Victor Kane chegou à sede da Kane Electronics às 8h15, pontual como sempre. O terno cinza escuro feito sob medida não conseguia esconder a tensão em seus ombros largos.
Durante todo o trajeto, imagens de Luna não saíam de sua cabeça: o corpo suado brilhando sob as luzes, a b***a empinada rebolando a centímetros do seu rosto, o cheiro dela, o gemido baixo que escapou quando ela terminou o show.
Ele m*l dormira. Passara a noite se masturbando duas vezes pensando nela, mas o alívio foi patético. Nada substituía o desejo real.
A primeira reunião do dia era com a diretoria financeira. Números, gráficos, projeções de crescimento para o próximo trimestre.
Victor sentou-se na cabeceira da mesa de vidro, mas sua mente vagava. Enquanto o CFO falava sobre margens de lucro, ele só conseguia ver Luna descendo invertida no pole, abrindo as coxas grossas, a calcinha vermelha colada na b****a molhada. Seu p*u latejou dentro da calça só com a memória.
— Sr. Kane? O que acha da proposta de redução de custos?
perguntou um dos diretores.Victor piscou, voltando à realidade.
— Repita o último slide
ordenou, voz rouca.Ele quase não conseguia manter o foco. Toda vez que fechava os olhos por um segundo, via os s***s fartos dela subindo e descendo, os m*****s duros marcando o strass, o suor escorrendo pelo vale entre eles.
Durante a reunião de estratégia com a equipe da China, ele respondeu no automático, a mente presa no momento em que Luna rebolou com as mãos apoiadas em seus joelhos, quase roçando a ereção dele.Rafael, seu sócio, notou.
— Cara, você tá estranho hoje. Dormiu pouco?
Victor apenas grunhiu uma resposta vaga. Não ia admitir que uma dançarina estava bagunçando sua cabeça.
O dia seguiu assim: almoço sem apetite, duas reuniões em que ele foi curto e irritado, e uma videoconferência onde quase perdeu a paciência com um fornecedor.
Luna estava em todo lugar. O cheiro imaginário dela. O som da respiração acelerada dela. O desafio no olhar quando disse:
“Eu não sou acompanhante”.
Por volta das 17h40, sozinho em sua sala ampla com vista para o mar, Victor não aguentou mais. Pegou o celular e ligou para Roberto.
— Quero Luna novamente. Hoje. Mesmo valor. Mesmas condições. Carro busca em duas horas.
Roberto hesitou, mas confirmou. Victor sorriu com frieza. Ele teria o que queria. Mais cedo ou mais tarde.
Às 21h15, Luna chegou à mansão pela segunda vez. O mesmo casaco longo preto, o mesmo conjunto vermelho por baixo.
Victor a esperava no salão, já com um copo de uísque na mão, o terno da empresa ainda no corpo, gravata afrouxada.
Dessa vez, a tensão no ar estava mais densa. Mais perigosa.A música começou. As mesmas batidas graves e lentas.
Luna tirou o casaco devagar, deixando-o cair. O conjunto vermelho brilhava sob as luzes indiretas. Ela começou a dançar com ainda mais intensidade que da primeira vez.
Seus quadris rebolavam em círculos lentos e provocantes. As mãos subiam pelos s***s fartos, apertando-os com mais força, fazendo a carne transbordar entre os dedos.
O suor já começava a aparecer, brilhando na pele morena dourada. Ela desceu devagar pelo pole, abrindo as pernas em um split invertido perfeito, a calcinha fio-dental vermelho-sangue desaparecendo completamente entre as nádegas grandes e empinadas.
O suor escorria pelo vale profundo entre seus s***s enquanto ela girava, os longos cabelos negros grudando na pele úmida do pescoço e das costas.
Luna se agachou, abrindo as coxas grossas, mostrando como a calcinha já estava visivelmente molhada, colada aos lábios inchados.
Virou de costas, empinou a b***a magnífica e rebolou com precisão hipnótica, olhando por cima do ombro com olhos que prometiam tudo e nada.
