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884 Words

A caminhonete parou em frente à casa de dona Gracinha. Dogão desceu primeiro. Ula também. Os vapores permaneceram mais afastados, fazendo a segurança da rua. Dona Gracinha abriu a porta do carro com calma. Ula segurou no braço dela. — Vem, mãe. As duas caminharam até a porta da casa. Ula abriu a porta e olhou para a mãe. — Quer que eu ajude a senhora a tomar banho? Dona Gracinha sorriu. — Não, filha. — Eu tô bem. — Não bebi muito. — Consigo tomar meu banho sozinha e descansar. Ula ainda ficou olhando para ela. — Tem certeza? — Tenho, querida. Ela fez um carinho no rosto da filha. — Agora volta pra festa. — Vai se divertir. — Vocês ainda são jovens. Eu já tô velha. Ula riu na hora. — A senhora tem quarenta e dois anos. — Para com isso. — Não tem nada de velha aí.

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