EDGAR: Cheguei da viagem e fui direto para a clínica, seguindo o endereço que Clarisse me passou. Meu coração batia rápido, uma mistura de ansiedade e expectativa. Quando entrei, ela estava lá, sentada na sala de espera, com o olhar atento, como se só estivesse esperando por mim. O peito acelerou, uma mistura de ansiedade e receio. Ela olhou para mim, sorrindo de um jeito tímido, mas com os olhos brilhando. — Oi… só estava esperando por você. disse, baixinho, quase sussurrando. Me aproximei dela e nos dirigimos à sala do ultrassom. Assim que a máquina foi ligada, e a tela começou a mostrar as imagens, meu peito apertou. Ali, diante de nós, estava nosso filho. — Edgar… olha… nosso filho… ela sussurrou, a voz embargada, os olhos fixos na tela. Não consegui desviar o olhar. Cada

