a guerra começou.

475 Words
O Daniel estava andando nas ruas depois da escola,como eu trabalhava no horário Ruin nao tinha como ver o que estava acontecendo, então eu sair do serviço meu filho tinha apenas quatorze anos não iria deixar ele pelas ruas, Daniel estava andando com bigo agora,E realmente bigo era traficante,eu fiquei sem saber o que fazer porque meu filho estava andando com ele, eu ia atrás dele quando ele saia de casa mas ele preferia ficar na rua do que em casa,um amigo de trabalho de jorge contou a ele que viu Daniel vindo da escola com bigo,jorge ficou furioso chegou em casa bateu em Daniel e colocou ele pra fora de casa,eu sair atrás Daniel mas quando eu sair bigo passou de moto ai Dani subiu na garupa dele,eu não sabia onde eles poderia ter indo fiquei nervoso esperarando ele volta, Mas ele nao voltou ele foi pra casa da vó mãe de jorge pela manhã eu fui atrás dele ele voltou pra casa ,graça a Deus eu pensei que ele tinha ido pra outro lugar,porem jorge não se agradou de Daniel ter voltado pra casa e brigou outra vez so por quê ele estava em casa,bigo passou Daniel saiu com ele antes mesmo que eu pudesse chamar, coloquei as crianças na escola esperei o Daniel volta mas quem voltou não era mas meu menino era um desconhecido,Ele pediu para bigo falar com o sub da comunidade que era o primo, do dono que ja estava preso a oito anos,o sub era o fugaz primo do cicatriz, bigo pediu para o Daniel trabalhar com ele dividia a carga de dro**s e fulgaz deixou para o meu desespero meu filho entrou na boca,Eu nao sabia mas o que fazer,era dia de culto fui para igreja era a melhor coisa, Daniel queria ir morar com a vó mas eu não deixei. A guerra não começou na rua. Começou dentro de casa. Não houve um dia específico, nem um acontecimento único que eu pudesse apontar e dizer: foi aqui. A guerra chegou silenciosa, como chegam as coisas que querem ficar. Primeiro, mudou o ambiente. Depois, mudou as conversas. Por fim, mudou os olhares. Meu filho ainda dormia no quarto ao lado, mas já não era o mesmo menino. Eu o via sair de casa e não tinha certeza se ele voltaria. À mesa, o silêncio pesava mais do que qualquer discussão. Havia dias em que o medo se sentava conosco para o café. Eu tentava manter a rotina - porque mães fazem isso. A gente insiste na normalidade como quem segura uma casa com as próprias mãos. Mas por dentro eu sabia: algo estava sendo disputado. Não era só a vida do meu filho. Era a alma dele,começou uma guerra silenciosamente,eu poderia até não ter armas terrenas então resolvi lutar com armas espirituais. chamei Deus para essa peleja.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD