Início do caos.

1737 Words

Dante estava com os braços firmemente rodeando a cintura de Helena. Seu corpo, quente e pesado de sono, a mantinha presa como se temesse que ela evaporasse no ar enquanto dormia. O aperto era tão intenso que chegava quase a sufocar, mas ao mesmo tempo havia algo familiar ali, proteção, possessividade e uma fragilidade silenciosa que Dante jamais admitiria sentir. Helena tentou se soltar devagar, movendo-se em pequenos centímetros, quase prendendo a respiração para não fazer nenhum ruído. Mas na terceira tentativa, a verdade foi inevitável: Dante acordou. Seus olhos abriram devagar, mas sua mão endureceu na cintura dela como se estivesse segurando uma corda prestes a se romper. — Onde vai, Helena? — A voz grave cortou o silêncio do quarto. Helena congelou, os olhos se apertando por puro

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