— Me leva para a Polícia Federal — falo para o taxista, que logo acena afirmativamente. Sinto um aperto enorme no peito e começo a chorar sem conseguir parar. Eles não podiam fazer m*l à minha filha, não podiam mesmo. Minha filha não, alguém precisava protegê-la. Passo a mão pelo rosto, limpando as lágrimas. Eu não sei o que seria de mim se algo acontecesse com ela. Juliana narrando Entro desesperada na delegacia, e assim que Kaique me vê, corro até ele. — Juliana — ele fala preocupado — O que aconteceu? — Eu preciso de ajuda — respondo, quase sem fôlego — Sequestraram minha filha, tenho certeza que foi inimigo do Fael. Vocês precisam me ajudar! — Limpo as lágrimas que escorrem — Ela é só uma criança! — Como isso aconteceu? — Lucas aparece na recepção, igualmente aflito. — Onde voc

