Uma De Luca foi quem recebeu Magnos no hospital e segui a um hotel de Movida. Pela discrição, busquei o conforto de estacionar com anonimato. Fui do estacionamento ao quarto tão silenciosamente quanto para poupar Mia. Mia estava silenciada. Seus braços, cobertos por meu paletó, seguravam-no firmemente — como se dependesse daquilo. A todo momento, ela olhava aos arredores, com medo. Uma das filhas de Vincenzo passou por mim, me entregou a chave da cobertura com um sorriso de canto de boca, e me deixou sem falar nenhuma palavra. A falta de costume de usar um elevador, deixou Mia ainda mais apreensiva, fazendo-a arfar quando o elevador parou. — Imagino que não pôde comer algo substancial hoje — falei enquanto saíamos do elevador. — Posso pedir que tragam algo para comer e beber, além da á

