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Max forçou a porta, que abriu com um estrondo. Dessa vez o hotel era uma espelunca barata no final da cidade, bem longe de onde estavam à nossa procura. Não podíamos sair da cidade ainda porque ele estava esperando a pessoa que mandaram ao seu encontro, então teríamos que passar a noite ali. Tinha uma cama de casal, um guarda roupa caindo aos pedaços e uma mesa no canto com duas cadeiras. Do outro lado havia uma porta quebrada que dava ao banheiro. - Que romântico – comentei ao olhar as paredes mofadas e os buracos no teto – Nosso primeiro encontro e você me traz aqui? Ele riu, bufando. - É isso que acontece quando você abre as pernas antes do jantar romântico. Sorri e dei de ombros. - Justo. Ele ainda estava em alerta, olhando para todos os cantos e conferindo o perímetro do lado d

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