Lúcifer Narrando Tava no QG, já de olho na movimentação. Eu sabia que esse professor ia armar algum tipo de palhaçada, já que coragem ele não tem, muito menos aliados à minha altura. O cara não passa de um bucha, contratou meia dúzia de vagabündo achando que ia meter moral. Só rindo mesmo dessa presepada. Deu uns minutos e os moleques já me avisaram no rádio que tinha uma tropa se aproximando. No primeiro pipoco, o fogueteiro já soltou o rojão avisando invasão. A gente desceu pra rua, preparado pra qualquer coisa. Os caras, coitados, não deram nem pra tira gosto. Assim que dei o primeiro tiro na perna do Arnaldo, já senti a risada vindo na garganta. Avistei o mané de longe. O mesmo o****o da foto que o Bruno me mandou antes. Gritei pra geral: — Esse aí é meu! Ninguém mexe, tô falando!

