Capítulo 20 — Entre Paredes e Estradas.

1152 Words
Siena fechou os olhos, permintindo-se sentir as mãos dele percorrendo todo o seu corpo. Ela amava o toque, o beijo, o olhar, o cheiro, tudo o que vinha dele. A cada momento de prazer que tinham, ela se sentia mais segura e confiante com ele. — Hoje, são seus gemidos que ficaram marcados. O sorriso dela veio lento, consciente do efeito das próprias palavras. Siena se ajoelhou. Era a vez dela de reverencia-lo. As palavras dela mandaram um comando direto para o seu m****o, o deixando duro feito uma pedra. Quando a lingua de Siena circulou seu m****o, ele delirou. — Siena... Olha para mim — ordenou. Ela obedeceu, amava ve-lo ardendo por ela. Ela explorou cada parte do seu m****o, a sua lingua passou por toda a sua extensão, sugou com pressão... — Siena, eu... Precisa tirar a boca — o desejo estava fazendo ele perder as palavras e a consciência. Siena sabia exatamente o que estava fazendo, e não parou queria senti-lo se derramar dentro da boca dela. Vittório segurou os seus cabelos, aumentando o ritmo de tal maneira, que uma lagrima desceu pelo rosto de Siena. Não durou muito, Vittório gemeu com um urro, e jorrou tudo o que pode dentro da boca dela. Siena estava sedenta por ele, e não o deixou se recuperar por muito tempo, e ele nem precisava de muito, o desejo e a tensão estavam tomando conta dos dois. Sem muito pensar Vittório a virou de costas, fazendo com o seu rosto encostasse no gelado do mármore, trazendo o contraste para o corpo que estava pegando fogo. — Vittório... — Gemeu enquanto seu m****o a preenchia por completo. — Você não sabe como eu ouvir te ouvir gritar — Disse enquanto estocava nela. — Eu sou sua Vittório. Ela sabia exatamente o que ele gostava de ouvir, e vinha fazendo isso muito bem... As mãos de Vittório seguravam seus s3ios firmemente, enquanto sua boca beijava todo o seu pescoço. Os gemidos altos de Siena eram a confirmação do prazer dela. Ele a virou, e a pegou no colocou. Vittório deslizou o corpo de Siena e a encaixou perfeitamente sobre o seu m****o. Ela é tão pequena e apertada, ele estava no paraíso, amava os momentos de i********e com Siena... Ali perdeu a noção do tempo. Os seus ouvidos só conseguiam se agraciar com os gemidos de prazer dela, o ritmo perfeito que sempre criavam juntos, os dois estavam numa intensidade incrível, Vittório com uma investida mais firme do que a outra, e quando o @rgamos chegou, a musculatura de Siena se contraio, ao redor do m****o dele, fazendo com que ele explodisse dentro dela, os dois gemeram alto. Ali terminaram o banho, Vittório sempre muito delicado com Siena, lavou o corpo e os cabelos dela, com toques delicados e suaves. Siena sempre pensava como ele se transformava em um leão faminto durante a i********e deles, e no outros momentos a tratava como uma verdadeira princesa. Tinha o equilíbrio perfeito. ⸻ A estrada começou cedo demais. Siena observava pela janela do carro blindado, o céu ainda pálido, enquanto os veículos seguiam em formação perfeita. Soldados à frente, atrás, nos flancos. Uma coreografia silenciosa que dizia muito mais do que qualquer palavra. Vittorio estava ao lado dela, atento ao redor, mas com a mão firme repousando sobre a perna dela, um lembrete constante de presença. — Vai ser uma viagem longa — ele disse, baixo. — Sei que cansa. — Estou bem — respondeu. — Só… pensando. Ele inclinou o rosto na direção dela. — No quê? — Na Beatrice. — fez um pequeno sorriso — A gente quase não se vê mais. Parece que o mundo cresceu rápido demais. Vittorio assentiu. — A casa deles é distante de propósito. Luca gosta de controle, e de uma segurança extrema. — fez uma pausa — Mas você vai gostar de estar com ela. Siena respirou fundo. — Eu já gosto. O comboio seguiu por horas. Silêncios confortáveis, conversas breves, o som constante da estrada. Em alguns momentos, Siena sentia o peso da escolta. Em outros, esquecia completamente. Até avistar os portões. ⸻ A casa de Luca era imponente sem ser ostentosa. Segurança discreta, arquitetura sólida, tudo pensado para durar, e intimidar. Beatrice estava à espera. O abraço veio forte, imediato, necessário. — Finalmente — disse a irmã, segurando o rosto de Siena — Você está diferente. — Estou? — perguntou, rindo. — Está inteira. Siena não respondeu. Só sorriu. Luca e Vittorio desapareceram no escritório pouco depois da chegada. Mapas sobre a mesa. Relatórios. Homens entrando e saindo. Negócios. Poder. Decisões que não esperam. Enquanto isso, a casa se transformava para o jantar. Empregados em silêncio coordenado, mesa sendo posta, luzes ajustadas, tudo funcionando como um relógio. Siena e Beatrice subiram juntas O quarto estava cheio de vestidos espalhados pela cama. — Então… — Beatrice começou, sentando-se na poltrona — de hoje você não escapa. Siena riu, sentindo o rosto esquentar. — Bea… — Siena. — cruzou os braços — Como foi? O silêncio durou um segundo a mais do que precisava. Depois, Siena falou. Não com detalhes. Mas com verdade. — Foi… — disse devagar — Intenso. E estranho, no começo. Mas eu me senti escolhida. Não pressionada. Beatrice sorriu de lado. — Isso é perfeito, e muda tudo. — Muda. — Siena concordou — Eu gosto da i********e que estamos criando. Dos gestos pequenos. De como ele me olha agora… como se eu fosse uma parte dele. Não um risco. Beatrice assentiu, satisfeita. — Bem-vinda ao caos controlado dos homens que amam do jeito errado… mas inteiro. Siena riu. — E você? Está pronta pra esse jantar? — Nunca. — Beatrice respondeu — Mas estaremos juntas à mesa. Isso basta. ⸻ Luca e Beatrice desceram, a casa já estava pronta. A mesa longa. Os lugares marcados. O silêncio carregado de expectativa. Luca e Beatrice permaneciam na porta, recebendo os convidados. Vittorio e Siena ainda estavam no andar de cima. — Estou tão nervosa, Vittorio. — Não precisa ficar, meu amor. — disse com calma — Você só vai conhecer as outras esposas. O resto eu resolvo. — Eu sei… mas é estranho mesmo assim. — Eu vou estar lá com você. Sempre. Ele a beijou suavemente. — E você está linda. — murmurou — Consegue me deixar ainda mais enciumado. É melhor ficar longe dos olhares masculinos. As mãos dele já demonstravam intenção, o beijo ficando mais quente. Siena interrompeu com selinhos rápidos, tentando distraí-lo. — Meu amor, precisamos descer. Os convidados já chegaram. — Aaah… — reclamou como um bebê chorão — Eu queria comer você agora. — Você não pode falar isso de uma forma tão descarada - Disse rindo - Aqui não. E agora não. Agora vamos. Ele suspirou, rendido. — Se não tenho opção… vamos então, minha rainha. ⸻ Aquela noite não era sobre comida. Era sobre alianças. Era sobre presença.
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