O Mercedes preto parou suavemente em frente à mansão imponente na Barra da Tijuca.
Luna Tavares desceu do carro com a confiança de quem sabe exatamente o valor que carrega.
O ar da noite estava morno, com cheiro de mar e sal. Ela vestia um casaco longo preto por cima do conjunto vermelho que o cliente havia pedido.
um top de strass que m*l continha seus s***s cheios e uma calcinha fio-dental que desaparecia entre as nádegas redondas e firmes.
Um segurança discreto a acompanhou até o grande salão. Quando a porta se abriu, Luna sentiu o impacto da riqueza.
O ambiente era luxuoso e intimista: luzes indiretas quentes douradas e roxas, parede de vidro do chão ao teto revelando o mar escuro lá fora, piso de mármore italiano, uma enorme poltrona de couro preto posicionada estrategicamente no centro.
E lá estava ele.Victor Kane.Alto, imponente, quarenta anos bem vividos. Terno preto feito sob medida colado ao corpo atlético.
Cabelo escuro com fios grisalhos nas têmporas. Olhos verdes penetrantes que a avaliaram lentamente, como se já estivessem imaginando cada centímetro de pele que o casaco escondia.
— Luna Tavares
disse ela, voz rouca e segura,estendendo a mão com profissionalismo.
— Sem sobrenome hoje.
Victor segurou sua mão por um segundo a mais que o necessário, sentindo a maciez da pele dela.
— Victor Kane. Pode me chamar só de Victor. Obrigado por aceitar o convite.
Ele serviu uma taça de champanhe gelado e entregou a ela. Seus dedos se tocaram. Uma faísca. Luna aceitou a taça, mas bebeu apenas um gole pequeno.
Nunca se embriagava em trabalho.
A música começou. Batidas graves, lentas, sensuais, o tipo de som que parecia vibrar direto entre as pernas.
Luna caminhou até o centro do salão, tirou o casaco devagar e o deixou cair aos seus pés.
Victor sentou-se na poltrona, pernas abertas, copo de uísque na mão. Seus olhos se arregalaram levemente ao ver o corpo dela sob as luzes.
Luna era uma visão. Pele morena brilhando com óleo sutil, s***s fartos quase escapando do top vermelho de strass, cintura fina, quadris largos, coxas grossas e aquela b***a perfeita, redonda e empinada que a calcinha fio-dental m*l conseguia cobrir.
Ela começou a se mover.
Devagar no início. Quadris girando em círculos lentos e hipnóticos, como se estivesse fazendo amor com o ar.
As mãos subiram pelos próprios s***s, apertando-os por cima do tecido, fazendo os m*****s escuros marcarem o strass.
Desceu as mãos pela barriga lisinha, passando os dedos pela borda da calcinha, depois virou de costas.
Empinou a b***a com maestria, rebolando em ondas perfeitas, olhando por cima do ombro com um olhar desafiador.
O movimento fazia as nádegas tremerem levemente, a luz refletindo no óleo da pele. Victor apertou o copo com mais força, sentindo o p*u endurecer rapidamente dentro da calça.
Luna agarrou o pole que havia sido instalado especialmente para ela e subiu com elegância felina.
Girou invertida, abrindo as pernas em um split aéreo que expunha completamente a calcinha vermelha colada à sua i********e.
Desceu devagar, controlando cada músculo, até ficar agachada no chão. Abriu as coxas grossas, rebolando sentada, as mãos deslizando entre as pernas sem tocar diretamente, apenas provocando.
— p***a…
Victor murmurou baixinho, sem conseguir controlar.Ela se aproximou dele. Quase roçando.
O cheiro dela, suor fresco, perfume caro e excitação feminina, invadiu as narinas dele. Luna rebolou bem na frente de Victor, a b***a a poucos centímetros do rosto dele, depois virou e deixou os s***s passarem perto da boca dele.
Não tocou. Nunca tocava primeiro.
Victor estava hipnotizado. Não era só o corpo, era o jeito como ela dançava. Havia prazer genuíno em cada movimento.
Seus olhos brilhavam, a respiração estava acelerada, um leve brilho de suor escorria entre os s***s e descia pela barriga até desaparecer na calcinha.
Ela estava molhada. Ele conseguia sentir o cheiro doce e quente.Luna voltou ao pole, fez um climb poderoso, girou em chamas imaginárias, desceu com uma perna esticada para cima enquanto a outra ficava enrolada.