Victor estava sentado na poltrona, punhos cerrados sobre os braços de couro. Seu p*u estava completamente duro, latejando dolorosamente contra o tecido da calça.
Luna se aproximou. Quase roçando. O cheiro dela,suor, perfume e excitação feminina, o deixou louco. Ela girou, deixou o cabelo longo roçar o peito dele e sussurrou:
— Você não consegue parar de olhar, né?
— Você não é como as outras
Rosnou Victor, voz rouca de t***o.
— As outras fingem. Você gosta disso pra c*****o. Dá pra ver como sua b****a fica molhada só de dançar.
Luna riu baixinho, rouca, e virou de costas novamente. Apoio as mãos nos joelhos dele e rebolou bem perto da virilha, sentindo a ereção grossa roçar contra a b***a macia.
Victor soltou um gemido gutural, quase perdendo o controle.O show durou quase cinquenta minutos.
Luna dançou como se o mundo inteiro dependesse daquilo. Corpo brilhando de suor, m*****s duros, respiração pesada, quadris tremendo no ritmo final com o corpo arqueado para trás, s***s apontando para o teto.
Quando terminou, Victor levantou-se rapidamente. O volume na calça era óbvio. Ele se aproximou, parando a poucos centímetros dela.
— Eu te quero, Luna. Agora. Diga o preço. Qualquer valor. Quero te f***r nessa poltrona, sentir você rebolando no meu p*u do mesmo jeito que rebolou agora.
Luna sustentou o olhar, ainda ofegante, o corpo quente e suado. Ela sentiu a própria excitação escorrendo pela coxa, mas manteve a voz firme:
— Eu não sou prostituta, Victor. Eu transo quando eu quero, com quem eu quero. Não vendo meu corpo. Nem pra você, nem pro seu dinheiro todo.
Victor segurou o braço dela, não com força suficiente para machucar, mas com clara frustração.
— Você tá me deixando louco de propósito. Sabe que eu tô duro pra c*****o, que eu m*l consegui trabalhar hoje pensando nessa sua b***a. E vai embora assim?
Ela sorriu com aquele ar desafiador, pegou o envelope e vestiu o casaco devagar.
— Exatamente. Aprenda a desejar o que não pode controlar, Victor Kane. Talvez assim você me valorize de verdade.
Luna caminhou até a porta. Antes de sair, olhou para trás uma última vez. Victor estava parado, respiração pesada, olhos verdes queimando de desejo e raiva.
— Boa noite.
A porta se fechou.Victor ficou sozinho no salão. A fúria subiu como lava. Ele jogou o copo de uísque contra a parede, o vidro explodindo em mil pedaços.
— p***a!
rugiu, passando as mãos no cabelo.Ele estava puto. Puto de verdade. Nenhuma mulher nunca o havia rejeitado assim. Nenhuma.
E justamente essa, a que ele mais desejava, a que dançava como se fosse feita de fogo, o deixava ali, duro, latejando, louco de t***o e ódio.
Mas o ódio só aumentava o desejo.
Victor sentou-se novamente, abriu o zíper da calça e puxou o p*u grosso e pulsante.
Começou a se masturbar com raiva, imaginando Luna cavalgando ele, a b***a batendo contra suas coxas, os s***s pulando enquanto ela gemia seu nome.
Gozou em menos de dois minutos, jatos grossos sujando a calça e a mão, mas o alívio foi vazio.Ele limpou-se com raiva e olhou para o mar escuro pela parede de vidro.
— Luna Tavares… você vai ser minha. Mais cedo ou mais tarde.
Do lado de fora, no carro que a levava de volta, Luna sorria sozinha, o corpo ainda vibrando. Entre as coxas, estava encharcada. Ela apertou as pernas, sentindo o c******s latejar, mas não se tocou.
Ela só transava quando queria. E por enquanto, o jogo de desejar e ser desejada era delicioso demais para acabar.
A obsessão de Victor Kane acabara de ganhar um combustível perigoso: a raiva de quem nunca perde… e a excitação de quem encontrou alguém que vale a pena conquistar.