175- ALMOÇO

1187 Words

CAPÍTULO 175 CAROL NARRANDO Eu nunca tinha ido naquele restaurante, mas já tinha passado várias vezes na frente. Sempre me pegava pensando que o cheiro dali era maravilhoso, comida caseira de verdade, daquelas que abraçam a gente só no aroma. Assim que a gente entrou, o cheiro de tempero fresco e comida feita na hora invadiu o ambiente. O salão era simples, mas aconchegante, com mesas de madeira e toalhas floridas. Um ventilador girava devagar no teto, espalhando aquele ar misturado de arroz soltinho, feijão fresquinho e carne assando na chapa. O Dante entrou na frente, como sempre com aquela postura séria, e logo o olhar de algumas pessoas se virou pra gente. Era impossível não reparar nele, mas ele nem se abalava, só puxou a cadeira e me fez sentar primeiro. O Daniel veio logo depois

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