CAPÍTULO 5

1008 Words
Li e reli esse contrato, e nada aqui me chama atenção. Esse cara só pode ser louco. Quem em sã consciência redigir um contrato desse? O cara gosta de bater, de sodomizar, e ainda por cima não gosta de relacionamento. Agora entendo o porquê de nenhuma mulher parar com ele. Que mulher em sã consciência gosta de apanhar? Sexualmente, não vejo problema em levar uns tapas na b***a, mas apanhar de chicotes, de vara, correia e outros objetos que não cabe nem pensar, esse homem deve ser um animal, deve ser esses velhos horrorosos que estão pela hora da morte, e pensa em compensar algo. Porque Ambrósia tinha que me meter nessa? Porque minha mãe teve que conhecer uma pessoa tão desprezível? Eu tenho vontade de matar essa mulher. Não quero mais lê esse contrato. A partir de amanhã vou viver no automático. Satisfazer um homem que não amo, e nem é nada para mim. A vida pode ficar pior? Robert me convidou para sair hoje é mais uma vez eu disse não, porém agora não precisei mentir, realmente tinha um compromisso. A partir de hoje serei p****************o de um Sr. Sádico, masoquista, e ainda que não gosta de compromisso. Eu tenho que frisar isso na minha cabeça. Ele não é homem de compromissos. Mas pensando bem, como ele pode querer compromisso, se já deve está batendo as botas. Alisson Harris, quem é esse senhor? Merda de homem que não casou e agora poderia aproveitar da velhinha da esposa. Ambrósia me ligou me falando que chegaria na minha casa as dezoito e trinta. Era para eu está pronta. Claro que estarei, mas não me vestirei como uma prostituta, vou de calça jeans, blusa regata, jaqueta e sapato de salto. Uma maquiagem leve e nada mais, se ele espera algo a mais, terá que procurar outra. Quem sabe ele me ver e desisti, assim Ambrósia me deixa em paz. Tomara que ele não goste de mim. Me ache feia, desajeitada, sei lá, mas que não me queira. Estou em casa me arrumando, só pensando em tudo. Vou entrar em uma roubada, e sem volta. Minha vida não existe mais, não sei o que será de mim a parti de hoje. Estou tentada a deixar Ambrósia acabar com a minha carreira e minha vida, de qualquer maneira Kimberly McCartney não existirá depois dessa noite. Quando assinar esse maldito contrato, não terei mais vida, não serei mais eu. E agora se aproximando da hora de Ambrósia chegar, acho que não tem nada para me salvar. Devia ter aceitado a insistência de Robert, talvez isso afastaria Ambrósia de mim, e minha vida poderia continuar a mesma. O interfone toca me tirando dos meios devaneios. Agora estarei na beirada do precipício e a ponto de pular. Mas vamos lá então. Vou ver o que isso vai dá, no fundo já sei o que vai dá, mas estou custando a acreditar que estou me sujeitando a isso. No caminho Ambrósia fala, fala e eu não presto atenção em nada. Ela me lembrou que ele não gosta que olhe para ele e nem o toque. Que Merda de homem é esse? Chegamos a um prédio bem alto, passamos pelo porteiro e entramos no elevador, Ambrósia digitou um código, que não prestei atenção. O elevador parou e abrir a porta dando visão para uma sala com uma mesa tendo um jarro de flores em cima. Sigo Ambrósia, a porta é aberta por um senhor alto, estilo militar, parece que tem uns 35 a 40 anos mais ou menos, ele cumprimenta Ambrósia com cara de poucos amigos, e depois me cumprimenta sorrindo. Penso que o problema deve ser com Ambrósia, e quem não tem problema com ela? Ele acompanha a gente até a sala e pede para nos sentarmos, e diz que o Sr. Harris já estava vindo. Fico olhando o apartamento, é muito grande, cheios de obras de artes, parece mais uma galeria do que uma casa habitável. De repente chega um homem na sala, jovem, bonito, meu Deus, bota bonito nisso, olhos azuis, cabelos castanhos claros, corpo esbelto. É sério isso? Deve ser filho ou assistente do Sr. Harris. -Boa noite Alisson, como vai. Ouvir Ambrósia o cumprimentando. Meu Deus, esse é Alisson Harris? Mil vezes merda. Ele é bonito demais. De velho não tem nada. Só pode está brincando comigo. Escuto eles se cumprimentado e ela me apresenta a ele. — Srta McCartney. Ele estende as mãos para mim e eu aceito. Nos cumprimentamos com um aperto de mão. Porém, não sei se isso foi bom, pois sentir uma eletricidade com nosso toque. Deixa de ser boba, Kim. Isso é só nos livros. — Sr Harris. Digo e eu não consigo parar de olhar para ele. Droga. Porque não é um velho gaga, assim a tentação seria menos. Ele pede a gente para sentar e sentamos. Questiona se queremos alguma coisa para beber, e eu digo que não quero nada. Ele questiona se não bebo, e eu digo que as vezes. Às vezes eu gosto de enfiar a cara na bebida. Mas agora tenho que me manter sã para esse homem. E quem é que fica sã com um homem desses? Questiona a minha idade e o rosto dele é de surpresa. Não digo mais nada. Escuto Ambrosia e ele conversarem, e não presto atenção em nada do que eles falam. Na verdade, se a conversa fosse outra e não o meu fim, eu estaria toda animada para conversar com ele, mas tudo que vejo quem meu destino, minha vida está sendo nas mãos desses dois. O jantar fica pronto e vamos para a mesa. Nos Sentamos. Ele e Ambrosia estão ainda em uma conversa, e eu fico aqui olhando para meu prato. Não como muito do que é servido. Na realidade, eu nem sei o que está no meu prato. Como um pouco para não fazer desfeita com a cozinheira dele. Não demora muito. Acabamos e Ambrosia se despede. Suspiro, porque essa é a hora que eu não terei mais vida.
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