Seu corpo brilhava inteiro agora. Os m*****s duros como pedras. A calcinha tinha uma marca escura no centro, ela realmente estava excitada com a dança.
Quando a música chegou ao clímax, Luna terminou no chão, arqueada para trás em uma ponte sensual, empinando a b***a e os s***s para o alto, gemendo baixinho com a respiração pesada.
O salão ficou em silêncio por alguns segundos, exceto pela respiração dela.
Victor aplaudiu devagar, levantando-se.
Seu p*u estava visivelmente duro contra o tecido da calça. Ele se aproximou, parando a menos de um metro dela.
— Você é diferente de todas que já vi
disse ele, voz grave e rouca de desejo.
— Elas fingem. Você… você goza dançando, não é?
Luna se levantou lentamente, ainda ofegante, os s***s subindo e descendo. Um sorriso safado surgiu em seus lábios carnudos.
— Eu danço porque amo, Victor. Não porque preciso do dinheiro. O dinheiro é consequência.
Ele deu mais um passo. O desejo era palpável no ar.
— Eu quero você. De qualquer jeito. Diga o valor. Dobre. Triplique. Quero você aqui, agora. Quero sentir esse corpo suado contra o meu. Quero te f***r enquanto você rebola do mesmo jeito que fez agora.
Luna sustentou o olhar dele sem piscar. Apesar da excitação óbvia entre suas próprias pernas, sua voz saiu firme:
— Eu não sou acompanhante, Victor. Sou dançarina. Não vendo meu corpo. Nunca vendi e não vou começar hoje, nem por todo o dinheiro da sua conta.
Victor respirou fundo, lutando contra o instinto de puxá-la para si. Seus olhos verdes queimavam de frustração e desejo.
— Eu não estou te tratando como acompanhante. Estou te tratando como a mulher mais desejável que já vi. Isso não é só t***o. É obsessão.
Luna pegou o casaco devagar e vestiu, cobrindo o corpo que ainda pulsava de energia. Ela se aproximou dele até quase encostar os s***s no peito dele e sussurrou:
— Então aprenda a desejar o que não pode ter. Essa é a parte mais gostosa, não acha?
Victor segurou o pulso dela com firmeza, mas sem machucar. Seu polegar acariciou a pele macia.
— Você vai me deixar assim? Duro, louco, querendo te comer a noite inteira?
Ela sorriu, mordendo o lábio inferior.
— Exatamente assim. Talvez da próxima vez você aprenda a apreciar só a dança.
Luna se afastou, pegou o envelope grosso que ele havia deixado sobre a mesa e caminhou até a porta.
Antes de sair, olhou para trás uma última vez. Victor estava parado no meio do salão, punhos cerrados, respiração pesada, o volume na calça impossível de disfarçar.
— Boa noite, Victor Kane.
A porta se fechou atrás dela.Victor ficou sozinho no enorme salão. O cheiro dela ainda pairava no ar. Ele serviu mais uísque e tomou de uma vez, tentando acalmar o fogo que queimava em suas veias.
Sentou-se na poltrona onde havia assistido ao show e passou a mão pelo p*u latejante por cima da calça, apertando com força.
— Luna Tavares…
murmurou para si mesmo, com um sorriso perigoso.
— Você não faz ideia do que acabou de começar.
Ele queria ela. Queria de qualquer jeito. Queria a boca carnuda chupando ele, queria sentir aquela b***a empinada batendo contra seu quadril, queria ouvir os gemidos verdadeiros enquanto metia fundo.
Mas ela havia deixado claro: não era mercadoria.E justamente por isso, Victor Kane, o homem que sempre conseguia tudo o que queria, sentiu pela primeira vez em muito tempo o gosto amargo e viciante do desejo proibido.
Lá fora, no banco de trás do Mercedes que a levava de volta para Ipanema, Luna sorriu sozinha.
Seu corpo ainda vibrava. Entre as coxas, a calcinha estava completamente encharcada.
Ela deslizou a mão por baixo do casaco e apertou a própria b****a por cima do tecido, soltando um gemido baixinho.
— p***a, ele é intenso…
sussurrou.Mas ela sabia o perigo.Homens como Victor não desistiam fácil. E ela também não estava acostumada a sentir tanto t***o por um cliente.
A noite havia sido apenas o começo de algo muito maior. E muito mais perigoso.