A floresta chia em saudação a sua Rainha. Ao sentir o poder fluindo pelo corpo, solto uma gargalhada. Que também pode ter sido um rugido ou um apenas um berro. Levanto os braços em saudação a Floresta, e o fogo fica alto. Não sinto o calor. Meu sangue se torna lava. Meu cabelo, nada menos que uma chama viva. Meus olhos, devem ter a aparência de fogo líquido. O fogo acorda cada memória perdida, cada pensamento, cada respiração. As minhas e as das doze que vieram antes de mim. A floresta guarda nossas memórias. Todas as memórias. E quando reivindico parte do meu poder, as memórias vêm com ele. Tão vívidas, que eu poderia confundi-las como minhas. Nunca houve uma treze que o fogo chiasse como faz para mim. Sua salvadora. As antes de mim jamais tiveram os cabelos da

