CAPÍTULO 6

1871 Words
Quando sair do meu quarto, não esperei encontrar um anjo, olhei Ambrosia e depois desviei meu olhar para ela. Ambrosia só podia está brincando comigo. Ela parece muito jovem para ser uma submissa. Merda, meu p*u já reagiu a mordida que ela deu em seus lábios. Foco Harris. — Boa noite, Ambrosia! Como vai? — Olá, Alisson. Eu estou bem e você? — Bem. — Deixa eu te apresentar. Essa é Kimberly McCartney, Kimberly esse é Alisson Harris. — Sr Harris — Srta. McCartney Nos cumprimentamos e nossas mãos se tocando foi um choque, eu estou perdendo alguma coisa aqui? Os olhos são verdes. Que olhos são esses? Boca, pele, seu rosto fica corado ao me cumprimentar. Ela não sorrir, queria ver o seu sorriso. Mas o que estou pensando, isso aqui é um jantar de negócios, nada mais que negócios. —Sentem se, querem beber alguma coisa? —Um vinho para mim, Alisson. — Nada para mim, Sr Harris. Sua voz faz tudo em mim se despertar. —Você não bebe, Srta McCartney? —Às vezes. Bom, pelo menos não vou ter quer frizar a bebida alcoólica com ela. Coloco as bebidas nas taças, uma para mim, outra para Ambrosia. Volto para sala e vejo Kimberly perdida em pensamento, será que está reconsiderando ser minha submissa? Espero que não, pois quero provar todo aquele corpo, beijar aquela boca e ver aqueles olhos revirando de prazer, que só eu vou poder dá. — Quantos anos você tem, Srta McCartney? Ela parece se lembrar da onde está, realmente queria saber o que estava pensando. — 21. Droga ela realmente é nova, o que deu em Ambrosia para me trazer essa garota? Espero que pelo menos ela saiba do meu mundo. —Sr Harris, o jantar já está servido a mesa. —Obrigado Sra Payge. — Então vamos jantar? Ela e Ambrosia levantam e eu as acompanho. Kimberly de costas é perfeita. Tem uma b***a redondinha, meu Deus, mais uma vez tenho que me controlar. Que vontade de pegá-la agora e levá-la para o quarto de jogos e fuder até amanhã. Eu e Ambrosia conversamos muito durante o jantar, mas eu não deixava de presta atenção em Kimberly, ela quase não comeu e ainda estava perdida em pensamento. Estou começando a me preocupar. Se ela voltar atrás, eu não tenho como impedi-la. O jantar terminou e Ambrosia se despediu. Kimberly ficou parada olhando para ela saindo. — Agora é só nós dois, Srta. McCartney, pode me acompanhar até o escritório? — Sim. Chegamos ao escritório, e pedir a ela para se sentar. — Primeiro, quero que você assine esse NDA. — O que quer dizer esse NDA? —Você não pode falar nada da minha vida e nem do tipo de relacionamento que vamos levar para ninguém, absolutamente nada. É um contrato de confidencialidade. — Ok. —Agora vamos ao contrato de submissão. — Eu já li. Franzo a testa. Como assim já leu? Fico meio inquieto, será que ela estava com outro Dom antes de mim? O pensamento disso me deixa com raiva. Como se lesse os meus pensamentos ela diz que Ambrosia deu um para ela ler. Droga de Ambrosia. — E tem alguma objeção? — Quero que coloque duas cláusulas lá. — Você quer acrescentar algo? — Sim — Pode falar. Fico intrigado. —Quero um final de semana para mim e todos os feriados, independente do dia que caírem. Porque essa agora? Será que ela tem alguém. Li o dossiê dela, não tem família. O que ela quer fazer nesses períodos. Srta McCartney eu não compartilho. Você será só minha. —Porque quer isso? —Sr. Harris, essas serão as minhas folgas, pelo que li nesse contrato, eu devo satisfação ao Sr somente no período que estiver a serviço para o Sr. — A Srta, tem razão, mas eu queria saber antes de colocar isso no nosso contrato. —São coisas minhas. Não brinque comigo Srta. Eu vou descobrir. Eu vou te dá isso, mas vou ficar de olho em você. — Tudo bem, vou colocar isso no contrato, mas também quero que no fim de semana que for seu, eu tenha dois dias na semana. Não vou abrir mão disso mesmo. E você não vai fugir de mim. Há não vai mesmo. — Para mim tudo bem, que não seja na segunda, para mim está ótimo. Gente, essa garota é estranha, cheia de segredos. Será o que há com ela? —Me fale da sua vida, o que você faz? — Você está com meu dossiê em cima da sua mesa, acho que não preciso falar nada, não acha? Que boca inteligente é essa? Ela tem resposta para tudo. Mas essa boca será fudida até não conseguir falar mais nada, se prepare Kimberly. — Quero ouvir de você. — Bem, sou formada em jornalismo, trabalho na C&E como assistente de um editor. —Você gosta de trabalhar lá? — Sim. —Quando você entrou nesse mundo? Quero saber tudo sobre ela. Quantos dominadores ela teve. Espero que não seja muitos. Porque estou pensando nisso? — Essa é a primeira vez que entro no seu mundo. Não conhecia, na verdade, só sei como funciona através de livros e internet e o seu contrato. Ambrosia ficou louca, aonde arrumou essa garota? Como vou introduzir ela no meu mundo? Droga Ambrosia. — Você está disposta a fazer tudo do contrato? — Não vejo problema, a não ser a parte da punição. —Você já apanhou antes? Da sua mãe e pai? —Não. Droga, mil vezes droga. — O que te fez aceitar essa proposta? Não me