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Uma Princesinha na Favela

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intro-logo
Blurb

Maria Gabriela é uma menina rica, que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando um vídeo constrangedor viraliza.

Após se tornar alvo de julgamentos por todos que a conhecem, inclusive a sua própria mãe, é decidido que Gabriela teria que passar um tempo afastada de tudo e todos, e não havia lugar melhor do que com sua amada tia Rita, só que ela não imaginava que sua tia agora morasse em uma favela e que lá cruzaria o caminho de Alex, um mecânico envolvido em coisas ilícitas que iria mexer com a sua cabeça e consertar o seu coração tão machucado... Ou quem sabe o quebrá-lo ainda mais.

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prólogo
Maria Gabriela — Amiga, eu falei com o Rodrigo e adivinha? — a olhei esperando. — Fala logo, Ingrid. — pressionei. Estudávamos juntos há anos e nunca tinha trocado mais que duas palavras com Rodrigo, nunca tinha tomado iniciativa para nada, se não fosse a Ingrid, eu jamais teria falado com ele. — Falei de você e ele me disse que quando você sair, ele quer te encontrar naquela escada que dá para o banheiro. — disse. — No terceiro andar? — interpelo receosa. — Não sei se é uma boa ideia. Eu não quero entrar com um garoto no banheiro, Ingrid. Ainda mais naquele lugar, ninguém pisa no terceiro andar. Vinquei minha testa não aceitando muito bem aquela ideia. E se alguém nos visse? — Para com essa pureza toda, amiga! Eu nunca disse que vocês se encontrariam no banheiro, eu disse que seria na escada que leva a ele, é bem diferente, sua imbeci***. Eu já estava acostumada com as mudanças de minha amiga quando era contrariada e ignorava todas às vezes que ela me xingava. — Lá é muito escondido. Não pode ser em uma daquelas mesinhas da cantina? Depois que o sinal bate lá fica praticamente vazio. — tento argumentar e ela revira os olhos. — Olha só, Gabriela, eu já fiz muito em organizar isso para vocês, se você não quer é só não aparecer. — se irrita e fecha a cara. — E fazer ele de bobo? — Ingrid apenas dá de ombros. Eu me sentiria muito m*l em deixar o pobrezinho esperando quando fui eu mesma quem começou tudo isso. — Tudo bem, eu vou. — me dou por vencida. *** Depois das aulas fui encontrar o garoto por quem tinha um longo crush naquela parte tão escondida da faculdade, poucos eram os alunos que passavam por ali, havia apenas salas de aula vazias, carteiras e poeira, o local servia mais como um depósito do que qualquer outra coisa. Subi cada degrau com incerteza, pensando que talvez eu deveria simplesmente dar meia volta e desculpar-me no dia seguinte, tive uma enorme vontade de pedir para que Ingrid me acompanhasse, mas iria parecer i****a da minha parte ir encontrar um garoto na companhia da amiga, então deixei para lá. Eu não tinha certeza se o que eu estava fazendo era certo, mas, ao mesmo tempo, não queria fazer Rodrigo esperar por mim à toa. Não sei quando ou como aquilo aconteceu, mas num momento estávamos tendo uma conversa amistosa sentados no degrau da escada e no outro Rodrigo estava com as mãos dentro da minha blusa enquanto nos beijávamos de maneira desesperada. Eu não tinha nenhuma experiência em relacionamentos, até porque nunca tinha estado em um, e isso em todos os aspectos, então apenas tentava imitar o que ele estava fazendo, mesmo que ele estivesse indo rápido demais. Era diferente do que muitas vezes eu imaginava deitada em minha cama antes de conseguir pegar no sono. — Vamos para lá. — apontou com a cabeça para o banheiro. — Ir para o ba-banheiro? - perguntei nervosa. — Por quê? — Gata, porque ali eu vou... — pensou por um instante. — Eu vou me sentir mais à vontade. Você me entende, né? — encarei Rodrigo por um momento. Ele não parecia desconfortável e nem deveria, pois por ali não passava definitivamente ninguém, nunca. Mas não querendo perder a única chance que eu poderia ter com ele, assenti. Eu não sei bem como tudo aconteceu, mas assim que adentramos àquele lugar, Rodrigo tomou minha boca com a sua e segurando firme minha cabeça, impediu que eu parasse com o beijo. Não que eu fosse fazer isso, eu já havia sonhado inúmeras vezes com aquele beijo. Não era assim que eu havia imaginado tantas e tantas noites antes de dormir. Não era para ser tão agressivo, mas era Rodrigo, como não poderia ser perfeito? Ele me colocou sentada em cima da pia e levantou a saia do meu vestido, eu estava tão nervosa, preocupada com o que ele acharia do meu corpo, eu não consegui relaxar em nenhum momento, mas agradeci por ele parecer não notar isso. Seria uma vergonha se ele percebesse o quão