O silêncio voltou à sala, mas agora estava pesado, saturado com o cheiro inconfundível do que eles tinham acabado de fazer. Débora permaneceu largada na poltrona, as pernas ainda abertas, incapaz de se mover. Ela observou, com um fascínio hipnótico, o corpo de Leo se afastar do dela. O pênis dele, antes uma arma dura e implacável, agora amolecia diante dos seus olhos, brilhando com os fluidos dela. Havia algo estranhamente íntimo e vulnerável naquela visão, uma prova biológica de que a fúria havia passado. Então, ela sentiu. A sensação quente e viscosa escorrendo de dentro dela, deslizando por sua coxa. A p***a dele. A marca dele saindo dela e manchando o couro da poltrona onde sua mãe costumava sentar. Leo não parecia afetado pela gravidade do momento. Com a mesma calma com que pr

