhecidas, as mesas da mesma corta e o estofado das cadeiras floral envelhecido, se juntavam com uma pequena nuvem de poeira que só dava para ver naquele horário em que o sol estava se pondo e deixando claro as pequenas partículas de poeira que pareciam brilhar e o homem, chegou como nos livros, ela parecia estar imaginando uma sena de seus livros, mas não conseguia piscar para não acabar se perdendo se era real ou sua imaginação, um homem alto que parecia ter mais de um metro e oitenta, muito branco e de cabelos pretos com olhos verdes, que estavam a brilhar com o sol batendo em seu rosto, com um rosto desenhado, com maxilar destacado e bochechas chupadas e as maçãs do rosto marcadas o davam uma expressão de cara m*l e mistério, o seu cabelo preto tinha um corte social, não era grande e nem baixo de mais, as suas sobrancelhas bem desenhadas e no tom do cabelo que destacava por sua pele ser clara e chamando ainda mais atenção para os olhos verdes, os seus cílios pareciam ter rímel. E o admirando quase desmoronou quando viu a sua expressão mudando e ele deu um sorriso de canto para o moço que estava a servir o café, andou até ele que estava atrás do balcão e começou a conversa com ele e ela até tentou voltar para seu livro, mas olhou novamente para ele em pé logo ali na frente conversando com uma voz grossa e reparou em sua roupas, calças jeans preta com um ténis preto e detalhes branco e uma t-shirt preta com uma escrita em vermelho que ela não conseguia identificar o que estava escrito, no seu pulso um relógio marron e uma pulseiras de madeirinhas que tinham a mesma cor do relógio. Ele virou-se e olhou para ela, no qual ela disfarçou rapidamente e conseguiu escutar ele falando com o moço. - Achei que eu era seu cliente fiel, nem para guardar o meu lugar! Ambos começaram a dar umas risadas e ele pegou a sua mochila que estava a carregar na mão e sentou na mesa à frente dela, mas exatamente de frente para ela que agora ela ficou desconcertada e não conseguia levantar a cabeça e olhar para frente, era somente do livro para a janela e da janela para o livro. O moço levou para ele um copo de chá gelado e uma panqueca e ele agradeceu com um aceno e um novo sorriso de canto, tomou alguns goles de chá, ficou a um tempo olhando para a janela, baixou a cabeça e ficou um tempo com os olhos fechados, dedos cruzados em cima da mesa e logo olhou novamente para a janela, dele um sorriso sozinho e pegou o seu netebook de dentro da mochila, posicionou o copo ao lado do notebook e enquanto mexia ia comendo e bebendo, logo o sol já havia se escondido por completo e não dava para olhar a lua ainda ali e pelo escuro e o aumento do movimento na rua decidiu ir para casa, ainda tinha medo de andar sozinha pela cidade de noite, mesmo que a cafeteira ficava apenas quatro quadras da sua casa, no qual tinha amado, mas ainda assim levava em torno de 15 minutos andando e nunca se sabia se poderia chover ou não, pois o tempo era bem firma em sua pequena cidade, mas ali o local parecia chover em qualquer momento sem avisou prévio, as vezes chuvas leves e as vezes umas fortes chuvas no final da tarde, então pegou a sua bolsa e o livro, subia as escadas para o segundo andar de onde encontrará o livro que estava a ler e lá do segundo andar tinha a visão da metade da parte de baixo por não cobrir todo o local e as janelas serem alta até o segundo andar, por um momento que não teve controle se dirigiu a beira para olhar as janelas e olhou para baixo e viu o rosto dele, muito concentrado, com os dedos digitando muito rápido e em alguns minutos ele sempre dava uma pequena pausa, tomava o seu chá e comia um pedaço de panqueca e olhava pela janela e voltava. Ela deixou o livro e marcou o local para quando voltar continuar, foi até o balcão e deu tchau para o moço e saiu e o sino tocou e foi como um lembrete de voltar a realidade, ajeitou a sua bolsa e apressou os passos, no caminho de casa acharás uma nova beleza que no interior não tinha que era as estradas de asfalto e as luzes dos carros que precisam sincronizados, um carro atrás do outro e semáforos e as luzes das casas, era muito bonito aquela