O domingo amanheceu preguiçoso, com aquele clima perfeito para não sair de casa. A chuva da madrugada já tinha dado lugar a um céu meio nublado, típico de Seattle, mas ainda assim aconchegante. Acordamos juntos, daquele jeitinho que eu já estava começando a amar. Theo me puxou para perto assim que abri os olhos, me envolvendo naquele abraço apertado, quente e cheio de preguiça. — Bom dia, minha garota. — Ele sussurrou no meu ouvido, com aquela voz rouca de quem tinha acabado de acordar. Sorri, me aninhando mais ainda no peito dele. — Bom dia. Depois de um tempinho ali, no modo “não quero sair nunca daqui”, levantamo-nos e fomos para a cozinha preparar um café simples. Torradas, café forte e uns pedaços de chocolate que Theo jurava combinar perfeitamente com café. E, olha… até que

