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DESEJADA PELO DONO DO MORRO, [03/06/2023 23:37] Capítulo 37 Pedro narrando Raul entra no meu escritório e eu o encaro. — Atrasado – eu falo — Você sempre pontual – ele fala – estou com problemas. — Qual? – eu pergunto — Luana está com Marcelo, ele pegou ela – eu o encaro — Como você sabe disso? — Marcelo está muito queto – Raul fala – eu estou planejando com Preto entrar no morro, mas estou achando Preto estranho. — Como estranho? – eu pergunto – talvez porque você quer que ele comece uma guerra com o irmão? — Você assim como eu sabe que Preto quer m***r Marcelo por achar que ele matou o próprio pai – Raul fala – e nós sabemos que foi a Luana, sabemos que ela se envolveu comigo por pura p******o. — Se ele pegou Luana, ela já está morta – eu respondo – Marcelo não deixaria ela viva, vocês sabe o quanto o pai dele era importante. — Eu sei – Raul fala – se Preto não querer invadir o morro comigo, eu vou contar quem era a Luana para ele e duviod que ele não vá entrar lá. — Eu vou conversar com Preto – eu falo – o avião chegou, não chegou ? – eu pergunto — Sim – ele fala — Eu vou lá sondar ver se está tudo certo e ve ro que está errado lá, se você for, ele vai desconfiar – eu falo – mas eu tomo conta dos negócios. Aliás, quem sabe você abre a boca e me conta o que vocês transporta nesses aviões. — Drogas – Raul fala – aviso Preto que você vai lá? — Não – eu respondo – chegarei de surpresa, é melhor. — Eu quero a Luana viva – ele fala. – eu quero a Luana viva – ele dar um soco. Marcelo narrando Eu ainda estava decidindo se eu ia até o morro e pegava Luana ou se abria o jogo para Preto de quem ela era e deixava que ele fazia o serviço, até porque Preto não a deixaria viva. E isso estava sendo uma decisão um pouco difícil, Raul nesse momento deve está achando que Luana está comigo, até porque eu dei um jeito de plantar isso em sua cabeça e com isso, ele iria querer invadir aqui e pediria ajuda a Preto, mas o jogo viraria quando eu abrisse a boca e contasse que quem matou nosso pai foi a Luana. Sendo que nessa altura, eu não consigo acreditar como a minha mãe não a reconheceu, ou não a reconheceu por todos os seus machucados naquela noite. Mas eu iria acabar com a Luana de uma forma que ela jamais iria esquecer e talvez, jogando a verdade para Preto seria uma hipótese. DESEJADA PELO DONO DO MORRO, [03/06/2023 23:53] Capítulo 38 Luana narrando — Será que você está com dengue? – Lucia pergunta abrindo a janela do quarto. — Deve ser virose – eu respondo — Está doendo o corpo? – ela pergunta — Todo – eu respondo — Você fica doente com facilidade? — Não sei responder isso – ela me encara — Como não? — Não sei – eu falo – nunca pode ficar doente. — Deve ser dengue – ela fala – esses dias morreu uma moradora de dengue. — Lucia – eu falo par aela — O que foi? — Olha o que você me fala, diz que eu tenho dengue e me conta que uma mulher morreu disso – eu jogo o travesseiro nela e ela começa a rir. — Foi m*l, foi um comentário – ela fala sorrindo — Você é i****a. — Não mais do que você – ela me joga o travesseiro de volta – você não está bem né? — Meu emocional está um pouco abalado. — Está cheia de espinha – ela fala — Estou. — Seus cabelos estão ressecados – ela fala – nem parece a madame que chegou aqui no morro descalça – eu abro m sorriso – mas com a pele e cabelos impecáveis. — Acredite eu não sou aquela Luana, eu sou essa aqui – eu falo para ela e me levanto e me sinto m*l. – eu vou dar uma volta. — Eu preciso ir para aula – ela fala — Aula? — É – ela pergunta – faço uns cursinhos ai — A gente se ver depois. — Se cuida – ela fala antes de sair do quarto. A mãe de Preto não estava em casa, tinha saído cedo para igreja que tinha aqui perto, ela fazia bastante caridade. Eu estava andando na rua quando um vapor me chama e eu encaro e eu ando lentamente. — Tem alguém te esperando – ele me entrega um papel e sai andando. Eu abro aquele papel e tinha um beco e um número de uma casa, assinado pelo Pedro, era a letra dele reconheceria em qualquer lugar, eu desço lentamente procurando pelos becos e encontro a casa e entro pela porta, encontrando Pedro mexendo no celular, ele guarda o celular e me encara, estava vestindo terno e gravata, todo mocinho bom como ele sempre se vestiu. — Pedro – eu falo indo em sua direção e eu abraço ele forte. — Luana – ele beija a minha testa. – como é bom ver você viva. — Estou com medo – eu falo olhando para ele. — O que você tinha na cabeça. — Você me falou que a única forma de livrar dele era ele ser morto ou preso. — Mas era para você fugir para longe e não m***r o supervisor da segurança – ele fala — Preto me perguntou sobre Marcelo – eu falo e ele me encara – quer saber quem Raul tem lá no morro. — É isso que estou fazendo aqui – ele fala – Sondar ele , ver o que ele sabe, Raul está começando a desconfiar dele. Você precisa fugir. — E como eu vou fazer isso? — Uma guerra vai começar Luana – ele fala me encarando — Eu vou ser morta Pedro – eu falo chorando — Eu não vou deixar que nada de m*l aconteça com você – Pedro fala – eu jamais deixaria e você sabe disso, eu sou capaz de qualquer coisa para te defender, eu tive que aguentar te ver sofrendo calado sem poder fazer nada, mas estou cansado, estou organizando provas fortes contra o meu irmão. — Você vai se prejudicar, Raul não está nem ai para ninguém – eu falo – ele pode te m***r Preto e você seria morto por causa de mim. — E se der certo? – ele pergunta me encarando – a gente não vai saber se tentar, se der certo, a gente foge juntos para bem longe daqui. — A sua vida terminaria, sua carreira – eu falo para ele — Mas eu estaria com você – ele fala me encarando e eu o encaro. Ele passa a mão pelo meu rosto lentamente e a gente se encara, olho por olho, ele encosta sua boca na minha e a gente se beija e eu correspondo o seu beijo, mas depois me afasto confusa com tudo que eu estava sentindo. — Eu não quero que você corra perigo por minha causa. — Você pode ser morta a qualquer momento pro qualquer um – ele fala – e eu não vou deixar. Eu olho para ele e quando eu iria responder, a porta é aberta. — Olha , reunião particular e ninguém me avisou – Preto fala entrando na casa e nos encarando.
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