TAVÃO
Desde o dia em que vi Lavínia aos beijos com o Pecko no beco, minha cabeça virou um caos. Eu sempre fui protetor com ela, cuidava pra que nenhum i****a se aproveitasse, mas, naquele dia, percebi que meu ciúme não era de irmão. Era outra coisa, uma coisa que eu não sabia nem se podia sentir.
Eu tentei ignorar, seguir a vida. Afinal, o que eu podia fazer? A Lavínia era linda, e tinha curvas acentuadas, uma delícia aos olhos de qualquer um e todo mundo no morro sabia disso, eu sei que eu não tinha direito nenhum de querer controlar quem ela beijava ou deixava de beijar. Mas, toda vez que eu olhava pra ela, meu peito apertava, minha cabeça girava, e eu sabia que tava ferrado.
Mais tarde no mesmo dia que a vi no beco, eu fui desenrolar com o Pecko, mas ele tava na boca com outros caras. Ele contava vantagens, dizia que pegou a Lavínia de quatro e outras barbaridade. Eu me encostei na parede de uma das casas e me controlo pra não quebrar ele ali mesmo.
Depois que eu surtei de ciúmes a Lavínia começou a me provocar, eu sei disso agora. Não era por acaso o jeito que ela me olhava, as roupas curtas, as brincadeiras que faziam meu rosto esquentar. Eu tentava me segurar, mas, por dentro, era como se eu estivesse numa guerra.
Naquela manhã de sexta, quando vi a porta do quarto dela aberta, minha intenção era só chamar pra tomar café. Só isso. Mas aí eu olhei, e... caramba. Ela tava ali, de calcinha e sutiã, se mexendo devagar, com aquela expressão tranquila de quem ainda tava acordando. Eu fiquei paralisado, sabia que devia sair, mas não consegui, minha tora ficou enorme, loucura.
Quando ela me viu e gritou, eu senti o sangue sumir do meu rosto e depois voltar com tudo. Saí quase tropeçando, tentando fingir que aquilo não tinha acontecido.
Na cozinha, ainda tava tentando recuperar o controle quando ela desceu só com uma camiseta. Curta. Curta demais, p***a. A ponta da camiseta mostrava um pedaço da poupa da b***a dela, e aquilo foi como um soco no estômago. Eu tentei desviar o olhar, tentei ignorar, mas quando ela passou perto de mim e começou a brincar com a banana, não deu mais.
Ela sabia o que tava fazendo. Cada gesto, cada palavra era pra me testar, e eu perdi o controle. Quando percebi, já tava segurando ela pelos braços, minha respiração pesada, sentindo o cheiro dela tão perto. Eu precisava dela, e, naquele momento, não consegui pensar em mais nada além disso.
Beijei Lavínia. Beijei com tudo que eu tinha guardado, e, quando ela retribuiu, foi como se o mundo ao meu redor sumisse. Eu tava ali, só com ela, e não queria que aquilo acabasse.
Peguei firme no bumbum durinho dela só de calcinha, um t***o de menina. Chega meu p*u babou, naquele momento tudo que eu queria, era dar só botada com força na b*******a dela.
Subi com ela pro meu quarto. O ar frio contrastava com o calor que vinha de nós dois. Deitei ela na cama, minhas mãos explorando o corpo dela enquanto meus lábios não saíam dos dela. Quando levantei a blusa dela, a pele dela era quente, macia, e eu sabia que tava indo longe demais. Mas não conseguia parar. t***o tava a mil, meu p*u durão louco pra invadir ela toda.
Quando minha boca encontrou o seio dela, tudo ficou ainda mais intenso. Estava quase explodindo nas calças. Que seio firme, o bico tão pequeno eu estava enlouquecendo. Até que ela me pediu pra parar.
As palavras dela me atingiram como um balde de água fria:
— Eu sou virgem, Tavão. E isso é errado.
Fiquei parado, tentando processar o que ela tinha acabado de dizer. Ela era virgem? Por que o i*****l do Pecko falou aquelas merdas? E, mais do que isso, ela tava certa. O que a gente tava fazendo era errado. Eu parecia um predador doentio.
Saí do quarto sem olhar pra trás, minha cabeça a mil. Precisava de espaço, precisava pensar. Peguei minha moto e saí por aí, sem rumo. Fiquei rodando pela cidade, tentando me afastar do que tinha acontecido, mas a lembrança dela não saía da minha mente.
O gosto dos lábios dela, o jeito que ela me olhou, a sensação da pele dela sob minhas mãos… eu tava perdido. Não sabia como ia voltar pra casa e encarar ela de novo, mas uma coisa eu sabia: nada seria como antes.
