XIII. O Fantasma da Carência

951 Words

Quando entramos no quarto, ela se aproximou e começou a desabotoar meu terno, fazendo uma pergunta retórica: — Posso ajudar? Assenti com a cabeça, olhando-a. — Faço se sentir melhor, se quiser. Levemente tocado pelo vinho, tornei a assentir e ela procurou um beijo, evidenciando seu intenso desejo. — Pode só fingir que me ama? — Ela me pediu. — Tsc, não complica assim… realmente quer encerrar a noite com essa conversa? — suspirei em negativa. — Quero muito você e não preciso repetir… mas, gostaria que me quisesse assim… me sinto carente — engoliu seco. — Não vou fingir que te amo. Seu olhar lacrimejou, fitando o meu. — Não precisa chorar. Se quiser algo, eu te dou… mas, não pede amor porque isso é fora do meu controle! — justifiquei. — Se não pode me dar amor, pode, ao menos, só

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