André atirou a taça dele na parede e foi, dando passos rápidos e fortes ao bar, pegando a garrafa de uísque, bebendo gole a gole sem algum copo. Sentia suas mãos queimarem de ódio. Sentia impotência. Nada poderia mudar o que aconteceu e da forma que aconteceu, então só lhe restara beber. Ele sempre teve problemas com a bebida, desde a adolescência, mas após algumas reabilitações em segredo e algum foco, ele conseguiu deixar isso de lado e ser o empresário impecável, de reputação peculiar. Em todas as vezes que suas crises de ódio atingem altos picos, seu vício se torna incontrolável. Uma garrafa cheia, em 20 minutos já alcançava menos da metade. Sentado no sofá, olhando de longe o Seattle Eye parando de se mover, provavelmente pela hora, não tinha nenhum pensamento. Estava dopado pela rap

