— Não é do tipo rico o bastante para ter empregadas? Terminando de lidar com a máquina, ela estava secando as mãos e olhava para mim com um ar cômico, irônico. — Vivo com minha família, então o serviço doméstico é feito por empregados, com exceção do meu quarto, claro. — Entendo… não se saiu tão m*l, vilão — riu. — Prefiro quando chama angelo… — Parece muito mais… mas não quero continuar chamando assim — falou com tristeza no semblante, seguindo ao caixa. — A-acho as coisas confusas… não quero problemas! — Tenho que pagar! — Lembrei. O blazer estava sobre o balcão, peguei minha carteira para contar o dinheiro e coloquei sobre o balcão para guardá-la. O espaço era pequeno e ela parou ao meu lado para contar. — Antes que guarde, faltam vinte centavos. — Ela pôs a mão sobre a minha, i

