Ignoro suas evidentes provocações e comento: - Acredito que esse acampamento não seja mais necessário. Começo a caminhas pela minha barraca. Gosto dessas tendas, me pergunto quem as providenciou. Não pode ter sido a criatura a minha frente. São aconchegantes demais. Espelham as bruxas que pertencem. O Corvo me rodeia. - De fato - ele repete as palavras ditas anteriormente. Olho para ele. - O que pretende fazer daqui pra frente? - vou direto ao ponto. Ele franze as sobrancelhas, fingindo ter sido pego desprevenido. Leva as mãos ao coração em uma ceninha bem teatral. Típico. Quase reviro os olhos, mas de alguma forma, me contenho. Ele pode ser perigoso. Sendo sincera, não sei as extensões de seus poderes. Ele é um mago afinal,

