A moto caiu há menos de meio metro de nós, atingindo a água com força e por pouco não nos massacrando. Meu coração estava a mil. Adrenalina pulsava em minhas veias enquanto eu tentava alcançar a superfície. Mal havia emergido e Max me impulsionou de volta para baixo d’água junto com ele. Por um segundo achei que ele estava tentando me afogar, mas ele fez um gesto para eu ficar quieta. Ouvindo atentamente os barulhos acima das nossas cabeças, ficamos imóveis, sem respirar. Quando o barulho dos tiros cessou e os gritos também, ele me puxou para cima novamente. Respirei fundo diversas vezes, tentando me recuperar. Meus pulmões ardiam com força e eu podia sentir o gosto da água suja na minha boca. Comecei a cuspir com nojo. - Está limpo – Max disse tranquilamente. Ele olhava para cima, em

