Leonardo Salvatore, lembranças…
Perdi a cabeça e tudo ficou fora de controle, e agora ela consegue destruir tudo o que eu trabalhei para ter. Helena veiga é uma tentação à qual não resisti.
— Então, você vai? — Maicon, meu amigo, grita sobre o barulho da música.
É sexta-feira à noite e estamos em um bar. Maicon é o meu melhor amigo, e precisava falar com alguém em quem confiava, como é a deliciosa Helena.
— Eu não sei, eu não acho que seja conveniente. Ela começou a ser relutante comigo, ela não é tão ingênua quanto eu pensava.
— Não seja bobo, todas elas aparecem assim, mas, no fundo, elas querem. Gostam de homens que assumem o controle, se é que me entende — diz Maicon, levantando as sobrancelhas várias vezes com ar sugestivo.
— Eu sei o que quer dizer, Maicon?
Maicon é um daqueles que não aceita um não para uma resposta. É a primeira vez que algo assim me acontece, e eu não estou habituado aos negativos, exceto quando eles vêm de uma mulher que eu tanto amo.
— Como faço para ela ser minha, meu amigo? — Atrevo-me a perguntar.
— Existe uma pílula com efeitos rápidos quando misturada com álcool. No dia seguinte, ela não se lembrará de nada e não haverá vestígios em seu sangue simples. Já usei muito em algumas meninas difíceis.
— Você é nojento — eu zombo, embora, no fundo, a ideia ressoe fortemente.
— Sim, mas não me apetece — diz ele, tirando um saco do bolso e me entrega. — Não perca uma boa oportunidade.
— Sim, seja qual for a que eu responda, a revirar os olhos enquanto mantenho o saco no bolso.
O resto do fim de semana eu passo contemplando a possibilidade de te-la apenas uma noite. O pior é que a minha mulher não está por perto para me ajudar com o meu t***o. Viviane e eu estamos casados há três anos, mas nos conhecemos desde a infância, já que nossos pais são melhores amigos. Somos o complemento perfeito: ela ignora minhas indiscrições, porque passa mais tempo fora do país do que em casa.
Quando chega a segunda-feira, estou de mau-humor, porque usar a mão direita não foi suficiente para me acalmar. No entanto, o destino parece estar a meu favor, porque a oportunidade se apresenta e eu a aproveito. Eu quase posso saborear sua vulnerabilidade enquanto a faço minha. Eu olho para o teto para não vê-lo, o que me ajuda a me concentrar em como é bom e acabo gozando.
Na manhã seguinte, ouço-a a perguntar, mas o cansaço é demasiado e m*l presto atenção. Eu já consegui o que queria; não estou interessado em mais nada. Além disso, tenho sorte, porque minha esposa voltou, e a última coisa que quero é que ela descubra que eu me meti com alguém da empresa, alguém que eu vou ter que ver toda vez quando chegar ao escritório.
No entanto, não demora muito até ela reclamar.
— Joyce contou sobre a confeiteira. Conheci, ela não tem nada chamativo — o seu tom parece calmo, mas não me engana; sei como Viviane é venenosa e impulsiva, pode ser. Não podia dormir melhor com alguém?
— Viviane!
— Você sabe qual é o negócio: não mexa com nenhuma mulher que você tenha que ver com frequência. Faz ideia do quão humilhante isso é? — Balbucia mais, mas não presto atenção a isso.
— Não se repetirá. Feliz? — Cortou a conversa.
— Ter um bebê faria feliz, querida esposa.
— Você sabe que não pode engravidar — Eu não tento ser c***l, estou apenas dizendo a verdade.
Tive problemas hormonais quando era jovem, resultando em uma histerectomia. Um ano atrás, ela decidiu querer ter filhos, mas achou humilhante adotar. Embora ela saiba que é sua única opção, ela ainda é teimosa e espera uma solução mágica.
— Você é insensível —levanta da cadeira e joga todos os papéis na minha mesa.
— Imaturo — eu digo atrás das costas dele.
Os meses seguintes passam como um borrão. Estou até ao pescoço no trabalho, a tentar fechar um negócio importante para a empresa. Eu m*l tenho tempo para respirar.
— Joyce, viu o meu telefone? — Pergunto enquanto continuo a olhar pela confusão que só eu compreendo.
— Não, senhor.
— Peça um novo. Eu preciso disso.
— Num momento.
Assim que Joyce sai, Viviane entra pela porta. Eu reviro os olhos, não tenho tempo para as birras dela.
— Vou organizar uma celebração este sábado. Acabou de fechar um negócio importante, e as pessoas têm que saber.
— Ainda não assinamos.
— Isso é o mínimo, eles vão assinar. Só aviso, porque serão a estrela da noite — mostra um sorriso malicioso, mas não me incomodo em analisá-lo.
— Ok, Viviane, você e seus eventos.
A minha declaração é suficiente para acalmá-la. Ouço a falar com a Joyce antes de sair. Eu me concentro novamente no meu trabalho e até o final do dia o acordo já foi assinado e endossado.
O sábado chega rapidamente e, ao entrar na sala, percebo que minha esposa não poupou despesas; tudo exala luxo e sofisticação. Um dos novos parceiros me convida a me aproximar. Nós nos afastamos da multidão para falar sobre o que segue para ambas as empresas.
— Atenção, senhoras e senhores — anuncia o anfitrião —, consigo, o CEO, Leonardo Salvatore.
Os participantes aplaudem enquanto eu subo ao palco. Eu sorrio como o homem de sucesso que eu sei que sou. Meu olhar viaja para o público e, de repente, eu vejo Helena entre os participantes. O que está ela está fazendo aqui? Eu não saí do meu espanto quando minha esposa aparece e tira o microfone de mim. O que está tramando, Viviane?
— Boa noite! — diz —, meu nome é Viviane Salvatore, para quem não sabe, sou a mulher do Leonardo. Esta noite celebramos não só o sucesso do meu marido, mas também as suas traições. Acontece que meu marido olhou para fora para o que ele já tinha em casa; na verdade, sua amante está aqui conosco. Certo, Helena?
Helena está paralisada e eu não reajo, isso me pegou de surpresa. Embora Viviane soubesse sobre Helena, ela nunca havia dado importância às minhas aventuras. O que o torna tão especial? E quando ouço a palavra “gravida”, tudo faz sentido.
Eu permaneço com a cabeça baixa, contemplando minhas opções. Não posso permitir que isso arruíne tudo o que construí. Uma criança fora do casamento seria desaprovada. Eu consigo tirar Viviane do palco e levá-la para um escritório isolado.
— O que acha que está fazendo? Confronto-a com — Está a arruinar-nos.
— Não, estou fazendo a minha jogada.
— Do que está falando?
— Já te disse, quero um bebê, e vou buscá-lo.
— Você é louca.
— Talvez. — Respondo antes de sair.
Eu coloquei minhas mãos na minha cabeça. Como eu poderia ser tão imprudente? No calor do momento, esqueci completamente de me proteger, e agora estou pagando as consequências. Deixo o escritório o mais rápido que posso, com as chaves do carro na mão. Eu entro no carro e dirijo com pressa, procurando por ela em todos os lugares. Quero falar com Helena, pedir para não ter o bebê.
Mas eu a vejo atravessando a rua, e um impulso incontrolável me faz acelerar e atropelar ela. O som de seu corpo caindo contra a calçada me sacode. É tão horrível que a culpa me invade imediatamente. Porque eu fiz isso?
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Meu Deus que homem horrivél coitada da Helena! O que Leoanrdo merece pelo m*l que fez com Helena?