O sol já estava alto quando Luna Tavares abriu os olhos na manhã seguinte. O relógio marcava 10h47.
Ela sorriu preguiçosamente, sentindo o corpo deliciosamente dolorido dos shows da noite anterior.
Os músculos das coxas, abdômen e ombros reclamavam, mas era uma dor boa, a dor de quem vive intensamente.
Ainda nua, rolou na cama king size e pegou o celular. Algumas mensagens das meninas desejando bom dia, um áudio de Sasha reclamando da ressaca da caipirinha e uma notificação do banco confirmando o depósito da noite passada.
Sorriu satisfeita. Pagaria mais uma parcela da cobertura esse mês.
Levantou-se devagar, alongando os braços acima da cabeça.
Os s***s cheios e firmes acompanharam o movimento, m*****s escuros endurecendo com a brisa que entrava pela varanda aberta.
Caminhou até a cozinha americana, preparou um shake proteico com banana, aveia, pasta de amendoim e whey de baunilha.
Bebeu devagar, olhando o mar de Ipanema pela janela.Essa era sua vida real. Longe dos holofotes, longe dos olhares famintos. Uma vida construída por ela, para ela.
Depois do shake, Luna vestiu uma legging preta de alta compressão que marcava cada curva das coxas grossas e da b***a empinada, e um top cropped esportivo que m*l continha os s***s.
Prendeu os longos cabelos negros em um r**o de cavalo alto e desceu para a sala de estar, onde o pole dance profissional brilhava sob a luz natural.
O treino matinal era sagrado.
Ligou o som no volume alto, um mix de R&B sensual com batidas eletrônicas pesadas.
Começou com alongamento profundo no chão. Abriu as pernas em um split frontal perfeito, o tecido da legging esticando contra sua i********e.
Sentiu o músculo alongar, a queimação gostosa subindo pelas virilhas. Depois, alongou os ombros e as costas, girando o tronco e sentindo os s***s pesados balançarem livremente.
Subiu no pole.
Primeiro, os climbs básicos para aquecer. Braços fortes puxando o peso do corpo, pernas enroladas no aço frio.
Subia e descia com controle, sentindo os músculos das costas e bíceps trabalharem. O suor começou a aparecer rapidamente, um brilho fino na pele morena do pescoço e entre os s***s.
Depois veio o verdadeiro treino.
Fez uma sequência de spins: fireman spin, gemini, iron X. Em cada giro, seu corpo girava com precisão, os quadris abrindo e fechando no ar, a b***a redonda tensionando a cada movimento.
Desceu invertida, segurando o pole apenas com as coxas, cabeça para baixo, cabelo quase tocando o chão.
Abriu as pernas em um split aéreo, sentindo o ar fresco tocar o ponto quente entre elas. A legging estava úmida de suor, marcando claramente o contorno dos lábios vaginais.
— p***a, que delícia…
murmurou para si mesma, sorrindo.
Passou para floorwork. Deitou no chão frio, arqueou as costas em uma ponte sensual, empinando a b***a enquanto contraía os glúteos.
Rolou o corpo como uma onda, mãos deslizando pelos s***s, apertando-os por cima do top, descendo pela barriga lisinha até a virilha. Mesmo sozinha, dançava como se mil olhos a observassem.
Era seu momento mais íntimo e poderoso.Fez séries de flexões com clap, prancha lateral, abdominal com elevação de pernas e glute bridge com abdução, abrindo e fechando as coxas enquanto empinava o quadril, imaginando o atrito de um corpo contra o seu.
O suor escorria agora em fartas gotas: pelo vale profundo entre os s***s, descendo pela barriga, acumulando na virilha e molhando a legging.
Depois de noventa minutos intensos, Luna estava exausta e eufórica. O corpo brilhava inteiro, o cheiro de suor feminino misturado ao perfume residual da noite anterior preenchia a sala.
Sentou no chão com as pernas abertas em V, alongando mais uma vez, passando as mãos pelas coxas grossas e sentindo a maciez da pele por baixo do suor.
Tomou uma ducha longa e demorada. Deixou a água quente cair sobre o corpo, massageando os músculos doloridos com as próprias mãos.
Passou bastante tempo nos s***s, apertando-os suavemente, circulando os m*****s com os dedos até ficarem bem duros.
