13

1171 Words
Yolanda narrando Eu olho para Alejandro esperando a sua resposta e olho para Virginia que está completamente sem reação. — Por favor – Virginia fala – fica em paz minha irmã, vai com seu marido. — Eu não vou – eu falo – eu não vou me sentir bem e nem mesmo segura em deixar vocês aqui – eu olho para Alejandro e ele me encara. Ele sabe que eu tinha medo de deixar Virginia aqui por medo de virar as costas e ele matar a minha irmã da mesma forma que ele fez com Virginia, ele me encara e eu encaro ele, ele respira fundo. — É melhor a gente se apressar, se não vamos perder a saída do avião – ele fala – vamos e depois as suas coisas e da criança serão levadas. — Não – Virginia fala — Por favor – eu viro para ela – por favor, por mim – Virginia me encara – é a única forma que eu sei que vocês vão está seguros. Ela respira fundo e depois de muito insistir ela acaba concordando em ir com a gente, ela entendeu que a única forma que ela poderia está segura com aquela criança era está comigo, eu queria confiar que Alejandro não iria fazer m*l a ela e aquela criança, como eu acredito que ele não iria fazer, mas meu coração me dizia que eu precisava levar a minha irmã comigo. O tempo todo a viagem foi em silêncio, tinha apenas o pequeno Kaio chorando, eu me sinto enjoada em várias parte da viagem, onde o carro teve que parar para eu tomar uma água e respirar um ar fresco, Alejandro o tempo todo paciente comigo e também bem cuidador, se ele estava furioso estava sabendo disfarçar muito bem. Assim que chegamos em casa, logo ajudei a Virginia a se ajeitar com o pequeno Kaio e depois fui para o quarto tomar um banho para descansar, Alejandro pediu para que trouxesse a janta no quarto e ele estava sentado na cama mexendo no celular. — Minha irmã disse que você mandou alguém matar ela e Kaio – eu falo e ele me encara. — Foi antes, quando eu ainda estava cego – ele fala. – você trouxe ela com medo que eu fizesse algo, não é mesmo? — Sim, por mais que eu confie, eu tenho medo que algo aconteça com eles. — Você deveria ter me contado que estava indo até lá – ele fala passando a sua mão pelo meu rosto – não deveria ter mentido. — Eu sei, mas eu fiquei tão nervosa quando recebi aquela mensagem que achei que você iria me impedir de ir – eu suspiro. — Daqui a pouco o bebê nasce, você está no final de uma gestação sabe que tudo requer cuidados, Yolanda. — Estamos bem, fica tranquilo. Eu só preciso descansar. — Vamos jantar antes, você precisa comer algo, passou m*l a viagem toda. — Estou sem fome – eu olho para ele — Anda, senta aqui e vamos jantar – ele insiste e eu acabo sentando. — Você viu que lindo aquele bebê? – eu falo sorrindo – nossa filha ou filho terá um primo ou uma prima um pouco mais velho que ela ou ele, isso vai ser tão legal. — Sim, vai ser – ele responde — Eu peço desculpa por ter sumido, deve ter cancelado o jantar. — Tudo bem, não estava afim de ir. Por mais que Alejandro se mostrasse bem tranquilo em relação a isso, eu sei que no fundo ele estava nervoso e muito furioso por ter sido contrariado, mas ele respirou fundo e tentou se manter o mais calmo possível e eu acredito que isso dava pontos a ele, muito pontos aliás, porque ele não perdeu a cabeça e nem a paciência comigo, respeitou a minha vontade de ter a minha irmã comigo. Eu acordo de manhã cedo com Alejandro se arrumando no quarto, ele me dar um beijo e desde as escadas, ele tinha compromisso cedo com os outros partidos e tinha passado a noite toda escrevendo o seu discurso, eu levanto, tomo um banho me arrumo e desço para tomar café e encontro Virginia na sala com Kaio. — Já estão acordados. — Ele acorda cedo – ela fala sorrindo – eu vou trocar ele. — Eu posso trocar – eu respondo — Não precisa – ela fala – pode deixar que eu troco, eu já desço — Ok – eu respondo para ela. Eu observo a minha irmã subindo com Kaio em seus braços, eu passo a mão pela barriga pensando que logo seria eu com um bebê para cuidar, amar e beijar muito. Alejandro já tinha dito que deveria pensar em contratar babás, começar as entrevistas e que as babás precisava ser alguém dentro da comunidade da máfia para ter total sigilo e principalmente segurança, mas eu não sei se eu queria babá, eu acho que eu mesmo queria cuidar. — Como você desaparece? – Cecilia fala entrando porta a dentro me tirando dos meus pensamentos. — Cecilia. – eu sorrio — Alejandro ficou que nem um maluco te procurando, você sabia? — Eu imagino – eu olho para ela – Alejandro foi atrás de mim e eu estou de volta viva. — Juan me contou – ela fala – que sua irmã voltou com você. — Sim, eu a encontrei – eu olho para ela. — E porque você foi do nada ? – ela pergunta — Eu recebi umas mensagens falando que meus pais estão mortos, eu fiquei sem chão, peguei um táxi e fui para lá. — E o que você ficou sabendo? — Que estão bem e vivos – eu respiro aliviada – e encontrei a minha irmã, você sabe que Alejandro até mesmo mandou matar ela. — E você trouxe ela para cá? — Alejandro é imprevisível, eu sei que estando aqui comigo, ela está mais segura do que está longe. — A gente sabe o quanto ele é imprevisível – ela fala – mas você foi maluca, porque não pediu para ir com você. — Você contaria a Juan – eu olho — Claro, que não. Até parece que você não me conhece. Virginia desce com Kaio se aproximando de nós. — Virginia essa é minha amiga Cecilia e Cecilia essa é minha irmã e meu sobrinho lindo – eu falo — Olá, tudo bem? – Virginia pergunta — Sim , um prazer. Meu Deus que nenê mais fofo – Cecilia fala sorrindo para aquela criança – ele tem quanto tempo? — 5 meses – Virginia responde — Ele é lindo, parabéns – Cecilia fala. — Achei que ele tinha mais tempo – eu respondo — 5 meses, quase 6 – virginia responde se sentando com ele. — Pelo menos agora você não fica sozinha, tem companhia – Cecilia fala – o tempo todo, isso é muito bom, eu me sinto ainda mais segura sabendo que você está bem. – eu sorrio e Virginia também.;
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD