capítulo 66

1139 Words

Hanna O caminho até em casa foi silencioso, mas confortável. Matteo dirigia com uma das mãos no volante e a outra entrelaçada à minha, como se quisesse garantir que eu não sumisse de novo. O som suave do rádio preenchia o espaço, e eu deixava meu corpo se embalar naquela segurança que só ele sabia me dar. Quando entramos em casa, fui recebida pelo cheiro familiar do nosso lar — um misto de lavanda e café, que sempre me acalmava. Matteo trancou a porta com cuidado e me ajudou a tirar os sapatos. O chão frio sob os pés contrastava com o calor que havia no meu peito. — Devagar... — ele sussurrou, me conduzindo pelo corredor. A casa parecia a mesma, mas tudo tinha um brilho diferente. Talvez fosse eu que estivesse vendo com novos olhos — ou simplesmente sentindo mais. Ele abriu a porta do

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