Bruno Narrando Mesmo com esse B.O todo com a Carol, não paramos as buscas, depois que ajudei o Oliver a conseguir as câmeras de segurança da casa da irmã do professor, voltei para a sede, e seguimos, incansavelmente. — Tio Gael, tô dizendo, se a gente for fazendo desse jeito, a gente chega — sussurrei, já com o olho queimando de tanto tempo grudado na tela. Eu, o Tio Morte e o Tio Gael, num pique insano, revirando cada byte desse sistema que foi atacado. O bagulho era profissional, mas a gente também é, né? Tá achando o quê? A invasão foi cabulosa, cheia de burla pra despistar, mas a gente foi cavando, raspando cada código, como quem espreme até a última gota. — Caralhø! — Tio Morte largou o primeiro palavrão. Sinal que a gente tava perto de alguma coisa. Eu ri, meio putø, meio alivi

