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1533 Words
?Jackson: A garota não sai da minha mente, e eu não consigo encontrar uma solução lógica para o que está acontecendo. Eu fecho os olhos e o rosto dela me vem à mente, o pequeno sorriso que deu na minha direção. Aquele anjinho loiro dos olhos azuis, me deixou um maluco pirado. Arrumo os malotes de euros dentro do cofre que eu tenho em casa. Já dólares,euro, real, rublos. Além de jóias, relógios, cheques e documentos. É uma pequena fortura, presa numa caixa de um metal resistente, protegido com a mais alta tecnologia, para que ninguém possa ter acesso. Somente eu posso abrir, aráveis de reconhecimento fácil, digital e senha. Está muito bem escondido, ninguém jamais irá achá-lo aqui. Guardando tudo no lugar, saio do cômodo e volto para o meu mais novo lugar favorito. Da sacada do meu quarto, eu consigo ter uma vista privilegiada da casa da frente. Meu anjinho loiro está andando ao redor da casa. Usa um vestidinho verde, com alguns detalhes rosa. Os cabelos extremamente loiros chegam a reluzir quando entram em contato com a luz do sol. Ela é tão linda, a pele branquinha, ótima para deixar minhas marcas, as bochechas sempre vermelhas, os lábios formando um coração convidativo. E olha que eu não gostava de mulheres loiras... Sempre gostei de mulheres morenas, com a pele bronzeada , cabelos pretos. Já transei com todo tipo de mulher. Magras, gordas, asiáticas, pretas. Até agora, as pretas estão na frente em melhores transas. As gordinhas que eu fiquei também são fogo, e eu gosto de mulheres das pernas grossas e quadris largos. Essa preferência que eu sempre tive, caiu por terra agora. A bonequinha loira que eu estou fascinado, é magrinha, baixinha, perfeita a sua maneira. —Estou ficando preocupado com você caro Jack.—Ronan não sabe ficar quieto. Ele não cala a p***a da boca.—Dois dias sem t*****r? Isso é um recorde. Nem quando deixou de ser virgem passou dois dias sem entrar numa b****a. —É da sua conta filho da p**a?—Eu já não tenho paciência por conta dele.—Estou achando que você quer me dá o r**o e não tá sabendo pedir. —Ih o m*l humor é falta de sexo mesmo.—O retardado começa a rir feito uma hiena.—Qual é cara, a gatinha da Mollie nora logo ali. Ela topa na hora dá pra mim e pra você ao mesmo tempo. —Nem começa.—Eu não gosto dessa garota. Se ela esfregar a b****a na minha cara ou no meu p*u, eu ainda não como ela. Só se estiver sob efeito de algum entorpecente.—Quero aquela garota longe de mim e do meu p*u. —Ela fode bem.—Retira um pino de cocaína. A melhor cocaína da cidade, que é distribuída por nós. O filho da p**a ainda pega de graça.—Faz um anal que é uma beleza, além de ter aguentado meu p*u até na garganta. —Certo. Ronan dá de ombros, e com uma nota de cem dólares ele começa a cheirar as fileiras que fez com a cocaína. —Quer?—Me estende a nota em formato de canudo. —Não. Eu não uso cocaína.—Não depois de ter quase morrido por conta de uma overdose. Foi a pior que eu tive em toda a minha vida. Misturei cocaína , crack e maconha. Um kit fatal. —Não sabe o que está perdendo.—Termina de cheirar e limpa o nariz. Ainda é possível ver resquícios do pó branco, ao redor de suas narinas. —Na verdade eu sei bem.—Prefiro fumar maconha e beber cerveja. De vez em quando um êxtase.—Agora cala a boca e curte tua brisa. —Vou chamar uma prostituta.—Pega o celular. Ele tem uma lista delas. Com número de telefone, uma nota ridícula dos trabalhos prestados e os nomes.—Preciso de uma f**a. —Se quiser eu te fodo aqui mesmo.—Brinco. —Sai fora filho da puta.—Me olha feio. Digita no celular enquanto me xinga de tudo que é nome. Nunca comi um gay, apesar de já ter recebido propostas. Além de mulheres, eu só comi uma travesti uma vez. A lombra da maconha tinha batido com força e eu comi mesmo e f**a-se. Ronan me zoava com isso, mas eu não me importava. Eu que tinha comido, então tudo certo. —Vou ir ser feliz.—Se levanta.—Depois eu chego aqui. —Você sabe que eu não me importo se você não vim mais. —Não vou te deixar sozinho branca de neve.