Sentado num banco de praça qualquer, eu olhei pro celular e vi a mensagem dela. Lavínia. Ela tava querendo conversar, mas eu não tinha coragem nem de abrir. Passei a mão no rosto, tentando tirar o peso que tava no meu peito.
Eu sou um homem feito, 23 anos, e ela... uma adolescente de 16. Que merda eu tava fazendo? Ramon confiava em mim pra cuidar da filha dele. Como eu ia olhar na cara dele agora? Ele era um cara bravo, cheio de princípios, o tipo de pai que faria de tudo pelos filhos. Se ele soubesse do que aconteceu... não, ele nunca aceitaria.
O celular vibrou na minha mão, me tirando dos pensamentos. Olhei o visor e vi o nome: Ayumi. Todo mundo no morro chamava ela de Tokyo, por causa que ela é descendente de j*******s. Era uma garota tranquila, sem complicação. A gente ficava às vezes, e ela sabia separar as coisas.
Atendi, meio hesitante.
— Fala, Tokyo.
— Fala, gostosão. Tá sumido, hein? — A voz dela tinha um tom brincalhão. — Tá de bobeira? Vem aqui em casa, tô sozinha.
Fiquei em silêncio por uns segundos, ponderando. Talvez fosse o que eu precisava. Tokyo sempre sabia como me fazer esquecer qualquer coisa. E, se tinha uma coisa que ela fazia como ninguém, era me deixar relaxado.
— Tô indo. — Respondi, desligando antes que pudesse mudar de ideia.
Subi na moto e acelerei, o vento batendo no rosto enquanto eu tentava apagar a lembrança do beijo de Lavínia. Talvez Tokyo fosse o escape que eu precisava. Talvez, depois de estar com ela, essa loucura que tava me consumindo desaparecesse.
Mas, no fundo, eu sabia que não ia ser tão simples assim.
Cheguei na casa da Tokyo em menos de vinte minutos. A moto m*l tinha parado, e ela já abriu a porta, usando um shortinho curto e uma regata que deixava a alça do sutiã à mostra. Tokyo sempre sabia como chamar atenção, do jeito certo.
— Demorou, hein? — Ela brincou, encostada na porta, me olhando de cima a baixo.
— Tava resolvendo umas coisas. — Respondi, tirando o capacete e entrando.
O barraco dela era pequeno, mas organizado. Tokyo tinha aquele jeito de menina desencanada, mas era super cuidadosa com o lar o chão era de cimento queimado mas o espaço dela era impecável. Fechei a porta atrás de mim, e ela já tava na minha frente, sorrindo daquele jeito que só ela sabia.
— Então, vai me dizer o que tá te deixando assim? Tá com uma cara... — Ela se aproximou, deslizando as mãos pelo meu peito.
— Nada. — Menti, segurando na cintura dela. — Só precisava distrair a cabeça.
— Distração eu sei te dar. — Ela respondeu com uma risada baixa, puxando minha camisa pra cima e jogando no sofá.
Tokyo não enrolava, e eu gostava disso. O jeito que ela me empurrou contra o sofá, já sentando no meu colo, era puro controle. Ela passou as mãos pelos meus ombros, descendo devagar, enquanto me encarava com aqueles olhos puxados que brilhavam com malícia.
— Relaxa, Tavão. Deixa comigo. — Ela murmurou, antes de beijar meu pescoço.
Era fácil se perder com ela. Tokyo sabia o que fazia, cada movimento calculado pra me deixar louco. Quando ela desceu pro chão, entre as minhas pernas, eu já tinha esquecido por um momento o motivo de estar ali.
Ela chupava me olhando de um jeito que me fazia esquecer tudo, até meu nome.
Ela era habilidosa, e eu não podia negar isso. Tokyo era direta, intensa e sabia exatamente como me deixar sem pensar em mais nada além daquele momento.
Mas, no fundo, enquanto ela fazia o que sabia fazer de melhor, a imagem de Lavínia voltou. O gosto do beijo dela, o toque suave das mãos, a pele quente sob as minhas...
Fechei os olhos, tentando apagar aquilo, mas não conseguia. Mesmo ali, com Tokyo, tudo que eu queria era voltar no tempo e entender o que tava acontecendo comigo. O que eu sentia por Lavínia não ia sumir tão fácil. E isso me assustava mais do que qualquer outra coisa.
Segurei o cabelo da Tokyo forçando ela contra meu p*u e fodi a boca dela até a garganta, ela gemia e os olhos lacrimejaram quando ela começou a se engasgar.
— Que delícia, engole tudo sua safada do c*****o. — Eu disse já gozando na boca dela, ela engasgou com tanta p***a, mas engoliu, do jeito que eu gosto. Eu só conseguia pensar em Lavínia ali, provando do meu leite.
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