fala que era pôr dinheiro, que vou surtar. Ela não tem cara de interesseira. — Que diferença faz? — Eu quero saber. Foi o dinheiro? Ela está rindo, é isso mesmo que estou vendo? — Sr. Harris, pelo meu dossiê acho que o Sr viu quanto tem em minha conta bancária. Não preciso de um centavo seu. Inclusive, não quero ganhar nada do Sr. Roupas, sapatos, joias, nada. Não quero nada do Sr. Essa mulher só pode está louca. Como alguém em sã consciência fala comigo assim? E pior onde eu já deixei isso acontecer? — Srta. McCartney, eu vou te dá, o que tiver que te dá. Não é você que falará isso. — Porque? Porque eu vou ser sua p****************o? O que ela disse? Prostituta? Não, eu não ouvir ela se referi assim, a ela mesma. Há se ela tivesse já assinado esse contrato, esse momento ela se arrependeria do que falou. — Srta McCartney, se tivesse assinado esse contrato, essa hora você estaria sendo punida pelo que falou. Não quero que se refira a você mesmo dessa forma, estamos entendidos? — Sim, Sr. Harris. — Mas ainda não respondeu minha pergunta. Porque entrou no meu mundo? — Se eu falar, o Sr me liberará desse contrato e procurará outra? Impossível, eu a quero gemendo meu nome. — Não, isso não vai acontecer. — Então, não tem o porquê dizer. Porra de mulher, ela não vai me dizer, é isso mesmo? Há, mas ela vai ser minha submissa, ela terá que me satisfazer e me obedecer em tudo. — Vamos assinar esse contrato, Kimberly. Falo meio sem paciência, ela está me tirando do sério. E eu vou bater a Merda fora dela essa noite, ela não vai mais falar assim comigo, não vai mesmo. —Se assinar hoje, quando começo? Hoje, agora, quero fuder ela toda. Ela vai me satisfazer a noite toda. Estou já de p*u duro só pensando nisso. — Hoje, levando em consideração que tem somente três finais de semana, então eu ficarei com dois e você com um. Mas eu ainda quero saber o que você aprontar nos seus finais de semana, e vou descobrir Srta. — Justo. Antes de assinar, posso te pedir uma última coisa? O que será agora? Quero você a noite toda. E isso você não vai me impedir. —Fala. Solto ríspido. Ela está testando minha paciência. — Como começaremos hoje, você pode ir com calma, devagar? O que ela quer é fazer amor? Srta eu não o faço, eu fodo, com força. — Kimberly, eu não faço amor, eu fodo, nossa relação é e será sempre sexo. Você será minha submissa, e tem que me agradar e obedecer em tudo sem hesitar, seja dentro ou fora do meu quarto. — Sr Harris, eu estou ciente do relacionamento que teremos, fui bem instruída sobre o Sr. Não se preocupe que não vou dá uma de retardada e querer mais do que isso com o Sr. Além do mais fazer amor, a gente pede ao namorado ou marido, coisa que pode ter certeza que ao findar nosso contrato, eu estarei mais que disposta a encontrar essa pessoa para ser amada e não só fudido todas as noites. Porra, p***a. Nós m*l começamos e ela já pensa no fim do nosso contrato? — Se não é amor, o que você quer de mim? —Calma e paciência, só hoje, afinal de contas eu nunca tive um relacionamento s****l com ninguém. O que? Eu ouvir direito, eu tenho uma virgem no meu escritório. — Repita. — Eu sou virgem, Sr. Harris. Merda de Ambrosia, como ela traz para mim alguém s*******o nenhuma de sexo? Droga. O que eu vou fazer com ela? Mil vezes droga, ela quer que eu vai devagar hoje. Pense Harris. Eu posso ir devagar hoje, eu a quero. — Tudo bem, Kimberly. Eu vou devagar com você hoje. Você precisa de uma experiência s****l primeiro. Mas já vou te alertando, só hoje você dormirá no meu quarto. Depois você irá para o seu. —Não se preocupe, não passarei do meu limite aqui, o que foi acordado será feito. Mesmo porque jamais quero ser punida. Apanhar não será algo que vou gostar. — Ótimo. Quero esclarecer seu horário aqui. —Pode falar, Sr Harris. — Sexta as vinte horas terá que está aqui, domingo às dezessete horas poderá ir embora. — Nosso contrato vai durar por quanto tempo? Ela não vai se livrar de mim, não vai mesmo, ainda mais agora que serei o primeiro homem dela. Droga porque estou com esses pensamentos? —Normalmente duraria três a seis meses. Mas vamos colocar um ano? — Porque não seis meses? Droga ela quer sair fora o mais rápido possível, eu não posso deixar isso acontecer. —Vamos fazer o seguinte seis meses podendo ser ampliado esse prazo. — Mas se depois dos seis meses, eu quiser rescindir esse contrato, eu posso? Porque ela está querendo isso? —Kimberly, você tem namorado? Eu não compartilho. A parti do momento que você assinar esse contrato, você será exclusivamente minha. — Não tenho ninguém, Sr. — Ótimo, e porque essa insistência no prazo para o fim do contrato? — Não me imagino tendo uma vida dupla por muito tempo, não quero isso para mim. Eu ainda quero saber o porquê dela está aqui? — Ok. Seis meses. Eu tenho seis meses para prorrogar esse contrato, se não ela vai embora e sinceramente isso não me agrada. Eu nunca quis isso com nenhuma submissa, o que estou fazendo? O que está acontecendo comigo?
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