Lúcifer Narrando Assim que eu vi o portão fechar, eu sabia que ele já tinha passado para o outro lado. Peguei o facão, o mesmo que afiei para abrir a cabeça do Jojo, e não falei absolutamente nada. Joguei o facão no professor, arrancando a perna dele fora. O sangue espirrou para tudo quanto é lado, e ele soltou um grito de dor. — Haaaa, seu maluco, seu carniceiro! Não respondi. Mandei o meu irmão preparar uma água com sal e colocar na perna dele para estancar o sangue. Breno voltou com a bacia de salmoura e jogou no ferimento. O Arnaldo já estava desmaiando, mas, com a dor, despertou rapidinho. — Por que você não me mata logo? Você já sabe que fui eu que tentei invadir o seu sistema. Eu ia vazar todas as informações para a polícia, mas não consegui. Então, mandei sequestrar essa c****

