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1175 Words
 - Vais cancelar o casamento ? - Percebi um certo alteramento na voz do Sumo sacerdote . - Não , disse que vou adiar . Entenda que eu sou o rei , Acordei depois de quase 100 anos , creio que tenho coisas mais serias a resolver do que me casar tão rápido . Sua filha poderá respirar e cuidar de tudo calmamente , não precisamos de presa . - Certo , não foi minha intenção questiona-lo majestade . - Assenti me virando em direção a porta . Como sua filha o sumo sacerdote tinha uma certa soberba ao falar , mas nada que minha postura como rei não eliminasse . - Estamos com sérios problemas . - Ackee me encontrou no corredor e então fomos para a sala de reuniões . - Diga - me sentei esperando sua resposta . - Esta existindo uma onda gigantesca de tráfico de mulheres e crianças. Mas as mulheres estão em auta elevação , soube de casos que entram nas casas das família . - E o que nosso reino tem haver com isso ? - Todos aqui sabiam que era extremamente proibida a venda de seres humanos . - Estamos no maior calculo de compras Kali , por isso que nas cidades baixas o que mais existem são prostitutas . - Então faremos um decreto , onde darei a pena de morte a quem comprar uma pessoa . Convoque o concelho , quero que essa decisão seja dita a todos , assim chegaram mais rápido a todos , os homens dessa corte tem a lingua mais solta que as mulheres . - Ackee não deixou de rir mas foi fazer o que pedi . Em seguida me encontrei com Mesael que continuara comigo fazendo minha guarda . Era uma lei que depois de tanto tempo não cumpria-mos tao a pe da letra . Depois de tantos anos , não obrigava meus irmãos me seguirem por onde fosse , mas as vezes ainda acontecia . - Tem alguma notícia de Adália ? - Ele negou . - Amenael ou Haj não disseram nada ainda , talvez não tenham encontrado nada que fosse fora dos padrões . - Então o Duque não se incomodará com minha visita . - Segui ate a ala onde o Duque dormia e ao meu aproximar escutei um grito . - Pelo visto ele esta estressado - Mesael as vezes parecia uma criança , não tinha modos e brincava com tudo . Pedi para me anunciarem , o rei sou eu e tudo que tem aqui também , não preciso de autorização para entrar na ala de meus subordinados . Quando entrei o rosto de Adália de medo mudou-se para alívio , mas ainda haviam lágrimas naquele rosto , Hoffman estava sentado em sua cama com vestes de dormir e se eu não chegasse , Adália estaria sem as suas , creio que por isso o grito tão aborrecido , percebi que ela segurava aos mãos em volta da cintura , numa tentativa falha de p******o . - Dispense sua concubina , temos assuntos reais a tratar Duque . ??????????????? Adália O alívio me tomou por inteira quando sai daquele quarto , eu só queria sumir e esquecer que aquele duque maldito me beijou a força . Ele é um homem totalmente se escrúpulos , antes do rei chegar havia outra mulher no quarto e ele me obrigou a ver tudo que faziam um homem e uma mulher em seu leito . Foi h******l ver aquilo e sempre que eu tentava não olhar , ele parava o que estava fazendo e me batia , eu quis dar graças a Deus quando aquela tortura visual acabou , mas em segundos eu queria que não . Assim pelo menos ele não tentaria fazer comigo o que fez com aquela mulher . E os zumbidos que ela soltava , meus ouvidos pareciam querer sangrar , algo totalmente ensurdecedor. - Adália me espera . - Naná gritou , eu ia parar mas estava com medo e então ela me alcançou . - Se acalma , não chore , vou ajudar você . - Me tira daqui Naná , por favor . - Tentei limpar o sangue no canto de minha boca mas parece que só machucou mais . - Vem , eu vou cuidar desses ferimentos. Me desculpe não estar aqui para lhe ajudar , mas é que o Duque me mandou ao mercado e eu também sou serva de suas mulheres . Entramos em seu quarto que ficava numa ala afastada da do Duque , ela me ajudou a tomar banho e depois passou alguns ungüentos nos meus ferimentos , me deu algo pra comer e um chá que me ajudaria com as dores . - Ele não lhe tomou não é ? - Ela perguntou vendo as matcas nas minhas costas . - Não , por Deus . Mas me obrigou a ver tudo com uma mulher . - Tentei não me lembrar , era h******l . - A aquela mulher , é outra coitada . O nome dela é Aisha e só faz aquilo pra sobreviver , ela vem de uma família pobre que trabalhava para o Duque , o marido na verdade . Só que ele morreu e a deixou com uma criança . Não tinha pra onde ir então pediu ajuda ao Duque e foi isso em que o tirano a transformou . Pelo menos ela consegue deixar o filho vivo e saudável . - Por Deus , ele é pior do que imaginava . Mas eu preciso sair daqui Naná , não tenho ninguém que me defenda e aquela velha maluca me vendeu para ele . - Eu te diria para denunciar ao rei , mas a pena para compradores é apenas dar a liberdade da pessoa e uma vida estável, eu já vi muitas pessoas morreram depois disso , então não . Vou dar um Jeito de te tirar daqui , mas enquanto isso te levarei para ficar na Ala do rei e seus irmãos , lá o Duque não tem acesso e ficara protegida . - Mas como ficarei se nem o Duque tem acesso . - Naná sorriu como nunca vi antes , ela tinha sempre um olhar carregado de tristeza . - Tenho um amigo que poderá te ajudar , espera . Fique aqui , não abra para ninguém , Aisha e minha irmã quando veem me ver tem suas próprias Chaves - Concordei me sentando próxima a janela , fiquei olhando lá pra fora , enquanto a brisa do vento passava em meu rosto . Agradecia ao rei por ter me salvado , mesmo que indiretamente . Nele de longe se via um homem de bondade incondicional e sempre um olhar angelical . Nem se parecia aquele homem sem vida que por um momento eu me assustei e acabei passando sangue em seu rosto . E mesmo daquele jeito tinha um rosto sereno e calmo , como todas as outras duas vezes que o vi 
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