Siena arrumou o quarto como quem prepara um altar.
Nada era exagerado. Tudo tinha um motivo. As pétalas brancas e vermelhas sobre a cama não eram só bonitas, eram símbolos. Branco pela promessa. Vermelho pela coragem que ela estava tentando reunir no peito. As velas espalhavam uma luz quente, suave, quase como se o quarto estivesse tentando acalmá-la junto.
Quando Vittorio abriu a porta do quarto, o mundo parou.
O ar estava diferente. E então ele viu Siena.
Ela estava parada perto da janela, a luz das velas desenhando o contorno do corpo. O vestido escorria pelos ombros devagar, revelando o branco por baixo. Não era inocência.
— Você está linda — disse. Não como elogio… como constatação.
Ela engoliu em seco.
— Eu preparei tudo — falou rápido demais. — Se… se você achar exagero.
— Você não precisa provar nada pra mim — ele disse baixo, como se lesse meus pensamentos. — Eu estou aqui porque você me chamou. Só isso.
Ela assentiu, mas as mãos tremiam quando tocou o peito dele.
— Eu quero — falou rápido, antes que a coragem fugisse. — Só… não sei se vou saber fazer direito.
O coração de Siena batia tão forte, que ela estava com medo de que Vittorio pudesse ouvir.
— Se eu parecer nervosa… — continuo, sentindo a garganta apertar — é porque eu estou.
— Vamos no seu tempo — disse, controlando demais seu desejo que ardia no olhar.
O beijo começou lento, mas a urgência, o tempo de espera, e o desejo de tanto anos contido por ele, tomou conta.
A mão dele subiu até o rosto dela, firme e segura. O beijo era faminto, ele estava devorando ela com a boca, e ela estava vivendo o que sonhou com quem ama. Ela queria estar ali, ela queria, por ele, por ela e pelo casamento deles, eles precisavam disso.
O beijo desesperado descia pelo seu pescoço, e corpo, as mãos dele passava por todo corpo dela, Siena estava ofegando e clamando pela sua boca. Ele a sentou na cama e tirou a sua lingerie branca, deixando completamente exposta. Os seus m@milos estavam duros de tanta excitação, e ele ficou louco com aquela cena, ela completamente nua e entregue pra ele, ele não esperou para devorar seus os s3ios, eles eram lindos, na medida certa e cabiam perfeitamente na sua boca.
Siena arfou quando a lingua de Vittorio passou circulando os seus m@milos, e ela gemeu, e o puxou para mais perto, precisava dele mais perto.
Ele sugou, chupou com força, o seu desejo por ela estava ficando incontrolável, a sua lingua continuava descendo sobre o corpo de Siena, como se estivesse estudando o corpo dela, memorizando cada detalhe das reações dela.
O corpo de Siena estava implorando por Vittorio, e ele percebeu isso, e estava aproveitando cada segundo com ela se entregando á ele.
Quando chegou em sua virilha Siena implorou por ele.
— Vittorio, por favor... — Disse completamente tomada pelo desejo e com a voz baixa.
Vitorio sorriu e se ajoelhou em frente a mulher que agora era sua rainha. Vittorio passava a lingua entre as coxas e virilha de Siena, como se fosse uma punição pelo tempo que ele esperou.
— Vittorio... — disse mais uma vez, implorando por ele, precisava dele mais perto do que nunca.
Então ele a chupou, como nunca antes, passava a lingua por toda a sua i********e, ela que já estava completamente encharcada, com a lingua da Vittorio ficou ainda mais, ele queria sentir o gosto de Siena, ele a estava devorando com a lingua. Quando sentiu que ela estava quase no auge do prazer, parou, e a beijou de novo, queria que ela sentisse o proprio gosto também. Enquanto isso o seu dedo brincava com o c**t@ris dela, e ela ficou sem forças com tanto prazer. e quando enfim o @rgasmo veio, ela gritou seu nome, alto, e tremeu, Vittorio a segurou, e sorriu.
— Isso é o só começo minha Piccina, a noite está só começando. — disse num tom de promessa perigosa.
— Agora é a sua vez minha pequena — Continuou.
