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Apenas não me deixe, por favor

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intro-logo
Blurb

Ser novata pode ser uma coisa complicada, e não a nada melhor do que ter os seus amigos do lado pra te ajudar no que precisar.

Mesmo que eu tenha tantas companhias, eu me sinto vazia, como se eu precisa-se de algo ou alguém pra preenchê-lo. Pode ter uma uma coisa clichê, mais eu sinto uma certa atração pelo meu melhor amigo, eu sinto a necessidade de está com ele a todo momento, e o meu sentimento cresce cada vez mais... porém, eu tenho medo de perder a nossa amizade, pelo o meu simple e bobo amor.

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Prólogo
Eu já estava a caminho da BGS, mais o trânsito está um enorme caos, simplesmente andava a passos de tartaruga e eu não sei quantas vezes o Alan me ligou, provavelmente querendo saber se eu estava viva ou não. Umas meias hora depois eu saio daquele trânsito infernal, e vou o mais rápido possível, para ver se eu chego a tempo para fazer algo no evento. Quando eu finalmente chego, vou estacionar o meu carro, quando também não acho vaga, então eu já presumo que tem muita gente no primeiro dia, quando finalmente achei uma vaga em meio a vários carros, peguei a minha mochila e meu celular, fechei e o carro e aproveitei e também travei e logo em seguida retornei as ligações do Alan. — Mano não é possível, onde você tava demora da gota para retornar as minhas ligações de volta — e possível ouvir pelo tom que o mais velho do outro lado da linha está com bastante raiva em relação a mim. — Alan eu quero só perguntar uma coisa bem simples, como eu vou atender se eu estou dirigindo e tem um trânsito enorme na minha frente? — Eu gritei quando fui fazer a pergunta, o que provavelmente deixou o rapaz do outro lado com mais raiva ainda" — Olha não grita comigo, anda vem logo para cá que o Guaxinim tá! Doido aqui pensando que você não vem mais, eu não aguento mais ele falando, onde ela está Alan? Será que ela não vem? Eu magoei ela? Será... que ela morreu?". Eu juro para tu que eu não aguento mais, tava normal responder ele por dois minutos seguidos, depois disso eu não já tava insuportável ouvir as suas teorias. — Tá! Certo, chego já e mande ele se acalmar. Eu não escutei mais nada vindo do outro lado da linha, apenas o barulho de que o Alan havia desligado o celular... na minha cara. Eu apenas ignorei e fui até o camarim do YouTube, m*l cheguei e já fui abraçada com toda a força que um ser humano poderia ter. — vai matar ela, pelo amor de Deus solta ela — falava Cellbit para que Guaxinim me soltasse do seu abraço apertado, que com a certeza está me sufocado. — Socorro gente, tá! Bom Guaxi pode me soltar agora se não eu vou morrer Ele me solta e me olha, e depois me abraça de novo, entretanto com menos força dessa vez. — Se isso não é amor, não sei o que pode ser — falava Pk olhando para nós dois, eu sorri para ele meia sem graça. — Tá! Bom Guaxi, eu sei que você tava com saudade mais eu preciso guardar as minhas coisas. — o mesmo olha para mim com um biquinho muito fofo e depois me solta do abraço, eu sorrio para o rapaz e o faço um carrinho em seu cabelo. Eu passei pelos meninos e fui ate o meu camarim, coloquei as minhas devidas coisas em um local arrumado em cima de uma mesa, fui ate a porta e fechei na chave, peguei uma roupa que eu mesmo tinha trago e coloquei, eu havia colocado um vestido preto colado, um casaco jeans que eu havia enrolado em minha cintura, um tênis branco com detalhes pretos e por fim um dos meus óculos de grau com um formato redondo. Pego as minhas "antigas" vestimentas e coloco em minha bolsa, saio do camarim e já havia gente nova no cômodo outros Youtubers como a. Triz, Gabi, Luís, Mount, Calango e Felps. — Olha quem chegou, a nova YouTube do pedaço — Triz vem em minha direção me abraçando. — Quero ver você fazendo Ao vivo na Twitch em breve — Vou fazer e isso logo — eu sorri para mesmo que retribua com outro sorriso. Alguém bate na porta do camarim, como o Luís era o que estava perto, ele só fez colocar