Chego primeiro ao restaurante. Tenho alguns minutos para organizar os meus pensamentos e parece que até a minha dor de cabeça está passando. Denis chega na hora. O seu sorriso sempre foi contagiante. Ele se aproxima, inclina-se e me dá um beijo terno na bochecha, entregando-me um pequeno buquê de rosas miniaturas em tons pastel. Como se as tivesse escolhido especialmente para combinar com o meu vestido. — Você está linda. Diz ele, sentando-se à minha frente. — Obrigada. Respondo, colocando as flores na beirada da mesa. — É um prazer te ver. Sentamo-nos. Pedimos uma taça de vinho e algo leve para o jantar. Denis está relaxado, como sempre. A sua presença é como um cobertor quentinho. Não muito grosso, mas agradável quando está frio. — Como vai? O que há de novo? Ele pergunta, olhando-m