Apesar de não ser a primeira vez que brincam assim, Siena, ainda estava tímida e sempre receosa se iria agrada-lo ou não. Mas mesmo assim queria que ele se sentisse tão bem quanto ela, primeiro o beijou, um beijo lento, de amor, com o desejo bem contido, colocou a mão para abrir o zíper da calça de Vittorio, e antes mesmo dela chegar ao m****o dele, ele gemeu. A vontade de sentir a boca dela em seu m****o era tanta, que ele ajudou tirando a calça de uma forma rápida, seu m****o saltou pra fora.
Siena não conseguia se acostumar com o tamanho, apesar de inexperiente, ela sabia que seu marido era dotado, tão grande e largo, Siena excitou pensando como faria aquilo entrar.
— Seu tamanho... — disse com receio. — não consigo relaxar.
— Ei, piccina. Disse que vamos com calma. — e lhe deu um selinho. — Não temos pressa de nada hoje, e você sabe que eu paro se me pedir.
— Eu sei — respondeu. — Mas agora… eu quero ficar.
Ele a beijou de novo, por longos minutos, queria que sua pequena se sentisse relaxada, hoje a era noite dela.
Quando ela relaxou, desceu pelo corpo de Vittorio, e quando seu m****o entrou em sua boca. Vittorio ficou louco, quase perdeu o controle de tudo.
— PORR@, Siena. Que boca maravilhosa — disse completamente e******o. — Me chupa olhando pra mim.
Ela obedeceu, ela o explorou, e seu olhar para ele, era quem queria ve-lo delirando, tanto quanto ela. Vittorio segurou em seus cabelos para ajudar a criar um ritmo, a sua pequena, era incrível. Quando estava chegando no clímax, ele a puxou e a beijou mais uma vez.
Ela sabia que não tinha como voltar atras, e ela nem queria, tinha avançado demais. Mas o medo era inevitável, e ela transparecia isso pelo corpo que ficou rígido e as mãos tremulas.
Vittorio apesar de louco pelo desejo de pussui-la, precisava mostrar que não a machucaria, ele deitou por cima dela, e a beijou, mas desse vez lentamente, acariciou o seu rosto, e a tocou mais uma vez, mesmo nervosa, ela estava completamente encharcada e pronta para recebe-lo. Os gemidos dela era uma confirmação que ele precisava para se afundar nela.
Ele se posicionou entre as pernas dela para penetrá-la. Quando sentiu somente a ponta de seu m****o em sua entrada, ela tentou empurra-lo, mas Vittorio, sabia como lidar com o medo dela.
— Você confia em mim piccina? — Disse a beijando novamente, e entrelaçando uma de suas mãos a mão dela.
— Confio.
Ele a penetrou, sem dar tempo dela desistir. Ela gritou, e tentou o afastar, ele era tão firma, que não se moveu.
— Está doendo... — Disse choramingando.
— Eu sei minha piccina. — Disse delirando por estar nos céus. — Mas precisa relaxar, para que eu consiga entrar, a dor vai passar, só relaxe.
Ele ficou ali segurando-a, a beijando e brincando com seu c**t@ris, para que ela relaxa-se. Quando sentiu que os músculos dela relaxaram, foi como uma afirmação para que ele seguisse.
Ele se afundou dentro dela, o mais profundo que pode. Sentindo seu hímen se romper. E clamou seu nome.
— Siena... Como esperei por isso.
Siena gemia com um misto de dor e prazer. Os movimentos estavam ficando mais rápido, os gemidos dos dois eram como uma musica em perfeita harmonia.
— Vittorio, eu... estou ficando dolorida.
Ele a beijou, e intensificou as investidas, assim atingindo o @rgarmo, explodiu dentro dela, ele abafou o som dos gritos dela, com a sua boca.
Quando acabou, a deitou sobre o seu peito.
— Siena, olhe para mim — disse com a mão no seu rosto.
Siena olhou para ele, ainda cansada e em êxtase com o que tinha acontecido.
— Eu te amo! Eu te esperei por tanto tempo. Obrigada por isso.
— Ah Vittorio, eu também te amo, eu sou completamente feliz com você.
Assim ele beijou o topo de sua cabeça, ali dormiram, abraçados.