A cidade parecia adormecida, mas Angelina sabia que o silêncio era enganoso. Cada telhado, cada beco e cada árvore antiga carregava lembranças de horrores e rituais que os moradores já haviam esquecido — ou fingido esquecer. A noite caía rapidamente, e o céu escuro cobria tudo com uma cortina de expectativa. Uma energia estranha parecia vibrar sobre o campus, como se a própria cidade estivesse segurando a respiração, esperando pelo que estava por vir. Miller caminhava ao lado de Angelina, a mochila pesada sobre os ombros, contendo livros, velas, pergaminhos antigos e outros objetos que poderiam ajudá-las a compreender e enfrentar o que ainda estava à espreita. Seus olhos refletiam tensão e cansaço, mas também determinação. — Angelina… — começou Miller, a voz baixa e trêmula — você realme

