CAPÍTULO OITO

2361 Words

Muitos pássaros cantavam na floresta menádia, talvez tentando ostentar o seu som em meio a tantos outros que os cercavam. O sol brilhava intenso naquele dia de viagem e o céu estava limpo, num azul esplendoroso. Eu ia acima da carroça. Tânio, o então meu meio-irmão também bastardo de Tirários, “filho” do dono da padaria da Barra, e o mais velho depois de mim, ia a cavalo com Ikiiki. Eu tentava não rir vendo que o garoto, que era só três semanas mais novo do que eu, tentava não tocar nem na vestimenta da anua. Era visível como preferiria ir rolando no chão a ir atrás dela. Mas a pé ele nos atrasaria e a carroça só cabia a mim e às coisas que levávamos, fazendo-o não ter opção alguma. Ele passava um olhar frio para mim oras ou outras, e eu procurava não o olhar, por me achar incapacitada

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