Siena fechou os olhos, permintindo-se sentir as mãos dele percorrendo todo o seu corpo. Ela amava o toque, o beijo, o olhar, o cheiro, tudo o que vinha dele. A cada momento de prazer que tinham, ela se sentia mais segura e confiante com ele.
— Hoje, são seus gemidos que ficaram marcados.
O sorriso dela veio lento, consciente do efeito das próprias palavras.
Siena se ajoelhou. Era a vez dela de reverencia-lo.
As palavras dela mandaram um comando direto para o seu m****o, o deixando duro feito uma pedra. Quando a lingua de Siena circulou seu m****o, ele delirou.
— Siena... Olha para mim — ordenou.
Ela obedeceu, amava ve-lo ardendo por ela.
Ela explorou cada parte do seu m****o, a sua lingua passou por toda a sua extensão, sugou com pressão...
— Siena, eu... Precisa tirar a boca — o desejo estava fazendo ele perder as palavras e a consciência.
Siena sabia exatamente o que estava fazendo, e não parou queria senti-lo se derramar dentro da boca dela. Vittório segurou os seus cabelos, aumentando o ritmo de tal maneira, que uma lagrima desceu pelo rosto de Siena. Não durou muito, Vittório gemeu com um urro, e jorrou tudo o que pode dentro da boca dela.
Siena estava sedenta por ele, e não o deixou se recuperar por muito tempo, e ele nem precisava de muito, o desejo e a tensão estavam tomando conta dos dois.
Sem muito pensar Vittório a virou de costas, fazendo com o seu rosto encostasse no gelado do mármore, trazendo o contraste para o corpo que estava pegando fogo.
— Vittório... — Gemeu enquanto seu m****o a preenchia por completo.
— Você não sabe como eu ouvir te ouvir gritar — Disse enquanto estocava nela.
— Eu sou sua Vittório.
Ela sabia exatamente o que ele gostava de ouvir, e vinha fazendo isso muito bem... As mãos de Vittório seguravam seus s3ios firmemente, enquanto sua boca beijava todo o seu pescoço.
Os gemidos altos de Siena eram a confirmação do prazer dela.
Ele a virou, e a pegou no colocou. Vittório deslizou o corpo de Siena e a encaixou perfeitamente sobre o seu m****o.
Ela é tão pequena e apertada, ele estava no paraíso, amava os momentos de i********e com Siena... Ali perdeu a noção do tempo. Os seus ouvidos só conseguiam se agraciar com os gemidos de prazer dela, o ritmo perfeito que sempre criavam juntos, os dois estavam numa intensidade incrível, Vittório com uma investida mais firme do que a outra, e quando o @rgamos chegou, a musculatura de Siena se contraio, ao redor do m****o dele, fazendo com que ele explodisse dentro dela, os dois gemeram alto.
Ali terminaram o banho, Vittório sempre muito delicado com Siena, lavou o corpo e os cabelos dela, com toques delicados e suaves.
Siena sempre pensava como ele se transformava em um leão faminto durante a i********e deles, e no outros momentos a tratava como uma verdadeira princesa. Tinha o equilíbrio perfeito.
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A estrada começou cedo demais.
Siena observava pela janela do carro blindado, o céu ainda pálido, enquanto os veículos seguiam em formação perfeita. Soldados à frente, atrás, nos flancos. Uma coreografia silenciosa que dizia muito mais do que qualquer palavra.
Vittorio estava ao lado dela, atento ao redor, mas com a mão firme repousando sobre a perna dela, um lembrete constante de presença.
— Vai ser uma viagem longa — ele disse, baixo. — Sei que cansa.
— Estou bem — respondeu. — Só… pensando.
Ele inclinou o rosto na direção dela.
— No quê?
— Na Beatrice. — fez um pequeno sorriso — A gente quase não se vê mais. Parece que o mundo cresceu rápido demais.
Vittorio assentiu.
— A casa deles é distante de propósito. Luca gosta de controle, e de uma segurança extrema. — fez uma pausa — Mas você vai gostar de estar com ela.
Siena respirou fundo.
— Eu já gosto.
O comboio seguiu por horas. Silêncios confortáveis, conversas breves, o som constante da estrada. Em alguns momentos, Siena sentia o peso da escolta. Em outros, esquecia completamente.
Até avistar os portões.
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A casa de Luca era imponente sem ser ostentosa. Segurança discreta, arquitetura sólida, tudo pensado para durar, e intimidar.
Beatrice estava à espera.
O abraço veio forte, imediato, necessário.
— Finalmente — disse a irmã, segurando o rosto de Siena — Você está diferente.
— Estou? — perguntou, rindo.
— Está inteira.
Siena não respondeu. Só sorriu.
Luca e Vittorio desapareceram no escritório pouco depois da chegada.
Mapas sobre a mesa.
Relatórios.
Homens entrando e saindo.
Negócios. Poder. Decisões que não esperam.
Enquanto isso, a casa se transformava para o jantar. Empregados em silêncio coordenado, mesa sendo posta, luzes ajustadas, tudo funcionando como um relógio.
Siena e Beatrice subiram juntas
O quarto estava cheio de vestidos espalhados pela cama.
— Então… — Beatrice começou, sentando-se na poltrona — de hoje você não escapa.
Siena riu, sentindo o rosto esquentar.
— Bea…
— Siena. — cruzou os braços — Como foi?
O silêncio durou um segundo a mais do que precisava.
Depois, Siena falou.
Não com detalhes.
Mas com verdade.
— Foi… — disse devagar — Intenso. E estranho, no começo. Mas eu me senti escolhida. Não pressionada.
Beatrice sorriu de lado.
— Isso é perfeito, e muda tudo.
— Muda. — Siena concordou — Eu gosto da i********e que estamos criando. Dos gestos pequenos. De como ele me olha agora… como se eu fosse uma parte dele. Não um risco.
Beatrice assentiu, satisfeita.
— Bem-vinda ao caos controlado dos homens que amam do jeito errado… mas inteiro.
Siena riu.
— E você? Está pronta pra esse jantar?
— Nunca. — Beatrice respondeu — Mas estaremos juntas à mesa. Isso basta.
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Luca e Beatrice desceram, a casa já estava pronta.
A mesa longa.
Os lugares marcados.
O silêncio carregado de expectativa.
Luca e Beatrice permaneciam na porta, recebendo os convidados.
Vittorio e Siena ainda estavam no andar de cima.
— Estou tão nervosa, Vittorio.
— Não precisa ficar, meu amor. — disse com calma — Você só vai conhecer as outras esposas. O resto eu resolvo.
— Eu sei… mas é estranho mesmo assim.
— Eu vou estar lá com você. Sempre.
Ele a beijou suavemente.
— E você está linda. — murmurou — Consegue me deixar ainda mais enciumado. É melhor ficar longe dos olhares masculinos.
As mãos dele já demonstravam intenção, o beijo ficando mais quente.
Siena interrompeu com selinhos rápidos, tentando distraí-lo.
— Meu amor, precisamos descer. Os convidados já chegaram.
— Aaah… — reclamou como um bebê chorão — Eu queria comer você agora.
— Você não pode falar isso de uma forma tão descarada - Disse rindo - Aqui não. E agora não. Agora vamos.
Ele suspirou, rendido.
— Se não tenho opção… vamos então, minha rainha.
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Aquela noite não era sobre comida.
Era sobre alianças.
Era sobre presença.