— Eles estavam em mais de um? — perguntei quando consegui acalmá-la após um copo d’água. — N-não… só um homem… hálito horrível! — falou com nojo voltando a passear em seu rosto. Dei as descrições do homem que vi e ela assentiu. — Não se preocupa, ficará tudo bem! — repeti. — Assim que a loja de roupa abrir, trago outra roupa para você. — G-grazie… de novo — riu, nitidamente acanhada. — Não precisa me agradecer pelo básico. — O s-senhor é- — Não precisa ser senhor, pode chamar Dan — sorri. — Não é muito informal? — indagou, abaixando a cabeça. — Todos me chamam assim — dei de ombros, rindo. — Mesmo que não possa compará-la a todos, você estará num importante lugar da cidade, a cafeteria é minha segunda casa. — Nossa! Faz m*l beber muito café — disse, preocupada. — Não exagero. O