—Vai até a moto estacionada. Sem usar a p***a de um capacete ,ele sai cantando pneus. Tenho quase certeza que ele vai se encontra com Renata, a prostituta que ele come a mais de 2 anos. Ela é fixa dele, não pode se envolver com nenhum outro cliente, e é muito bem paga. Ainda acho que ele gosta dela, só não quer assumir. A mulher é bonita, vinda do Marrocos para os Estados Unidos. Acabou se tornando prostituta, por não conseguir emprego formal. Agora, ela ganha 10X mais que se estivesse trabalhando de forma 'tradicional'.  —Estamos tendo lucro?—Pergunto a Washington, um dos meus gerentes. Ele cuida da venda de crack e lança perfume. —Sem sombra de dúvidas.—Sorri. Ele é um porco nojento, o mantenho aqui somente por causa do meu pai. Ele já era gerente quando meu pai comandava, pra não desapontar o velho, não chutei o seu traseiro pra bem longe daqui.—Enviei um relatório para o seu pai. Temos mais de 15 mil dólares em dívidas. —Não mandou cobrar ainda porquê?—Coloco meus pés sobre a minha mesa.—Não vou ter prejuízo por conta desses filhos da p**a. Se comprou, usou, vai ter que pagar. —A ordem é matar se não tiver o dinheiro chefe?—Onofre, um dos capangas pergunta. Ele é como um segurança, uma máquina de matar, um homem leal a mim. —Não. Matando, eu não terei o dinheiro de volta. Inicialmente use de ameaças, com alguém da família principalmente. Se não conseguirem o dinheiro, peguem algo de valor. Qualquer coisa.—Ele assente.—Em último caso, venham até mim, eu terminarei o serviço. —Sim chefe.—Ele começa a carregar a pistola que sempre leva presa nas costas. —As cargas que foram roubadas pelos Snake White, foram recuperadas. Deixamos 10 mortos pra trás, e trouxemos alguns milhares de dólares.—Benjamim diz.—Foi somente um aviso. Eles agora sabem com quem estão mexendo. —Se eles se manifestarem, podem matar qualquer um que tenha um tubarão no pescoço.—Dou a ordem. Onofre sorri, mostrando um dos dentes de ouro. Ele cheira a sangue e morte. O lugar onde nos reunimos é escondido, a polícia dificilmente conseguiria nos achar. Fica na parte de baixo de um prédio que usamos para lavagem de dinheiro. É possível entrar por um túnel com mais de 500 metros de comprimento, uma forma de despistar curiosos. O porão é bem equipado, com paredes revestidas com metal, um bom esconderijo. Ele resiste a um ataque a míssil. Os móveis são de couro. Não há quartos, somente uma grande sala e um banheiro. Tenho outros lugares como esse, que somente eu sei a localização exata. Já bem mais equipados, com suítes, cozinha. Conseguiria sobreviver dentro de um desses esconderijos por meses sem ser descoberto. Dou mais algumas ordens, antes de voltar para a minha casa. Conduzo minha ranger até a minha residência fixa. Como de costume, olho para a casa da frente, quando levo o carro até a garagem subterrânea. Minha bonequinha não estava lendo na varanda, como de costume. Somente a assanhada da Mollie, que usava as típicas saias curtíssimas de couro. Ela acena diversas vezes pra mim e eu finjo que não é comigo. Tudo que me importa agora é saber da minha bonequinha. Minha boca saliva em imaginar minha língua passando por toda aquela pele leitosa que ela tem. Os gemidinhos tímidos que ela deve soltar, enquanto eu chupo aqueles peitinhos pequenos que ela tem e meto sem dó, o meu p*u na bocetinha apertada que ela deve ter. Passo a língua nos lábios, como se isso fosse o bastante para ter o vislumbre do gosto dela. Caralho de mulher! Tinha que ter aquele olhar de anjo que me deixou maluco. Parece até que fez um feitiço pra mim. Meu dia se alegra quando eu a vejo, concentrada enquanto ler um livro qualquer. O vento bate quase sempre nos seus cabelos loiros. Os vestidinhos que ela usa, como se ainda fosse uma garotinha. Imagino que deve usar aquelas calcinhas cor de rosa, com um sutiã combinando. —Porra.—Aperto meu p*u que se encontra duro. Eu preciso ter aquela mulher, ou ficarei louco. Quando eu pegá -la, vou chupar cada pedacinho daquele corpo , irei deixar ela mole no colchão de tanto gozar pra mim. E no final, me interrarei dentro dela até o talo, até ter minha semente sendo jogada dentro dela. É uma promessa.
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