Desceu uma mão até entre as pernas, lavando a i********e inchada do treino com movimentos lentos e preguiçosos. Não se masturbou,guardava isso para quando realmente precisasse. Apenas desfrutou da sensação.
Saiu do banho enrolada em uma toalha pequena que m*l cobria a b***a. Foi até o closet e escolheu a roupa do dia: um vestido soltinho branco, curto, sem sutiã, que marcava os b***s dos s***s e deixava as pernas à mostra.
Calçou sandálias de salto médio e saiu para a vida “normal”.Primeiro, almoço leve em um restaurante saudável favorito em Ipanema: salmão grelhado, salada de quinoa, abacate e batata doce.
Comeu olhando o mar, respondendo mensagens e postando um stories discreto do shake matinal (nunca mostrava o pole em casa,isso era particular).
Depois foi à academia de pilates reformada na Vieira Souto. Lá fez uma aula particular de uma hora, focada em core e glúteos. A instrutora elogiava constantemente sua força e flexibilidade.
“Você tem o corpo de uma atleta, Luna.”
Ela sorria por dentro. Sabia que era mais que isso. Era o corpo de uma mulher que dominava a noite.
À tarde, passou na clínica de estética para uma sessão de drenagem linfática e massagem modeladora. Deitou na maca apenas com uma calcinha descartável, sentindo as mãos firmes da terapeuta trabalharem suas coxas, glúteos e abdômen.
A pressão era deliciosa, quase sensual. Fechou os olhos e relaxou, deixando a mente vagar.
Voltou para casa por volta das 16h. Tirou o vestido, ficou nua novamente e foi para a varanda com um livro erótico que estava lendo,uma história de uma mulher que se recusava a ser domada.
Leu algumas páginas, tocando distraidamente os s***s enquanto o vento fresco batia entre suas pernas.
Por volta das 18h, começou os preparativos para a noite.
Cozinhou uma refeição leve: frango grelhado, legumes e arroz integral. Comeu assistindo a vídeos de pole dance internacional no notebook, analisando novas técnicas que queria testar.
Depois fez uma máscara facial de argila, pintou as unhas dos pés de vermelho escuro e escolheu o look da noite: conjunto dourado metálico com strass, que refletia a luz como um diamante.
Top que m*l cobria os m*****s e uma calcinha que era praticamente um fio entre as nádegas.
Sentou na penteadeira. Maquiagem impecável: base glowy, contorno perfeito, delineado longo, boca vermelha poderosa.
Passou óleo brilhante nos s***s, nos ombros e nas pernas, massageando até a pele ficar com um glow irresistível. Olhou-se no espelho de corpo inteiro e sorriu satisfeita.
— Essa sou eu
murmurou.
— Livre. Poderosa. Inteira.
Antes de sair, ainda fez quinze minutos leves no pole de casa, só para sentir o corpo acordado. Girou devagar, rebolando, sentindo o metal frio contra a pele quente.
A excitação da noite já começava a subir.Saiu da cobertura às 20h40. Dirigiu seu Audi A3 branco até o Velvet Shadow, sentindo a adrenalina habitual.
No caminho, ligou o som alto e cantou junto, rebolando no banco do motorista.
Chegou ao clube e foi recebida com os gritos animados das meninas no camarim.
— Olha essa gostosa brilhando!
exclamou Vicky, já quase pronta.
Sasha deu um abraço apertado, apertando de leve os s***s dela de brincadeira.
— Hoje você vai matar, Luna. Tá com cara de quem treinou pra c*****o.
Jade pediu ajuda para ajustar o look. Luna ajudou, dando dicas de maquiagem e pose. O ambiente era de pura cumplicidade feminina: risadas, perfume, glitter voando, música alta vindo do salão.
Enquanto se arrumava, Luna sentia aquela energia familiar crescendo. A noite era seu palco. O pole, seu trono. Ali ela não era só Luna Tavares, era a rainha intocável, a mulher que decidia as regras do desejo.
Roberto apareceu no camarim avisando que a casa estava enchendo rápido. Luna terminou de passar gloss nos lábios, olhou-se mais uma vez no espelho e sorriu com aquele olhar predador que usava no palco.
A noite estava apenas começando.
E ela estava pronta para dominá-la.