inexperiente eu era. — Você já foi chupada antes, gata? — olha para mim. Meu rosto esquentou na hora. Como ele conseguia falar isso assim? — O quê? — arregalei meus olhos com a facilidade com que ele falou aquilo. — Não! Eu sou virgem, nu-nunca fiz essas coisas! — respondi mais alto que o normal. Ele riu satisfeito com aquilo e começou a me despir. Definitivamente não era nada do jeito que sempre imaginei, não havia qualquer tipo de sentimento da parte dele e o meu coração não batia mais rápido, nem mesmo as "borboletas" na barriga eu senti, pelo menos era isso que prometiam nos clichês que eu possuía no meu kindl***. Quando fiz menção de me afastar e descer da bancada, Rodrigo segurou minha cintura mais forte e levou seu rosto até a minha intimidad***. — Não! Espera um pouco. — tentei me afastar dele, que afundou ainda mais as mãos na minha cintura, tanto que tenho certeza que ficaria dolorido depois. Eu estava divida entre sensações tão distintas. Existia o prazer de ter Rodrigo com a boca ali. Coisa que nunca senti antes, pois todas às vezes que decidi explorar meu corpo, eu estava sozinha e tímida em desbravar o meu próprio corpo. Com muita dificuldade e com os pensamentos nada calmos o fazia e, depois de tudo, a culpa me enchia. Consequentemente, demorava bastante tempo até que eu tivesse coragem de tentar de novo e sentir todas aquelas coisas que por alguns minutos me entorpeciam. Eu não entendia o que havia de errado comigo, mas algo sempre estava ali, me impedindo, me travando. Era essa a outra sensação de ter Rodrigo me possuindo com seus lábios, a culpa e a insegurança. Olhar para baixo e ver sua língua afundando em minha intimidas*** com tanto afinco, enquanto suas mãos percorriam da cintura para minhas coxas, me trouxe aquela sensação de entorpecimento que durava alguns segundos. Quanto mais rápido Rodrigo afundava sua língua, mais perto eu chegava. Minha cabeça caiu para trás e eu apoiei minha mão nos cabelos de Rodrigo, estava chegando, mas antes que eu fechasse os olhos... Ele parou. — Você gostou? — perguntou ao levantar o rosto e me deu um beijo rápido na boca. Eu respirava rápido, não conseguia formar uma só frase. Eu tinha acabado de experimentar sensações novas, mas faltava algo. — Sim. — foi a única coisa que saiu da minha boca, um murmúrio baixo e sem qualquer emoção. Trocamos mais algumas carícias e em determinado momento Rodrigo pediu para que eu entregasse minha calcinha a ele. Eu não pensei em nada, entreguei e nos despedimos com um abraço e um beijo. Quando abri a porta não estava preparada para o que me esperava. Ingrid estava ali com alguns dos nossos colegas de sala. — Eu pensei que a santinha seria bem mais difícil. — riu. — Mas você abriu as pernas rapidinho até. — Ingrid, o que significa tudo isso? Olhei para os lados procurando uma saída para tudo aquilo e percebi que não havia para onde fugir. — Eu só aturei fingir ser sua amiguinha esse tempo todo porque você me divertia, Gabizinha. Você com essa sua idiotice de virgindade era a minha piada preferida. — gargalhou. Eu estava estática, como ela pôde fazer isso comigo? Eu a considerava minha amiga, a minha única amiga. — O que eu fiz para você? — murmurei querendo esconder o rosto em qualquer buraco. Eu só queria sair dali. — Você é mesmo uma i****a. Sei lá, me divertia ouvindo as histórias da virgenzinha que sonhava em dar para o bonitinho da sala. Você é patética, garota! — Quando ela disse isso, os meninos começaram a gritar. Isso não podia estar acontecendo, eu desejava que tudo isso não passasse de um pesadelo e que logo acordaria, fechei meus olhos e os abri e nada, eu estava no mesmo lugar. — E eu, Gabi? Posso ser o próximo? — Não mesmo, cara. O próximo com certeza vai ser eu. — Olhei para todos e abaixei minha cabeça chorando com a forma que todos falavam, eu me sentia humilhada e suja. Eu nunca havia tido um namorado, nunca havia beijado como beijei Rodrigo minutos atrás, nunca fiz nada daquilo, no entanto, todos pareciam duvidar. — Chega! Uma garota que eu nunca havia visto começou a empurrar as pessoas e vir na minha direção, passando os braços pelo meu ombro. — Vocês não vão mais rir dessa menina, isso é muito errado, vão procurar o que fazer! — Chegou a sapatão para estragar tudo, que merd***! — alguém lamentou lá atrás. Ela não disse nada, saiu dali me puxando com ela e quando já estávamos longe de todos, parou na minha frente e me fitou. — Shhh. Calma, você precisa ficar calma agora, já passou. — Afagou meus cabelos e então eu desmoronei, a agarrei como se minha vida dependesse daquilo e escondi meu rosto em seu pescoço. — Por que comigo?

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