paisagem urbana no qual todo o dia tinha, mas as pessoas não pareciam admirar. O caminho de volta para casa estava tranquilo e chegando próximo de casa já estava à procura de suas chaves na bolsa até que escutou pequenos miados abafados, parecia que todos os sons tinham sumido e ela começou a prestar atenção e percebeu que tinha um terreno vazio com um mato alto uns três terrenos a frente do prédio da kitnet que morava, ela caminhou até o terreno e o miado foram ficando cada vez mais alto e parecia desesperar, ela estava a sentir a agonia que aquele gatinho estava a sentir só pela forma que miava, logo ao lado do muro tinha uma mala velha jogada e fechada com um zíper, o gato estava ali dentro, ela abriu a mala suja e viu um pequeno gatinho preto, muito magro com uma barriguinha bem redonda e olhos azuis e ramelas nos olhos, ele era tão pequeno que nem conseguia sair da mala, ela pegou-o com apenas uma mão. Olhou para um lado e para o outro e nem carro passava pela rua, decidiu ajudar, mas sem nem saber se poderia levar bichinhos ali para dentro, colocou ele meio disfarçadamente dentro da bolsa para que ninguém visse, andou em direção ao prédio, pegou a sua chaves, abriu o portão e logo em seguida a porta e subiu as escadas até o segundo andar correndo, abriu a porta e se jogou para dentro de casa. Abriu a bolsa e não sabia mais o que fazer, não tinha comida para ele, não tinha nada para ele, pegou um potezinho de vidro e colocou água e outro com leite, ele bebeu somente o de leite e logo já andou em sua direção, ela o pegou e levou para o banheiro e dele um banho com água morna e ele parecia gostar, ela o colocou em uma mão no qual ele ficou deitado ela jogou água com o chuveirinho a fez massagem com o seu shampoo e ele até fechou os olhinhos, ela o limpo e depois passou um pouco de talco nele e ele ficou com os pelos bem pretinhos e brilhante e o seu coração se encheu de alegria com aquele pequeno bichinho e ficou a brincar e alisando ele até perceber que já estava tarde e trabalhava amanhã, o colocou em uma cobertura no chão e deitou e esquiou uma agropecuária próximo para passar na volta do trabalho e pesquisou oque era essencial para um gato, pois até então só tinha um cachorro que já era dos seus pais quando ela nasceu, ele viveu muitos anos junto a dela, mas morreu a uns três anos atrás e o luto foi tão grande que nem conseguiu procurar outro animal de estimação, pois ele corria com ela dês de pequena nos campos enquanto a sua mãe estendia roupa e depois de adulta o acompanhava até quando já caminhando até os mercadinhos mais longes, andavam devagar, pois ele já estava velhinho, mas ainda o queria acompanhar. Lembrou com grande carinho do seu cachorro que se chamava pretinho e agora estava com esperança que aquele novo amiguinho iria te fazer companhia. No dia seguinte saiu de seu trabalho com sua amiga Melissa e lê contou tudo que acontecera no dia anterior, tanto na livraria e também com seu novo amigo de apartamento. - Finalmente esta se aventurando Aghata, estava a começar a achar que ficaria depressiva e eu encontraria o seu corpo numa manhã no apartamento sozinha. - Credo Melissa! Disse em risadas, pois Melissa só pensavas coisas trágicas e o negativo em tudo, por mais que fosse muito ativa e divertida, era um divertida diferente, ela gostava de bares de rock, fumava um cigarro volte e meia, não gostava de ler, mas chorava em doramas, era um equilíbrio entre os mundos e por isso acho que se dava tão bem com ela, mas ela sempre parecia triste e meio sem propósito, algumas vezes chegava do trabalho e logo saia e de madrugada voltava bêbada, Aghata nunca o perguntou a sua historia, também porque ela também nunca tenha perguntado a sua também, mas era algo meio superficial, Melissa não era do tipo de pessoa que parecia permitir que os outros entrassem em sua vida. Logo legaram no último ponto e foram em direção a agropecuária para comprar as coisinhas para seu novo amiguinho, no qual já estava anotado a caixinha de areia, a areia, ação e uns brinquedinho, sua sorte e tinha recebido no dia anterior.
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