— Chegamos! — falei, olhando para trás. Ela já estava acordada e sentada, mas apreciava a música em silêncio. O rosto estava levemente inchado por tanto chorar, mas isso não mudava o fato de estar linda. — Pronta para sair? Se preferir, pego meu café, seu chá, algo para comer e ficamos no carro — sugeri, sorrindo. — Pode ser… E-eu sinto que… não pertenço a nenhum lugar — lamentou. — És… un angelo — sorriu de canto de boca. Levemente inebriado pelas fortes batidas no peito, deixei o carro e Allan era quem cobria a folga de Mia. Ele colaborou com o chá — algo que vendia bem pouco. Optei pelos calzones, afinal, eram os meus preferidos daquele estabelecimento. Ao voltar ao carro, lhe entreguei o chá. Dei partida para deixar o centro e parar numa estrada qualquer com as janelas abertas par