a cabeça para fora e ver o quem era, suponho que ele conversou uns três minutos, com a pessoa que ninguém sabe quem é, só o Luís. — Bom gente, para quem não testou ainda o, five nights at freddy HW, vai testar hoje e também vai testar o Resident evil 7 em VR, resumindo quem não jogou tem que jogar, e outra coisa também, o segurança falou que nos vamos autografar e tira foto com os fãs em dias diferentes. — Mano eu não joguei nada, e agora — falei e todo mundo olhou para mim sem entender muita coisa, até que eu escutei o Felps rindo da minha cara. — Eita! Alguém entre nos está lascada sinceramente ferrou para mim, mais enfim não tenho o que fazer. Depois que todo mundo chegou, nós saímos do camarim e fomos andar um pouco pelo evento, algumas pessoas pararam nos, uma vez ou outra, pedindo para tirar fotos ou ate mesmo fazer outras coisas, enquanto nos estávamos andando eu senti a sensação de ser observada mais como nos estávamos em um evento cheio de gente eu decidi ignorar, mais mesmo assim eu olhei para trás, e acredite ou não... Calango e Felps viraram o rosto em simultâneo, em direções diferentes, por mais rápido que foi o movimento de ambos eu pude ver por poucos segundos as bochechas dos dois com uma cor rosada, como eu tinha olha para frente rápido para não levantar suspeita, eu não vi se estavam realmente rosadas ou não, eu posso estar louca ou não. — Olha ali S/N. — O Goularte apontou para um local onde tinha uns óculos VR e em do lado que tem escrito biohazard 7, eu literalmente gelei na hora, e dei alguns passos para trás, porém sempre tem aquele seu amigo que gosta de ver você simplesmente ir para o buraco, para o abismo infinito, no meu caso o Alan adora, já que o mesmo me pega pelo braço e me leva para testar o jogo. — Não, não Alan eu não quero, é sério eu tipo não quero saber. — Que nada, você vai sim, fofa nem vai se assustar e coisa boba vai ser só a demo mulher. O pior de tudo é que eu não tive como diz não, era o Alan me empurrando com a Maethe para a fila, o Alan ficou na minha frente enquanto a Maethe ficava atrás de mim, me impedindo de sair. A fila e enorme..., porém nós três estávamos na frente, faltava só mais uma pessoa para testar, eu estava com o coração a, mil, eu tenho quase certeza de que se eu abrir a boca agora ele vai sair, após uns minutos, era a minha vez o Alan e a Maethe foram me levando com um pouco de esforço, já que eu não estava pronta para isso. — Os próximos são vocês, certo? Quero nomes de quem vai. — uma moça de terno olhou para nós, já com um caderno pequeno e uma caneta em sua mão. — Vai ser uma pessoa mesmo, o nome é S/N. — falava Maethe, sorridente por ver que eu literalmente irei levar vários susto consecutivos em relação ao jogo maldito. — Ok, bom como ela não pode ir sozinha já que é arriscado ela ter algum problema, seja ele de pânico ou de outros parecidos e melhor e ter um acompanhante. Alan olhou para mim e depois para a Maethe, e ficaram se encarando até, nós escutamos um barulho vindo da fila, olhamos e lá vinha o Calango que nem um louco gritando. — Eu vou ser o acompanhante, deixa eu ser —ele vai até onde eu estou e me abraça, dizendo sem parar que quer ser o meu acompanhante. — Claro eu o senhor pode, nome por favor — a moça já diz se preparando para escrever o nome. — Thiago Elias — diz ele ofegante devia a sua pequena "corrida". — Anotado senhor Elias, senhores por favor se retirem. A mulher fala com casal que tinha me arrastado para a fila, os dois saem com um sorriso diabólico no rosto, os outros que estavam nos acompanhando estavam do lado, com uma vista "VIP" do meu sofrimento. — Bom já que os mesmo já saíram, vamos começar — moça vem até mim e coloca os óculos, depois ela me leva, provavelmente para o centro, depois de alguns minutos sinto mãos grandes em meu ombro, logo eu senti uma voz grossa no meu ouvido. — sou eu, não se preocupe eu vou estar logo atrás de você, qual quer coisa é só me falar. Thiago pode até não ter notado, mais a sua aproximação, as suas mãos no ombro da garota e principalmente a sua fala no ouvido alheio deixou a jovem de certa forma