Siena acordou sendo acariciada por Vittorio, entre mãos quentes e beijos leves espalhados pelo seu corpo
Apesar de estar amando cada momento vivido ao lado do marido, algo nela havia se quebrado. Siena não conseguiu ignorar o modo como ele agira enquanto estavam fazendo amor, a forma que ele falou. Em sua cabeça, a comparação veio dura demais, como se ele a tivesse colocado no mesmo lugar de uma p********a. Era assim que ela sentia.
Ela decidiu não falar sobre aquilo naquele momento. Ainda assim, seu afastamento foi imediatamente percebido por Vittorio.
Naquela noite, disse que precisava descansar. E precisava mesmo. O dia havia sido intenso, marcado pelo desejo quase incontrolável de Vittorio. Nos dias seguintes, agradeceu silenciosamente quando seu ciclo veio. Assim, não precisaria inventar desculpas.
Mesmo depois do ciclo, Siena permanecia quieta, remoendo as palavras ditas por Vittorio. Não conseguia entender por que ele havia falado daquela forma. Os beijos se tornaram mais breves, sem proximidade. Ela estava profundamente chateada, sentindo como se ele tivesse se revelado outra pessoa depois de conseguir o que queria.
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A menstruação havia terminado há cinco dias, e Vittorio já não escondia a inquietação. Ele tentava entender o distanciamento dela, perguntando repetidas vezes:
— Eu te fiz algo?
— Te machuquei de alguma maneira?
E a respostas eram sempre as mesmas:
— Não fez nada. Só estou naqueles dias.
— Não fez nada.
Mas ele conhecia Siena demais para aceitar aquilo. Sabia que havia algo errado.
Naquela noite, Siena o chamou para jantar. Vittorio estava tenso, envolvido em problemas sérios com uma das regiões que dominava. Quando tentou tocar Siena com carinho, ela se afastou mais uma vez.
Ele explodiu.
— Por.ra, Siena, o que está acontecendo?
Ela respondeu sem sequer olhar para ele:
— Não está acontecendo nada.
— Não minta pra mim — disse ele, agora mais contido. — Você não pode me punir por algo que eu nem sei o que fiz.
Siena levantou o olhar, e as lágrimas desceram sem aviso. A culpa o atingiu na mesma hora.
— Você… você não tem o direito de me comparar.
A voz saiu trêmula.
— Eu fiz o que fiz porque achei que você gostava. Porque eu quis. Porque sou sua esposa.
— Eu não sou nenhuma boneca de porcelana — continuou. — mas você me deixa confusa, uma hora diz que me ama, e outra hora me compara com qualquer uma.
Ele entendeu no mesmo instante e se apressou em se explicar.
— Meu amor, olha pra mim.
Ela não conseguiu.
Com um toque suave, ele ergueu o rosto dela, e os olhares se encontraram.
— Eu jamais te compararia a uma p********a. Nunca. Eu te amo. Nossa i********e é única. Eu esperei por você. Tudo o que eu digo ali é desejo, t***o acumulado, não desrespeito. Não existe nada de errado no que fazemos.
— Mas… — ela ainda chorava — você disse coisas que nunca tinha dito.
— Você vai precisar se acostumar com o meu jeito — respondeu com honestidade. — No calor do momento, os palavrões escapam. Mas nunca, nunca seriam para te ferir.
Respirou fundo.
— Não vou te prometer que você não vai ouvir de novo… porque você me deixa louco. Mas quero entenda, não há desrespeito nenhum ali. Eu te amo, minha piccina.
Ela finalmente cedeu.
— Eu também te amo. E senti tanta saudade de você esses dias.
Siena o abraçou e o beijou. Um beijo desesperado, carregado de saudade. Um beijo de quem implora pela boca do outro. E Vittório correspondeu da mesma maneira, e impressionado pela atitude dela de beija-lo, ele amava quando ela tomava atitude.
Vittório a pegou no colo, e a colocou sobre a bancada da cozinha, ele estava a dias sem alivio, e hoje iria domina-la por completo.
Sem gentileza nenhuma, e sem esforço nenhum, rasgou a regatinha que Siena usava, e deu graças a Deus por ela está sem sutiã, facilitando o trabalha dele.
Siena arfou com a atitude dele.
Ele amava olhar pra ela, e por segundos, a admirou, sua piccina não tinha mais medo dele, ele via como ela confiava nele.
O beijo era devorador, ela não podia negar o quanto o queria.
Vittório tirou seu short, junto com a calcinha em um único movimento, enquanto chupava seus s3ios. E desceu para sua região mais intima, ele explorava com muita devoção, e como ele amava ser devoto daquela rainha. O gosto dela, o cheiro, os gemidos de recompensa, deixava Vittorio completamente dominado, ele estava tão rígido, que doía preso em sua bermuda.
Ele a pegou no colo, e a encaixou perfeitamente sobre o seu m****o, e quando a estocada atingiu o mais profundo que pode, Siena gemeu em seus ouvidos. Siena intercalava entre beijos em sua boca e seu pescoço, e aquilo estava deixando Vittório louco, ela sabia como faze-lo delirar por ela, e fazia isso muito bem.
— Vittório, eu te amo tanto. — Disse entre os beijos quentes.
Vittório parecia que não conseguia ouvir, estava concentrado demais para responder. Mas ela não se importou, o prazer e o t***o estavam consumindo os dois.
Vittório segurou nas n@degas de Siena, facilitando o ritmo que precisava para as investidas dentro dela. E cada investida, Siena gemia mais alto, com mais prazer, pressionando o corpo contra o dele.
O ritmo perfeito foi encontrado, os gemidos preenchiam toda a casa, eles estavam suados, quando Siena não aguentou e o @rgasmo a atingiu, contraindo toda a sua musculatura. Ela que era apertada demais para o tamanho dele, ficava ainda mais. E quando Vittório sentiu ela mais um vez, não aguentou, explodiu dentro dela, e as palavras saíram enquanto jorrava dentro dela.
— Você é minha Siena — disse como um urro. — Você é minha p**a Siena.
Mesmo cansados, ele a carregou naquela posição até o quarto para limpa-la, ela não tinha forças para fazer nada sozinha.
Ela amava o pós, ele era sempre tão carinhoso e cuidadoso com ela.
— Siena, me desculpa pelo o que falei no final. — Disse antes que ela ficasse brava. — Eu até tentei me controlar...
— Vittório, está tudo bem, é algo novo pra mim, te ouvir assim. Mas como você disse, preciso me acostumar e não quero que seja outra pessoa quando está comigo, — disse de forma franca.
— Então não preciso me controlar? — queria a certeza dela.
— Não precisa.
Ele sorriu e a beijou.
— Agora vamos comer. — disse com um sorriso malicioso. — Você vai precisar de forças para hoje a noite.