Aquela deveria ser a quarta vez que eu tentava voltar para mim. Tinha aberto milímetros dos olhos algumas vezes antes, cenários diferentes me envolvendo conforme era movida e cuidada de diferentes formas. Em um momento estava no carro com Dante e ele dirigia calmamente pelo tráfego das ruas centrais, vez ou outra conferindo meu estado. Ele também me perguntou onde eu morava algumas vezes e em nenhuma delas eu soube dizer meu endereço. Em outro momento, chegamos no que devia ser outro estacionamento. Dante me pegou no colo e eu tirei casquinha dele, inebriando-me com o cheiro da lavanda que percebi ser o sabão que usava nas roupas. Lembrei-me de depois estar deitada na mesma cama que acordei mais tarde no mesmo dia, as mãos habilidosas do meu professor trocando o curativo da minha mão m