arrepiada e meia envergonhada, Elias não sabe de nem o começo e muito menos a metade das sensações que causou em sua amiga. — começando em três... dois... um. Depois da moça contar os números, foi só sofrimento, sustos, gritos e risadas dos meus colegas que estão um pouco longe, por incrível que parece em nem um momento, Thiago riu ele realmente tava lá para mim auxiliar no que eu se precisa, em momentos de extremo medo ele me dizia — calma, vai passar logo, vai ficar tudo bem eu confio em você —. Quando eu vi que a demo já acabou eu simplesmente, pulei de alegria eu senti os óculos ser tirado de mim, olhei e vi a moça com os óculos na mão, Calango saiu de trás de mim e veio para minha frente. — Viu você conseguiu parabéns — o loiro me abraço me tirando um pouco do chão. — Eu sabia que você conseguiria — Eu só consegui por que você estava do meu lado — eu retribuo o abraço que eu havia recebido do rapaz que tinha me dado, assim o apertando um pouco e alisando as costas do mesmo. Eu vi algumas luzes e nós dois olhamos, quando vimos, alguns dos nossos amigos estavam tirando fotos de nós dois, eu me abracei com um pouco, mas de força em Thiago e coloquei o meu rosto em seu ombro em sinal de que eu estava completamente envergonhada. — Chega né gente — ele desfaz o abraço e me leva até onde tava a aglomeração que no caso são os nossos amigos. — Olha que lindos eles dois — falava Luba, me olhando de lado com uma cara maliciosa, eu apenas me tornei um pimentão. — Gente chega né, vamos andar um pouco estou ficando levemente no tédio. Falei tentando mudar o assunto, já que eu estava sem garça, todos decidiram que iriam se separar e procurar o que fazer. E lá vamos nós, eu literalmente estou pronta para ir a saber lá aonde andar pelo evento e simplesmente comprar uma coisa ou outra, depois comer um pouco não seria nada m*l, todos já estão bem longe, nós combinamos de se encontra na frente do evento assim que acabar, como hoje não é dia de autógrafos ou tirar fotos eu estava de boas, quando eu ia começar a andar senti meu casaco ser levemente puxado, olhei para trás e... é o Thiago, e olhava para baixo a vergonha em seu rosto e totalmente visível, eu me aproximei do mais alto e vendo que eu tenha me aproximado um pouco o mesmo olha para mim. — O que foi Thiago? — falei docemente para ele. — Eu posso ir com você? Eu não quero ir sozinho, sabe? É os outros já sumiram então só acho você. Ele não gaguejou em nem um momento, mais era extremamente visível a sua timidez. — Claro que pode, vem vamos ver o que podemos fazer. Eu estendi a minha mão para ele, que logo pega e entrelaça os nossos dedos, eu diria que e um ato estranho mais sei lá, somos só amigos suponho que amigos fazem isso, né? Bem, de qual quer forma eu apenas fui andando com ele pelo evento. Andamos muito pelo evento, porém um bom tempo depois, eu já estava bastante cansada de tanto testar jogos, ver aparelhos para fazer ao vivo e é claro o mais importante eu estava com as pernas doendo muito, eu não quase não conseguia me manter em pé. — Thiago eu não consigo mais andar, tô cansada vamos parar um pouquinho? — Claro, também tô um pouco cansado vamos nós sentarmos na parte de alimentação, tô com fome. Eu apenas confirmei com a cabeça, e nos fomos andando um pouco mais, até ao centro do evento onde tinha vários locais de comida. — Nós vamos se separar só enquanto nos pegamos a nossa comida, depois nós encontramos aqui, ok? Eu me virei para Thiago que me olhou meio confuso por um tempo mais logo concordou com a minha proposta, ele soltou a minha mão que ainda estava segurando a dele, ele me olha mais uma vez antes de sair para comprar o que queria, ele sorrir para mim, mostrando o seu sorriso que eu tanto gosto logo depois ele some na multidão, eu vou até um local onde serve (você decide) e pedi... Depois que consegui a minha comida eu volto para o nosso local de encontro, e ele ainda não chegou então eu me senti em um banco para espera ele enquanto eu comia. ... Eu estava esperando o Thiago a uns cinco minutos e nada dele eu aparecer, eu até já terminei de comer. — S/N? Eu percebi na hora que não era o Thiago, eu olhei e não mude acreditar no que vi. — Gustavo? A quanto tempo, ai faz tento tempo que não o vejo. Bom ele é meu amigo e meu ex namorado, apesar dele ter sido um i****a em ter me traído eu não quis perder a amizade de muitos anos que eu tenho com ele, bom hoje faz exatamente 6 meses que nos terminamos. — Nossa como você tá! Linda, sempre no estilo Ele sorrir, pega a minha mão e me gira devagar. — O que uma mulher tão frágil faz por aqui? Em? — Quero saber quem é frágil provavelmente você, né? Bom eu agora sou Youtuber, e logo vou fazer lives na Twitch então eu fui convidada para o evento, e eu estou vendo se eu compro algo ou só ando por aí mesmo, mais e você, o que faz aqui? — Eu vim com o meu primo, ele disse que não queria vir sozinha então eu vim com ele... Nós ficamos conversando durante um bom tempo, só enquanto Thiago não chegava. A fila estava enorme mais consegui o que queria, algumas fãs apareceram e tiraram fotos comigo e fizeram alguns vídeos e outras coisas, eu olhei no relógio em meu pulso e vi que eu estava um pouco atrasado para encontrar a S/N, fui o mais rápido que pude, mas eu era sempre parado uma hora ou outra. Quando eu finalmente consegui ter uma visão do local onde nos decidimos nos encontrar, eu via a S/N conversando com um rapaz que eu desconheço. Olha eu posso ser amigo dela, mais eu... não sei como explicar, eu senti um incômodo e uma necessidade de chegar e puxar a S/N para longe dele, eu posso estar sendo possessivo? Sim, eu posso, eu posso estar sendo um ciumento louco? Talvez, eu posso, mais... de uns dias para cá e só isso que eu sinto, ciúmes dela e eu não sei explicar porque esses sentimentos estão todos aparecendo, será que... não, não pode ser, para com isso Thiago você não está apaixonado pela S/N é apenas uma ilusão que o seu cérebro está criando. Ok eu vou chegar lá e ser o mais normal possível, nada de crises de ciúmes que não existe. Eu respirei fundo e fui até os dois que estão jogando babo fora. — S/N, desculpe a demora e que a fila estava enorme e tinha muita gente pedindo foto Eu tentei me explicar para ela, ela me olhou um pouco sem entender mais logo riu e fez cafune em minha cabeça, bagunçado um pouco do meu cabelo. — Sem problema Thiago — Então quer dizer que você me superou bem rápido, né? O rapaz desconhecido falou e olhou para a S/N é logo depois para mim. — Olha a hora Thiago temos que ir encontrar os outros, bom foi uma conversa bem legal Gustavo mais eu preciso ir — Eu sabia que você iria se jogar nos braços do primeiro homem que se insinuasse romanticamente para você, você sempre foi assim uma nojenta que só serve para ser comida, sabe de uma coisa? Ate era bom quando nos éramos namorados, a minha parte preferida era quando eu transava com você. — Olha aqui o seu i****a, em minha defesa eu sim, fazia coisas com você... mais quero ver você se lembrar que você me dopava com os remédios que você colocava nas minhas bebidas, quero ver você se lembrar que você amarrava, me batia e outras coisas piores, você se acha muito, mais não é nada e apenas um i****a que se esconde nas suas próprias mentiras. — Nossa me desculpe por fazer uma coisa que você gostava, eu sei que você amava ser arrombada por mim — Eu vou falar só uma vez Gustavo e quero que você entenda, uma mulher aguenta nove vezes mais dores que você homem, uma mulher consegue ter um bebê e ter todo o seu canal vaginal delatado, mais depois ele volta ao normal, como se nada tivesse acontecido, e você não pense que com essa sua faquinha da tramontina vai arrombar alguém, no máximo você vai só fazer cócegas ou nada. — Olha escuta aqui sua... ei volta aqui não fuga de mim sua nojenta estúpida... S/N apenas pega no meu pulso e vai me puxando para algum lugar aleatório, deixando o caro i****a falando sozinho, eu depois disso tudo fiquei sem palavras, totalmente em choque, não sabia que ela poderia ser assim, tão brava ou algo do tipo. Nos dois paramos, ela se encostou na parede e ficou sussurrando coisas sem sentido, provavelmente alguns palavrões, como um ato de tentar acalmá-la fui ate a sua frente, e coloquei as minhas mãos em seus ombros. — Ei deixa isso para lá S/N, se acalma ele é apenas um i****a, não liga ok e melhor para você se acalmar, relaxa e esfriar a cabeça, certo? Eu me aproximei de seu rosto um pouco, a menor me olha com um olhar de curiosidade, por impulso eu vou me aproximando cada vez mais. — Ei vocês dois, nós estávamos procurando vocês. Ponto de vista, S/N Eu consegui sentir a respiração do Thiago, eu não sabia se era por impulso ou se ele queria realmente se aproximar, como eu estava apenas encostada na parede eu não tinha para onde andar eu apenas olhei para ele, eu levantei a minha mão, eu iria colocá-la em sua nuca e eu posso afirmar que eu fiz isso de propósito, quando eu já estava quase lá, quase realizando o meu ato... — Ei vocês dois, nós estávamos procurando vocês. Nos dois olhamos e vimos Felipe (Felps) e Rafael (Guaxinim), ambos estavam com uma cara de pouco amigos... eu e Thiago nos afastamos um do outro, entre todos nós ficamos um clima estranho, um clima que eu não sei explicar muito bem, mais o clima entre a gente e bem familiar. — Ei vocês quatro... vão ficar aí parados olhando um pro outro, vamos logo já tá na hora de irmos. Escutamos a voz do Lucas (Luba) um pouco longe, como a atmosfera de onde eu e os três rapazes estamos estava estranho, eu apenas disse um simples Tchau! E fui andando até o ruivo que estava nos esperando com os outros. Um pouco tempo depois os três chegaram até nós fomos para o estacionamento, como eu comprei algumas coisas eu coloquei tudo no porta malas. — Mano nos vamos para onde em? Tenho nada para fazer Felipe falou se encostando no meu carro — Eu vou para casa, como faz pouco tempo que eu me mudei tenho que terminar de arrumar tudo, e por favor né Felipe tira o pé do meu carro não suja o meu bebê. — Foi mal Ele tira o pé do carro, e eu termino de colocar as minhas coisas no veículo, fechei a porta malas e peguei a chave do carro. — Bom galera eu tenho que ir, vejo vocês amanhã — Deixa eu ir com você Eu escutei em um perfeito uni som a voz do Felipe, Rafael (Guaxinim) e do Thiago... ok o que estava acontecendo? — Primeiramente, o que vocês vão fazer? Por que tipo assim eu vou só arrumar a casa, arrumar o meu local de fazer vídeos e lives. — Nos te ajuda — Guaxinim falou todo feliz e empolgado. — Meninos e sério não precisa, eu arrumo tudo sozinha, vocês três não, precisa ficar perdendo o tempo de vocês comigo, ainda mais me ajudando a arrumar a minha própria bagunça, e sério não precisa. — Falei tentando parecer o mais consistente possível, para que os mesmos não vinhe-se me perturbar para ir junto comigo. — Deixa de coisa nos vamos sim, — Thiago simplesmente passa por mim e entra no carro como o carro já tava aberto ele só fez abri a porta e se sentar, e os outros dois como são Maria vai com as outras fizeram a mesma coisa. Eu só sei que a risada dos outros era a música de fundo da cena dos três entrando no carro, me senti em um filme de comédia. — Bom sobrou para mim, tchau gente tenho agora mais um trabalho na minha lista, vejo vocês amanhã. — Tchau! — novamente em um uni som, entretanto dessa vez quase prefeita Eu entrei no carro, fechei a porta e coloquei o cinto de segurança, após arrumar tudo em seu devido lugar, liguei o carro e fui em direção a minha humilde residência que não é tão longe assim da BGS... Bom só um pouquinho, o caminho foi uma bagunça só eu havia colocado músicas da minha seleção musical no aleatório, cadê vez que tocava uma música que todos nós conhecíamos era uma cantoria só, tenho pena de quem tava do carro ao lado e vinha as nossas palhaçadas coisa de doido mesmo. ... Quando eu já estava em frente a minha casa eu estacionei o carro e os primeiros a descer foi os meninos, eu abri a porta malas e pedi para que eles me ajudassem a tirar tudo que eu havia comprado, o que não era muita coisa, enquanto eles tiravam as coisas eu fui abrir a porta, a casa estava cheio de caixas, porém, dava para andar normalmente. Bom... que comecei operação arrumar a casa das caixas.

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